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Moraes editou contrato de R$ 131 milhões de esposa com Vorcaro, apontam registros

Moraes e Viviane confirmam que ministro acessou contrato, mas negam irregularidades

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O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi responsável por editar a última versão do contrato de R$ 131 milhões em serviços advocatícios firmado entre o escritório da sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, conforme metadados do documento extraído do celular de Vorcaro, de uma investigação obtida pelo Estadão.

O escritório Barci de Moraes confirmou que o ministro Alexandre de Moraes acessou e editou o contrato. Segundo o escritório, o setor de compliance pediu ao ministro informações sobre eventuais impedimentos legais à contratação pelo Banco Master da banca da Viviane Moraes. (leia a íntegra da nota abaixo). A defesa de Vorcaro não se manifestou.

O envio do contrato, como mostrou o Estadão em julho, partiu do celular pessoal de Viviane para o banqueiro em 11 de janeiro de 2024, às 17h23. Na ocasião, ela escreveu: “Prezado Daniel, boa tarde. Conforme conversamos, estou enviando minuta de contrato de prestação de serviços para sua análise. Estou à disposição para qualquer esclarecimento. Abraço. Viviane Barci de Moraes”.

Quatro dias após a remessa do rascunho por Viviane, o banqueiro devolveu o documento à mulher do ministro pelo WhatsApp, com marcas de revisão, segundo a investigação. “Boa noite! Segue o documento preenchido. Foi incluída apenas a cláusula I.3. Por favor, nos indique se está adequada. Caso estejam de acordo, combinamos a assinatura! Um abraço”, escreveu Vorcaro em 15 de janeiro de 2024, às 21h22.

A versão do contrato, devolvida por Vorcaro a Viviane, de acordo com os metadados do arquivo, foi aberta e modificada no sistema Office 365 utilizado pelo ministro do STF. O perfil que alterou o documento, segundo os metadados do contrato, é intitulado “Ministro Alexandre de Moraes”.

Os dados do arquivo foram examinados a partir das informações armazenadas no próprio contrato. Na aba “Propriedades” de documentos atrelados ao Office 365, sistema da Microsoft utilizado para abrir e editar arquivos, ficam registrados dados técnicos e descritivos, como autor, título e informações sobre datas e horários em que alterações foram realizadas no documento.

O armazenamento desses registros no arquivo do contrato permitiu a identificação da edição atribuída ao ministro às 23h04 de 15 de janeiro de 2024, cerca de 1 hora e 40 minutos após a devolução do documento por Vorcaro a Viviane.

Na versão analisada, Guilherme de Toledo Benazzi, administrador do escritório Barci de Moraes, aparece como “autor” do documento.

O contrato entre Vorcaro e o escritório da mulher do ministro do STF previa o pagamento de pró-labore em 36 parcelas mensais e sucessivas de R$ 3 milhões líquidos cada, totalizando R$ 108 milhões.

A 11ª cláusula do acordo deixa expresso que o valor das parcelas é livre de impostos, com valor bruto de R$ 3.646.529,77 por parcela, a serem depositados até o quinto dia útil de cada mês. Em valores brutos, Vorcaro iria desembolsar R$ 131.274.351,72 para honrar o contrato firmado com o Barci de Moraes.

Os pagamentos foram interrompidos após a prisão do banqueiro, em 17 de novembro de 2025, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, durante a primeira fase da Operação Compliance Zero. Ele estava na iminência de embarcar para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos.

A declaração de Imposto de Renda do Master, enviada em abril à CPI do Crime Organizado, do Senado, revelou que o escritório de Viviane recebeu da instituição financeira R$ 80.223.653,84 entre 2024 e 2025.

À época, o escritório declarou que “não confirma essas informações incorretas e vazadas ilicitamente, lembrando que todos os dados fiscais são sigilosos”.

Segundo os documentos obtidos pela CPI, o Master fez 22 pagamentos de R$ 3.646.529,72, entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, quando o Banco Central decretou a liquidação do banco de Vorcaro.

Antes da edição e revisão do contrato atribuída a Moraes, as modificações feitas pela equipe jurídica de Daniel Vorcaro foram conduzidas por Leonardo Palhares, advogado do banqueiro e alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, em março deste ano, sob suspeita de pagar propina aos diretores do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza e Belinne Santana – ambos negam ilícitos.

Em 17 de janeiro de 2024, Viviane de Moraes retornou ao banqueiro a versão final do contrato, mantendo o prazo acordado de 36 parcelas mensais e sucessivas, no valor fixo de R$ 3 milhões líquidos cada. “Bom dia! Segue a minuta do contrato. Abraço”, escreveu às 10h09 “Vivi Moraes”, nome do contato salvo no celular do banqueiro.

A resposta de Vorcaro à mulher do ministro foi enviada cinco dias depois, em 22 de janeiro, e acompanhada de um questionamento sobre a forma de assinatura do contrato no valor de R$ 131 milhões brutos. “Oi, tudo bem? Como podemos proceder na assinatura? Prefere eletronicamente ou mando as vias físicas assinadas?”, escreveu Vorcaro, às 11h09.

No dia seguinte, 23 de janeiro, às 7h54, Viviane informou que estava fora do Brasil e pediu que as vias físicas assinadas fossem enviadas para Guilherme Benazzi, administrador do escritório e autor original do documento, segundo os metadados do arquivo analisado.

“Bom dia, tudo bem. Espero que esteja bem, também. Estou fora do Brasil essa semana, mas pode enviar as vias físicas assinadas para o Guilherme Benazzi (administrador do escritório), que assinará e devolverá a sua via.”

A mulher do ministro revelou preocupação com eventual vazamento do negócio e pediu ao banqueiro. “Por favor, mande em um envelope lacrado e confidencial. Obrigada.”

Às 11h17, Vorcaro respondeu: “Oi, tudo bem? Combinado, farei isso! Pode me passar o endereço?”.

“Rua Campos Bicudo, 98, Itaim Bibi”, informou Viviane.

O contrato foi assinado por Vorcaro no mesmo dia, 23 de janeiro, às 15h15. A versão com as assinaturas do controlador do Banco Master foi enviada ao banqueiro por Fabiano Zettel – homem de confiança de Vorcaro, casado com Natalia Vorcaro, irmã do banqueiro.

Fabiano Zettel está preso desde março, alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero. Ele nega envolvimento nas fraudes.

No dia seguinte, 24 de janeiro de 2024, Viviane de Moraes pediu que Vorcaro enviasse o contrato assinado digitalmente para os endereços de e-mail informados pela mulher do ministro.

“Daniel, boa tarde. Por favor, você consegue me enviar o contrato assinado digitalmente?”, perguntou Viviane.

“Oi, tudo bem? Consigo, sim.”

“Ótimo! Obrigada.”

“Enviamos ao endereço as vias físicas com nossa assinatura digital. Você prefere que mandemos via assinatura eletrônica para vocês?”, questionou o banqueiro.

“Sim, por favor, para que possamos assinar no mesmo documento”, concluiu Viviane.

O que diz o escritório Barci de Moraes

“Em virtude da abrangência do pedido de contratação de prestação de serviços advocatícios pelo Banco Master ao BARCI DE MORAES, o setor de compliance do escritório, como faz em outros casos semelhantes, solicitou informações ao Ministro Alexandre de Moraes, na condição de marido da sócia diretora do referido escritório, sobre a eventual existência de impedimentos legais para a contratação nos termos propostos na minuta contratual, tais como ações no STF sobre sua relatoria ou mesmo participação em julgamentos de interesse do possível cliente. Diante da inexistência de previsão de atuação no STF ou de qualquer impedimento legal, uma vez que o Ministro Alexandre de Moraes jamais julgou qualquer causa envolvendo o Banco Master, o contrato foi assinado e os serviços advocatícios devidamente prestados”.

força de prefeitos

Vander e Capitão Contar travam guerra silenciosa pelo segundo voto ao Senado

Diretor do IPR diz que transferência de votos é limitada, pois passa pelo alinhamento ideológico e a estrutura de campanha

01/09/2026 07h45

O deputado federal Vander Loubet (PT) e o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL) são adversários

O deputado federal Vander Loubet (PT) e o ex-deputado estadual Capitão Contar (PL) são adversários Foto: Montagem

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A ofensiva do deputado federal Vander Loubet (PT) para reunir o apoio ou a simpatia de cerca de 65 prefeitos de Mato Grosso do Sul tem um alvo político claro na disputa pelo Senado: avançar sobre o segundo voto de um eleitorado que, em boa parte, também está ao alcance do ex-deputado estadual Capitão Contar (PL).

É nesse terreno que os dois candidatos travam uma guerra silenciosa, com Vander tentando furar a barreira ideológica e chegar ao eleitor de centro e de direita por meio de prefeitos e lideranças municipais, enquanto Contar aposta justamente na identificação conservadora para evitar que o petista conquiste espaço nessa faixa do eleitorado.

Com duas vagas ao Senado em disputa, cada eleitor poderá votar em dois candidatos. É essa particularidade que abre caminho para Vander tentar convencer eleitores que dificilmente escolheriam um petista como primeira opção, mas poderiam incluí-lo no segundo voto por influência de prefeitos, vereadores e lideranças locais.

A estratégia, porém, tem limites, conforme análise feita pelo diretor do Instituto de Pesquisa Resultado (IPR), Aruaque Fressato Barbosa, para o Correio do Estado. Ele avaliou que o apoio de prefeitos não se converte automaticamente em votos e que o sucesso desse movimento dependerá de uma combinação de fatores. “Não é só o apoio que conta. É um conjunto de fatores”, afirmou.

Segundo Barbosa, o primeiro obstáculo aparece quando existe diferença ideológica entre quem pede o voto e o candidato beneficiado pela indicação. “Primeiro, esse apoio é condizente com a ideologia daquele prefeito, daquela liderança ou vereador? Por exemplo, não adianta um prefeito de direita pedir voto para um candidato de esquerda. Será que eles vão votar assim mesmo?”, questionou.

A análise toca diretamente no ponto mais sensível da estratégia de Vander, pois parte dos prefeitos que o petista afirma ter ao seu lado pertence a partidos e grupos políticos de centro ou de direita, justamente onde Capitão Contar encontra um eleitorado ideologicamente mais próximo.

Na prática, Vander tenta utilizar a influência municipal para atravessar essa fronteira política e se apresentar como uma alternativa de segundo voto mesmo entre eleitores que tenham outro candidato como preferência principal, enquanto Contar, por sua vez, depende de impedir que esse movimento ganhe força.

Ligado ao PL e identificado com a direita, ele tem vantagem natural entre eleitores que resistem ao PT. Se a identificação ideológica prevalecer sobre a indicação dos prefeitos, a rede de apoio construída por Vander poderá ter impacto menor do que o tamanho político da articulação sugere.

VOTO SECRETO

Para o diretor do IPR, a estrutura oferecida pelas lideranças municipais também será fundamental para medir a capacidade de Vander de transformar apoio político em voto. 

“Segundo, a questão de estrutura de campanha conta também, porque a taxa de transferência de apoio é muito restrita”, disse.

O prefeito pode oferecer palanque, abrir espaço entre vereadores, aproximar o candidato de lideranças comunitárias e facilitar sua entrada em determinados municípios. Isso, entretanto, não significa que conseguirá levar o eleitor junto. Nesse ponto, a polarização nacional pode favorecer Contar.

“O candidato que está pedindo voto tem que ter sintonia com o prefeito, porque a população também pensa a respeito. O Brasil está polarizado. Não adianta um prefeito que está bem avaliado pedir voto para um candidato se a população não está disposta a votar nele”, analisou.

Esse comportamento torna a disputa pelo segundo voto especialmente importante.

Vander não precisa necessariamente retirar do adversário um eleitor disposto a votar em Contar, mas precisa convencê-lo de que há espaço para incluir também o petista entre as duas escolhas disponíveis para o Senado. É aí que a força dos 65 prefeitos será colocada à prova.

REJEIÇÃO

Outro fator destacado pelo diretor do IPR é que a rejeição costuma se transferir com mais facilidade do que o apoio, pois, de acordo com ele, quando um candidato rejeitado pelo eleitor ataca um adversário, a reação pode beneficiar justamente o alvo dos ataques.

“A transferência de rejeição acontece muito mais fácil e rápido. Agora, a transferência de voto é mais difícil”, afirmou.

Isso significa que um prefeito popular não necessariamente consegue entregar seus eleitores a Vander, especialmente se parte deles tiver resistência ao PT. 

Por outro lado, o mesmo raciocínio vale para qualquer candidato que carregue níveis elevados de rejeição ou esteja associado a lideranças rejeitadas por determinado segmento do eleitorado.

Para Barbosa, portanto, o número de prefeitos alinhados a uma candidatura deve ser observado com cautela. “Conta? Conta, mas esse é um fator decisivo? Não é isso que a gente está vendo nas pesquisas”, afirmou.

A articulação de Vander revela uma tentativa de ampliar sua candidatura para além do eleitorado tradicional do PT.

Ao buscar prefeitos de diferentes partidos e grupos políticos, o deputado tenta construir uma candidatura menos dependente da esquerda e capaz de chegar aos eleitores que já tenham definido o primeiro voto para candidatos de direita ou de centro.

Esse eleitor é justamente uma peça importante também para Capitão Contar. Por isso, embora não exista um confronto aberto entre as duas campanhas, a disputa pelo segundo voto coloca Vander e Contar em choque direto: cada avanço do petista sobre o eleitorado conservador ou de centro pode significar menos espaço para o candidato do PL.

A dúvida é saber se os prefeitos terão força suficiente para produzir esse deslocamento. Para o diretor do IPR, serão as próximas pesquisas que mostrarão se o movimento anunciado pelas campanhas está alterando efetivamente o cenário eleitoral.

“A gente está acompanhando no cenário estadual que alguns candidatos estão falando que têm apoio de tantos prefeitos, tantos vereadores, tanta liderança. Mas, em pesquisa, a gente consegue avaliar se está realmente fazendo efeito ou se é apenas uma narrativa para tentar mostrar força política”, afirmou.

Barbosa ressalta que ainda existe espaço para mudanças até a votação. “Ainda tem 30 dias para as eleições e vamos ver essas mudanças”, concluiu. 

Assim, Vander entra na reta final apostando na capilaridade dos prefeitos para alcançar um eleitor que, ideologicamente, pode estar mais próximo de Contar. 

O candidato do PL, por sua vez, aposta que a polarização e a fidelidade do eleitorado de direita serão suficientes para conter essa ofensiva, porém, mais do que uma disputa por apoios políticos, a batalha entre os dois será para saber quem consegue ocupar a segunda linha da urna do eleitor.

Real Time Big Data

Lula tem 38% dos votos totais no 1º turno; Flávio marca 30% e Cury, 11%

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio, os dois aparecem empatados, com 44% das intenções de voto

01/09/2026 07h07

Dos entrevistados, 49% acreditam que Lula será o próximo presidente. Outros 36% acreditam que será Flávio

Dos entrevistados, 49% acreditam que Lula será o próximo presidente. Outros 36% acreditam que será Flávio

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Pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira, 1º, mostra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com 38% das intenções de voto totais no primeiro turno da disputa presidencial. Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 30%, enquanto Augusto Cury (Avante) tem 11%.

Na sequência, Renan Santos (Missão) aparece com 7%, Ronaldo Caiado (PSD) pontua 4% e Romeu Zema (Novo) tem 2%. Outros candidatos somam 2%. Votos brancos e nulos são 3% e outros 2% não souberam ou não responderam. Este cenário estimulado considerado não inclui Pablo Marçal (PRTB).

Em uma eventual disputa de segundo turno entre Lula e Flávio, os dois aparecem empatados, com 44% das intenções de voto. Brancos e nulos somam 9% e 3% não souberam ou não responderam. Na rodada anterior, realizada em julho, Lula tinha 45% e Flávio, 42%.

Nos demais confrontos, Ronaldo Caiado é quem aparece com maior vantagem sobre o atual presidente, com 45%, ante 43% do petista, em empate técnico considerando a margem de erro. Contra Romeu Zema, Lula marca 43% e o candidato do Novo, 40%. O presidente tem 44% ante 37% de Renan Santos e 44% contra 40% de Pablo Marçal. A pesquisa não apresenta simulação de segundo turno entre Lula e Cury.

O levantamento também perguntou, independentemente da preferência eleitoral, quem os entrevistados acreditam que será o próximo presidente do Brasil. Lula foi citado por 49%, ante 36% de Flávio Bolsonaro. Renan Santos aparece com 5%, Augusto Cury, com 4%, e Pablo Marçal, com 1%. Outros 5% disseram não saber.

POPULARIDADE

A pesquisa também mostra que 51% dos eleitores desaprovam o trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, enquanto 45% aprovam. Outros 4% não souberam ou não responderam.

Na avaliação do desempenho do presidente, 15% consideram o trabalho de Lula ótimo e 12%, bom. Outros 33% classificam como regular, enquanto 16% avaliam como ruim e 23%, péssimo. Não souberam ou não responderam 1%. Assim, as avaliações positivas somam 27%, ante 39% de negativas.

O levantamento também aponta que 52% dos entrevistados consideram que o Brasil está seguindo na direção errada, ante 30% que avaliam que o País caminha na direção certa. Para 15%, a direção não é nem certa nem errada, e 3% não souberam responder

Quando comparam a própria vida com a situação de dois anos atrás, 52% dizem estar na mesma condição. Outros 28% afirmam estar melhor, 9% "muito melhor" e 19% "um pouco melhor", enquanto 19% dizem estar pior, sendo 11% "um pouco pior" e 8% "muito pior".

A pesquisa também mediu o grau de continuidade ou mudança desejado pelos eleitores. Para 32%, o Brasil precisa mudar completamente a maneira como está sendo governado, enquanto 26% defendem mudanças importantes. Outros 25% preferem manter o caminho atual e 15% querem apenas alguns ajustes, preservando a maior parte da atual direção.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o País entre 27 e 31 de agosto. A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada por telefone, com entrevistadores humanos, e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-03490/2026.

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