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PMDB e PSDB saem das urnas com menos deputados

PMDB e PSDB saem das urnas com menos deputados

Redação

05/10/2010 - 00h31
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Edivaldo Bitencourt
e Carlos Henrique Braga

O PMDB e o PSDB saem das urnas com bancadas menores na Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul. Apesar de renovar 50%, o PT sai do mesmo tamanho e como a segunda maior força no Legislativo, só atrás do PMDB. O PR permanece do mesmo tamanho, enquanto o PTdoB conseguiu dobrar o número de deputados. Já o PSB, PPS, PP e PSL ganham um representante no parlamento estadual.
Apesar de ter o número de deputados reduzidos de oito para seis, o PMDB, do governador André Puccinelli, sai com a maior bancada do Legislativo Estadual com a reeleição de Marquinhos Trad, Carlos Marun, Jerson Domingos, Júnior Mochi e Maurício Picarelli e a eleição de Eduardo Rocha. O líder do Governo, Youssif Domingos, não conseguiu ser reeleito, mas poderá voltar se Marun reassumir a Secretaria Estadual de Habitação.
O PT sai como a segunda maior força do Legislativo, com a reeleição dos deputados Paulo Duarte e Pedro Kemp e a eleição de Cabo Almi e Laerte Tetila. Amarildo Cruz e Pedro Teruel não conseguiram renovar os mandatos nas urnas.
O PR continuará com a sua bancada, formada por Londres Machado, Paulo Corrêa e Antônio Carlos Arroyo. Esta é a mesma força do PSDB, que perdeu três parlamentares com a saída de Reinaldo Azambuja (eleito deputado federal) e a não reeleição de Professor Rinaldo e de Ary Rigo, mas conquistou um novo deputado. Assim, a bancada ficou com três parlamentares: Onevan de Matos, Dione Hashioka e o novato Márcio Monteiro.
O PTdoB dobrou de tamanho, com a reeleição de Márcio Fernandes, e a eleição da ex-prefeita de Eldorado, Mara Caseiro. O Democratas continua apenas com Zé Teixeira, que foi o segundo mais votado neste ano.

Novos
O PDT, que sofreu debandada, permanecerá com um representante. O ex-prefeito de Aquidauana, Felipe Orro (PDT), substituirá Antônio Braga, que não disputou este ano.
Outros três partidos voltam a ter representante no Legislativo Estadual. O PP passará a contar com o vereador de Campo Grande, Alcides Bernal. O PPS volta a ter Diogo Tita, que chegou a substituir Marun. O PSL contará com George Takimoto, o mais novo representante de Dourados, que já chegou a ter cinco parlamentares na Casa.

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Conheça as atribuições do presidente e do vice-presidente da República

Presidente é o chefe de Estado e de governo do Brasil

23/08/2026 23h00

Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil

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O Brasil se prepara para ir às urnas e, mais uma vez, escolher pela via democrática aqueles que ocuparão os maiores cargos do Poder Executivo – tanto no âmbito federal quanto no estadual. O futuro do país será definido a partir do voto de cada cidadão.

Nas eleições de 2026, será escolhida uma chapa para presidente e vice-presidente da República. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Se houver segundo turno, será em 25 de outubro.

Conhecer a história do candidato é muito importante. Ao mesmo tempo, é também fundamental, para uma boa escolha, entender quais são as atribuições desses cargos públicos tão relevantes para a qualidade de vida dos cidadãos brasileiros nos próximos quatro anos.

Presidente da República

Saber o que cabe a um presidente da República fazer pode ajudar a identificar qual candidato tem perfil mais adequado para o cargo.

De acordo com a Constituição Federal, o presidente da República é o chefe de Estado e de governo do Brasil. Como chefe de Estado, cabe a ele representar o Brasil interna e externamente. Como chefe de Governo, é responsável pela condução da administração federal.

Autoridade máxima do Poder Executivo federal, o presidente tem entre suas responsabilidades conduzir a administração do país; executar as leis aprovadas pelo Congresso Nacional; e formular políticas públicas de alcance nacional.

Também cabe a ele sancionar ou vetar projetos aprovados pelo Legislativo, encaminhar propostas de Orçamento ao Congresso, editar medidas provisórias nos casos previstos pela Constituição e nomear ministros de Estado.

No âmbito internacional, é o presidente da República quem representa o país nas relações com outros Estados e organismos internacionais. Estão também previstas atribuições relativas à defesa nacional e ao comando supremo das Forças Armadas.

O mandato presidencial é de quatro anos, com a possibilidade de uma reeleição consecutiva.

Se, no primeiro turno, o candidato obtiver maioria absoluta dos votos, ele é eleito sem necessidade de segundo turno. Caso contrário, será feita uma nova votação com os dois candidatos mais bem colocados.

Vice-presidente da República

O vice-presidente é eleito com o presidente que, com ele, integrou a chapa vencedora do pleito. O vice tem como principal função a de substituir o presidente, tanto em ausências temporárias, como viagens ao exterior, quanto de forma definitiva, em caso de vacância do cargo.

Cabe, portanto, a ele garantir a continuidade do Executivo Federal em situações de ausência ou vacância da Presidência da República.

O vice-presidente pode auxiliar o presidente sempre que for convocado, por meio de missões especiais em situações como representações oficiais, articulações políticas ou outras tarefas delegadas pelo chefe do Executivo.

A Constituição prevê também a possibilidade de que outras atribuições lhe sejam conferidas por meio de lei complementar.

Eleições 2026

Nas eleições de 2026, serão escolhidas uma chapa para presidente e vice-presidente da República e 27 chapas para governador e vice-governador dos estados e do Distrito Federal. O primeiro turno está marcado para 4 de outubro. Se houver segundo turno, será em 25 de outubro.

filho investigado

Lula diz tratar com 'muita seriedade' caso sobre Lulinha e afirma: 'Investigue-se'

Lulinha é alvo de três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de tráfico de influência em negócios de aliados no governo federal

23/08/2026 20h00

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho primogênito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho primogênito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) Reprodução

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O presidente da República e candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, falou sobre as investigações contra o seu primogênito, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e o ex-chefe de gabinete Marco Aurélio Santana Ribeiro, conhecido como Marcola, neste domingo, 23. Em entrevista à Record, Lula diz tratar com "muita seriedade" o caso envolvendo o filho.

A entrevista com o presidente está prevista para ser transmitida no mesmo horário do debate presidencial da Band em parceria com o Estadão na noite do domingo.

Lula desistiu de enfrentar os adversários e reclamou do convite aos candidatos Romeu Zema (Novo), que também disse que vai se ausentar no domingo, e Renan Santos (Missão).

À Record, o presidente negou tentar barrar as investigações contra Lulinha. "Eu não sou um presidente que tenta proibir investigação. Eu não ameaço mandar ministro embora. Eu não ameaço punir delegado. Investigue-se. [...] Meu filho sabe se cometeu erro, ele vai ser julgado, vai ser punido ou vai ser inocentado. Mas ele tem que provar a inocência dele", disse.

Lulinha é alvo de três inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF). As apurações conduzidas pela Polícia Federal investigam suspeitas de tráfico de influência em negócios de aliados no governo federal.

Os casos envolvem o Ministério da Saúde, a Dataprev e outras estruturas da administração pública.

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