Política

PROTESTO

Políticos de MS se juntam a Nikolas Ferreira em caminhada até Brasília

Deputados Marcos Pollon e Rodolfo Nogueira Catan aderem à "Caminhada pela Liberdade", iniciada em Minas Gerais, que deve chegar à Capital Federal no domingo (25)

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Parlamentares de Mato Grosso do Sul anunciaram adesão à chamada Caminhada pela Liberdade, mobilização iniciada pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG), que percorre mais de 200 quilômetros a pé entre Paracatu (MG) e Brasília. O ato, de caráter político e simbólico, tem previsão de chegada à Capital Federal no próximo domingo (25).

Entre os sul-mato-grossenses que confirmaram participação está o deputado federal Marcos Pollon (PL-MS), que divulgou vídeo nas redes sociais convocando apoiadores a se juntarem ao movimento. Mesmo tendo anunciado anteriormente que só voltaria a se manifestar publicamente após o dia 20, Pollon afirmou que decidiu antecipar o posicionamento por considerar a situação “urgente”.

“É uma situação que grita em plenos pulmões pelo Brasil. Vamos salvar nosso país. É pelos nossos filhos e pelos filhos dos nossos filhos”, declarou o parlamentar, que convidou moradores do interior e da Capital a seguirem com ele em carreata até o ponto onde ocorre a caminhada, para depois seguir a pé com os demais participantes.

Pollon também afirmou que seguirá com o próprio veículo e incentivou apoiadores a oferecerem carona para ampliar a mobilização. Além disso, convocou a presença de apoiadores em Brasília no dia 25, data em que está prevista uma manifestação na Capital Federal com apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

"Se você não pode ir agora, esteja em Brasília no domingo, no dia vinte e cinco, todos, de carro, de moto, de jegue, de cavalo, vá nem que seja montado no lombo de um petista, mas vá", declarou ao fazer o convite.

Outro parlamentar de Mato Grosso do Sul que anunciou adesão foi o deputado federal Rodolfo Nogueira, conhecido como Catan (PL-MS). Em vídeo publicado no Instagram, ele afirmou que já estava na estrada, na região do Bolsão sul-mato-grossense, a caminho de se juntar ao grupo.

Segundo Catan, a mobilização reúne parlamentares que não se enquadram no que chamou de “político convencional” e que estariam dispostos a se doar pela causa. “Algo precisa ser feito. Nós vamos juntos vencer, a qualquer custo que seja preciso”, disse, destacando ainda a união política no movimento.

A caminhada teve início na tarde de segunda-feira (19), na BR-040, em Minas Gerais, e já cruzou a divisa com o estado de Goiás. Além de Nikolas Ferreira, outros parlamentares também anunciaram participação, como André Fernandes (PL-CE), Gustavo Gayer (PL-GO), Carlos Jordy (PL-RJ) e Sargento Gonçalves (PL-RN).

Em carta aberta divulgada nas redes sociais, Nikolas Ferreira afirmou que a iniciativa não tem caráter de “espetáculo” ou motivação pessoal, mas seria um “ato de compromisso com a liberdade”. No texto, o deputado dedica a caminhada ao ex-presidente Jair Bolsonaro e aos condenados pelos atos de 8 de janeiro de 2023, alegando perseguição política, ilegalidades e arbitrariedades.

O parlamentar também afirmou que a manifestação será pacífica e que não pretende gerar desordem. “Se houver um despertar da consciência nacional, então cada quilômetro percorrido já terá valido a pena”, escreveu.
 

Política

Valdemar diz que candidatura de Flávio Bolsonaro ao Planalto é 'viável e irreversível'

O próprio senador disse que a decisão "não tem volta"

19/01/2026 22h00

Crédito: Carlos Moura / Agência Senado

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O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que a candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência é "viável e irreversível". A declaração foi dada à CNN Brasil.

Pesquisa Genial/Quaest, divulgada no dia 14 de janeiro, aponta o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na liderança dos cenários testados. Em um eventual segundo turno, Lula aparece com 45% das intenções de voto, contra 38% de Flávio. O levantamento ouviu 2.004 eleitores entre 8 e 11 de janeiro e tem margem de erro de dois pontos porcentuais.

Apesar do avanço, partidos do Centrão ainda resistem ao nome de Flávio. Dirigentes avaliam impactos regionais e mantêm espaço para alternativas, como o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos). Aliados do governador reconhecem o protagonismo recente do senador, mas não descartam a viabilidade de Tarcísio em uma disputa pelo Planalto.

O próprio Flávio já havia dito que sua decisão "não tem volta". Neste sábado, 17, o senador pediu convergência na direita e mencionou a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) e Tarcísio de Freitas, em uma tentativa de mostrar união entre eles.

"Todos nós que queremos um Brasil melhor temos que ter muita sabedoria e união para vencer o partido das trevas. A gente precisa praticar aquilo que prega: como vamos unir o Brasil se não conseguimos unir a direita antes?", afirmou o senador.

"Não caiam em pilha errada. O Tarcísio é um aliado fundamental. A Michelle tem um papel importantíssimo", emendou.

Apesar de Michelle nunca ter declarado preferência por Tarcísio de Freitas como candidato, gestos recentes da ex-primeira-dama vêm sendo interpretados como sinais nessa direção. Entre aliados do bolsonarismo, o compartilhamento de vídeo do governador nas redes sociais alimentou desconfianças e levantou suspeitas sobre seu posicionamento no processo de escolha do nome para as eleições deste ano.
 

Política

Bolsonaro pede autorização ao STF para receber Tarcísio e irmão de Michelle na prisão

O requerimento foi assinado nesta segunda-feira, 19

19/01/2026 19h00

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A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) solicitou ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a autorização para a visita do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), do irmão da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, Diego Torres Dourado, e do pecuarista Bruno Scheid. O requerimento foi assinado nesta segunda-feira, 19.

Bolsonaro foi transferido, em 15 de janeiro, da Superintendência da Polícia Federal para o 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, dentro do Complexo Penitenciário da Papuda. A unidade é conhecida como "Papudinha". O ex-presidente cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por condenação no inquérito da trama golpista.

De acordo com Moraes, a transferência de Bolsonaro permite "o aumento do tempo de visitas aos familiares, a realização livre de banho de sol e de exercícios a qualquer horário do dia, inclusive com a instalação de aparelhos para fisioterapia, tais como esteira e bicicleta". O local onde o ex-presidente está preso tem área total de 64,83 m?.

Ainda segundo o magistrado, as visitas podem ocorrer durante dois dias da semana, às quartas e quintas-feiras, em três horários diferentes, entre 8h e 10h, 11h e 13h e 14h e 16h, comportando visitas simultâneas.
 

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