Política

BRASÍLIA

Presidente Dilma diz não ter ódio dos torturadores

Presidente Dilma diz não ter ódio dos torturadores

agência brasil

22/06/2012 - 17h53
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A presidente da República, Dilma Rousseff, disse hoje (22) que não tem qualquer sentimento pelas pessoas que a torturaram durante o regime militar. A afirmação foi feita em entrevista coletiva, antes do encerramento da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20.

“Com o passar dos anos, o melhor foi não me fixar nas pessoas, nem ter por elas qualquer sentimento: nem ódio nem vingança, mas tampouco perdão. Não há sentimento que se justifique contra esse ato. Há a frieza da razão. E a razão é não esquecer, por isso criamos a Comissão da Verdade. Odiar é ficar dependente. Isso não é bom sentimento. É preciso virar a página deste país”, disse.

Segundo ela, o mais importante não é o torturador, mas a prática da tortura. “Temos todos o compromisso de jamais deixar isso acontecer”, disse Dilma.

Política

Governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas desmente mudança para o PL

Governador afirmou a TV que filiação não ocorrerá no próximo mês

20/05/2024 16h00

Marcelo Camargo/ Agência Brasil

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O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), disse à CNN neste domingo (19) que não se filiará ao PL neste momento.

"Não teremos esse movimento no momento", disse ele, ao ser questionado sobre uma possível data para a mudança de partido.

No fim de semana, o presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou que Tarcísio disse a ele que se filiaria ao partido por volta de junho. À CNN o governador disse que isso não ocorrerá no próximo mês.

Segundo Valdemar, a filiação aconteceria devido a um pedido do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

Integrantes do Republicanos avaliam que as declarações do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, sobre uma migração de Tarcísio de Freitas para o partido em junho são uma forma de pressionar o governador a trocar de legenda, como mostrou o Painel.
Desde o início do ano aumentaram as especulações de que o governador estaria de mudança para o PL, com pressões públicas de Bolsonaro, sua esposa Michelle e parlamentares do partido. Mas, publicamente, Tarcísio e seu entorno nunca confirmaram o movimento. Em março, quando questionado a respeito da mudança, ele negou a possibilidade.

"Hoje nós temos um time, que tem Republicanos, tem PL, tem PSD, tem PP, tem MDB, tem Podemos. Esse time está unido, então vamos trabalhar em prol desse time para que a gente tenha, em outubro, uma eleição municipal muito bem-sucedida. Estamos trabalhando dentro do normal, do que está previsto hoje, sem nenhuma mudança à vista de curto prazo", afirmou o governador durante evento em São Paulo.

Naquela época, uma pessoa próxima ao governador foi categórica ao dizer à Folha que ele não estava de transferência naquele momento. A mudança, afirmou, era um desejo de Bolsonaro, os dois haviam conversado sobre o assunto e isso poderia ocorrer mais à frente.
Outro aliado de Tarcísio disse, na ocasião, que a transferência seria difícil diante das rusgas que o governador teve no passado com Valdemar Costa Neto. Mas ponderou que há boa relação com o partido em São Paulo, na figura do presidente da Assembleia Legislativa, André do Prado (PL).

Aliados do governador, no entanto, sempre afirmaram que ele não teria como negar um pedido do próprio Bolsonaro. A candidatura de Tarcísio ao governo paulista foi sugerida pelo ex-presidente, que se engajou na campanha.

Ao fim do mês de março, na filiação da então secretária Sonaira Fernandes ao PL, Bolsonaro brincou que a "rede de arrasto" do partido poderia capturar também o governador. Tarcísio apenas riu, mas no mesmo evento fez um aceno à legenda: "Bolsonaro representa o que o PL representa hoje: Deus, pátria, família, liberdade. É o que a gente está falando o tempo todo".


 

Eleições

Rose Modesto lança pré-candidatura à prefeitura de Campo Grande nesta sexta-feira

O presidente Nacional do União Brasil, Antônio de Rueda, além do Governador de Goiás, Ronaldo Caiado e Antônio Carlos Magalhães Neto, o ACM Neto, ex-Prefeito de Salvador (BA), confirmaram presença no evento.

20/05/2024 15h40

Rose Modesto deve se dedicar à pré candidatura municipal pelo União Brasil

Rose Modesto deve se dedicar à pré candidatura municipal pelo União Brasil Gerson Oliveira

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Acontece nesta sexta-feira (24) o lançamento da pré-candidatura de Rose Modesto para a prefeitura de Campo Grande nas eleições municipais deste ano. O evento será realizado no Murano Buffet, localizado na Av. Afonso Pena, às 18h, com a presença de autoridades importantes do União Brasil. 

Conforme publicado em anúncio nas redes sociais, o evento contará com a presença do presidente nacional do União Brasil, Antônio de Rueda, além de Ronaldo Caiado, governador de Goiás, e de Antônio Carlos Magalhães Neto, o ACM Neto, ex-prefeito de Salvador (BA).


Histórico

Os primeiros passos de Rose Modesto na carreira política foram dados entre 2008 e 2014, quando foi eleita vereadora por dois mandatos em Campo Grande e, posteriormente, vice-governadora durante o mandato de Reinaldo Azambuja no período de 2015 a 2018, ambos pelo PSDB. 

Em 2016, Rose tentou o cargo de prefeita na Capital, mas foi derrotada no segundo turno por Marquinhos Trad.

Já na primeira experiência eleitoral, em 2008, Rose foi conduzida pelos eleitores para a Câmara de Vereadores. De acordo com informações de seu site oficial, durante seis anos de atuação no legislativo municipal, Rose apresentou 132 Projetos de Lei nas áreas de educação, assistência social e proteção à mulher.

Em 2018, foi eleita deputada federal, sendo a parlamentar mais votada do estado. No ano de 2022, mudou para o partido União Brasil. 

 

Rose Modesto sonda Verruck e Puccinelli Jr. para serem vice

Antes do anúncio para a prefeitura de Campo Grande, Rose Modesto (União Brasil) vem realizando contatos para escolher o vice em sua chapa.  

Entre os nomes sondados pelo grupo de Rose estão o secretário de Meio Ambiente, Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação, Jaime Verruck (PSD) e também o advogado e professor de Direito, André Puccinelli Jr. (MDB), filho do ex-governador André Puccinelli. 

A tarefa não será fácil, pois estes dois partidos têm, pelo menos em público, tomado rumos distintos ao da pré-candidatura de Rose. Um cacique político de Mato Grosso do Sul, entretanto, disse ao Correio do Estado que já existe uma sondagem neste sentido. 

Quanto a Jaime Verruck, o nome foi discutido com lideranças do PSD, por meio de cúpula. Embora o partido esteja dentro da aliança do pré-candidato Beto Pereira (PSDB), o posicionamento de Rose Modestos nas pesquisas, sempre com mais de dois dígitos, e até mesmo na liderança da preferência do eleitor quando o ex-prefeito André Puccinelli (MDB) não aparece nelas, é o trunfo dos candidatura de Rose. O assédio tem sido forte nos políticos do PSD. 

No caso de André Puccinelli Jr., embora o pai dele apareça liderando as principais pesquisas publicadas até agora - em preferência, mas também em rejeição - o convite seria para “agradar” o ex-governador e ex-prefeito, e tirá-lo das negociações com o PSDB.

Apesar de ser pré-candidato, Puccinelli depende de financiamento para concorrer, e também mantém conversas com o PSDB de Beto Pereira. 

As lideranças que têm apoiado o nome de Rose Modesto para a prefeitura de Campo Grande acreditam que, ou o nome de Jaime Verruck, ou o sobrenome Puccinelli, na chapa dela para a prefeitura, a tornaria uma candidata mais forte ainda para o pleito de outubro próximo. 

O principal argumento dos que defendem a candidatura de Rose Modesto para convencer estes dois possíveis vice em sua chapa são as chances reais de vitória da ex-deputada federal e superintendente da Sudeco, segundo números demonstrados em pesquisas recentes, como a do Instituto Paraná Pesquisas, mas também em levantamentos internos realizados por todos os partidos. 


Quem são os pré-candidatos à prefeitura de Campo Grande? 

Faltando menos de seis meses para as eleições municipais, marcadas para o dia 6 de outubro, a dança das cadeiras continua a todo vapor dentro dos partidos políticos.  
Até o momento, Campo Grande tem seis pré-candidatos à prefeitura de Campo Grande. Alguns nomes são velhos conhecidos da política sul-mato-grossense. 

Até o momento, Campo Grande tem seis pré-candidatos da prefeitura do município. Eles são: 

  • Deputado Federal- Beto Pereira (PSDB)
  • Adriane Lopes (PP)
  • Deputado Federal- Beto Pereira (PSDB)
  • Deputada Federal- Camila Jara (PT) 
  • Vereador André Luiz (PRD) 
  • Ex-governador André Puccinelli (MDB)
  • Rafael Tavares (PL) 

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