Política

PUNIÇÃO

Projeto de Lei quer punir no "bolso" quem for flagrado maltratando animais

PL, de autoria da deputada Rose Modesto (PSDB), obriga os criminosos pagarem pelo resgate e o tratamento veterinária

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Foi apresentado na Câmara Federal o Projeto de Lei 5196/2020, que buscar punir pessoas acusados de maus tratos aos animais. Segundo o texto, de autoria da deputada federal Rose Modesto (PSDB-MS), o projeto obriga o agressor, quando identificado, a pagar pelo resgate do animal e todo o tratamento veterinário que for necessário.

A proposição altera a Lei de Crimes Ambientais, ampliando o rol de punições nos casos de lesões,  ferimentos ou mutilações. De acordo com a parlamentar, o poder público tem poucos recursos ou nem tem condições de resgatar e atender todos os animais maltratados e em situação de risco.  

De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS) existam mais de 30 milhões de animais abandonados no Brasil, algo entre 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Em cidades de grande porte, para cada cinco habitantes há um cachorro. Destes, 10% estão abandonados. No interior, em cidades menores, a situação não é muito diferente.

“A tipificação na lei do crime de maus-tratos é um sinal do crescimento dessa consciência pública. Mas é evidente também que estamos ainda muito longe de uma situação minimamente satisfatória, como indicam as notícias frequentes veiculadas na mídia e as estatísticas oficiais envolvendo animais  agredidos”, enfatizou Modesto.  

Conforme a assessoria da deputada, uma pesquisa do Ibope sobre o assunto apontou que,  92% dos brasileiros já presenciaram maus-tratos, como animais passando fome, sede ou sendo agredidos. Só que  apenas 31% doaram alimentos e 17% denunciaram.  

Para tentar mudar este cenário, o projeto inclui um parágrafo no artigo 32  da Lei 9.605, de 1998, a Lei de Crimes Ambientais, deixando explícita a obrigação do pagamento. Essa punição vai ser aplicada em conjunto com a detenção de três meses a um ano e multa, já previstas. Nos casos de maus tratos a cão e gato a pena é de reclusão de 2 anos a 5 anos, multa e proibição da guarda. Se o animal morrer, a pena aumenta.

Auxílio

Irã aprova passagem de navios de ajuda humanitária no Estreito de Ormuz

Anúncio ocorre em meio ao aumento das tensões na regiã

04/04/2026 22h00

Foto: Divulgação

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O governo do Irã autorizou a passagem de embarcações que transportam bens essenciais e de ajuda humanitária pelo Estreito de Ormuz com destino aos portos iranianos ou que estejam em trânsito no Mar de Omã, informou o ministro da Agricultura do país, Homan Fathi, em carta obtida pela agência de notícias Tasnim.

"Solicita-se que, de acordo com os protocolos emitidos e as coordenações necessárias, sejam fornecidas as instruções adequadas para a travessia dessas embarcações. Além disso, pede-se o envio da lista dos navios relevantes que estejam preparados para atravessar o Estreito de Ormuz, a fim de coordenar as operações", afirma Fathi no documento.

O anúncio ocorre em meio ao aumento das tensões na região do Estreito de Ormuz, onde o navio de transporte de contêiner MSC Ishkiya foi atacado e pegou fogo mais cedo, segundo o comando naval do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês). Os iranianos alegam que a embarcação, que navega sob a bandeira da Libéria, é ligado a Israel.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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Alegação

Defesa de Bolsonaro envia relatórios médicos ao STF que indicam cirurgia no ombro

Ex-predidente está em prisão domiciliar temporária depois que deixou a internação por pneumonia

04/04/2026 21h00

Ex-presidente Jair Bolsonaro

Ex-presidente Jair Bolsonaro Foto: Agencia Brasil

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Os advogados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) enviaram ao Supremo Tribunal Federal (STF) dois pareceres médicos indicando que o ex-chefe do Executivo precisa ser submetido a uma cirurgia no ombro direito. Bolsonaro está em prisão domiciliar temporária depois que deixou a internação por pneumonia. Antes disso, cumpria pena no 19.º Batalhão da Polícia Militar, conhecido como Papudinha, em Brasília.

Em um dos documentos, o fisioterapeuta Kleber Caiado de Freitas informa que o quadro é de "dor intensa" com indicação para tratamento cirúrgico. Segundo ele, Bolsonaro já passou por avaliação ortopédica e realização de exames. "Diante desse contexto, foi indicado o início de acompanhamento fisioterapêutico em fase pré-operatória", diz. Os atendimentos são realizados na residência do ex-presidente desde o dia 30 de março.

"Diante do exposto, conclui-se que o paciente se encontra em fase pré-operatória, com quadro álgico importante e limitação funcional significativa do membro superior acometido, o que, no momento, restringe a progressão para intervenções fisioterapêuticas mais ativas", afirma o fisioterapeuta.

Em outro relatório, o médico Brasil Caiado diz que Bolsonaro apresenta "dores intermitentes no ombro direito", com orientação para manter uso contínuo de analgésicos.

Os laudos foram enviados ao STF a partir de uma exigência do ministro Alexandre de Moraes, de envio regulares de documentos sobre a saúde do ex-presidente. Bolsonaro foi condenado pela Corte em setembro do ano passado a 27 anos e três meses de prisão por tentativa de golpe de Estado.

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