Política

ENCONTRO NO ALVORADA

PSDB pede
que TSE multe Dilma Rousseff

PSDB pede
que TSE multe Dilma Rousseff

FOLHAPRESS

08/03/2014 - 10h32
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O PSDB entrou ontem no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com uma representação contra a presidente Dilma Rousseff e o PT por um encontro realizado pela petista no Palácio da Alvorada com integrantes de sua campanha de reeleição e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O PSDB pede que seja aplicada multa de até R$ 100 mil e ainda que o tribunal proíba, em decisão provisória (liminar), a utilização da residência oficial da Presidência "para atos de campanha eleitoral de caráter público". O argumento do PSDB é de que houve irregularidade no encontro porque o ministro Aloizio Mercadante (Casa Civil) e o chefe de gabinete da presidente, Giles Azevedo, "estavam exercendo função eleitoreira, em detrimento de suas funções públicas", em horário de expediente e que o uso do Palácio da Alvorada para o encontro teve caráter público, o que é vedado pela legislação eleitoral. 

A ação foi motivada pelo encontro da última quarta-feira que contou com o ex-presidente Lula, que chegou ao Palácio da Alvorada por volta das 17h30, Mercadante, Giles, o ex-ministro da Comunicação Social Franklin Martins, o marqueteiro João Santana, o presidente do PT Rui Falcão e Edinho Silva, cotado para ser tesoureiro da campanha. Dilma e Lula posaram para uma foto que foi distribuída pelo Instituto Lula, no Twitter. Segundo relatos, o encontro tratou da insatisfação do PMDB com o PT e o Palácio do Planalto e o destino de Giles, que deve integrar a coordenação da campanha.

Para o PSDB, o uso de residências oficiais é permitido desde que o ato não tenha caráter de ato público. "Excelências, em plena quarta-feira de cinzas, no momento em que todos os brasileiros retomavam seu trabalho, após o feriado de carnaval, a representada e importantes nomes do Partido dos Trabalhadores se reuniam para discutir uma única questão, a reeleição da Presidente Dilma Rousseff", afirma a ação.
 

DataFolha

Para 52%, Trump usa tarifaço para tentar ajudar Flávio Bolsonaro

Entre os eleitores de Flávio, 29% consideram que a medida busca favorecer o senador. Já entre os que declaram voto em Lula, o índice chega a 73%

27/07/2026 07h18

A pesquisa indica que o tema é amplamente conhecido: 63% dos entrevistados afirmam ter conhecimento do tarifaço

A pesquisa indica que o tema é amplamente conhecido: 63% dos entrevistados afirmam ter conhecimento do tarifaço

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Para 52% dos eleitores brasileiros, o tarifaço imposto pelo governo de Donald Trump ao Brasil tem como objetivo ajudar a campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL) à Presidência da República, de acordo com pesquisa DataFolha divulgada nesta segunda-feira, 27. Outros 37% afirmam que a medida não busca favorecer o parlamentar, enquanto 11% dizem não saber.

A percepção varia conforme a preferência eleitoral. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, 29% consideram que a medida adotada por Trump busca favorecer o senador. Já entre os que declaram voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o índice chega a 73%.

A pesquisa também indica que o tema é amplamente conhecido: 63% dos entrevistados afirmam ter conhecimento do tarifaço dos Estados Unidos ao Brasil. Desse total, 25% dizem estar bem informados e 34% se declaram razoavelmente informados.

As novas sobretaxas ganharam relevância no debate político após anúncios do governo americano em julho. Os Estados Unidos comunicaram a imposição de tarifa de 25% sobre produtos brasileiros após uma investigação comercial e, dias depois, acrescentaram uma sobretaxa de 12,5% vinculada a alegações de abusos trabalhistas.

A relação entre a família Bolsonaro e o presidente americano também entrou no centro da discussão. O deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), irmão de Flávio, atuou nos Estados Unidos durante a primeira fase da crise comercial entre os dois países, segundo o levantamento.

O instituto também perguntou aos eleitores quem está correto ao atribuir a responsabilidade pela crise. Para 34%, Lula tem razão ao afirmar que a responsabilidade é de Flávio Bolsonaro. Já 26% concordam com o senador quando ele atribui a culpa ao governo brasileiro. Outros 24% avaliam que nenhum dos dois está certo, enquanto 11% dizem que ambos têm razão. Mais 6% não souberam responder.

Ao serem questionados sobre quem é o principal responsável pela punição comercial imposta pelos Estados Unidos, 35% apontaram Lula. Outros 28% atribuíram a responsabilidade a Trump. Os irmãos Bolsonaro somaram 23% das respostas - 13% para Flávio e 10% para Eduardo. Já 10% não souberam responder.

Sobre a reação do Brasil, 74% dos entrevistados defendem que o País negocie uma solução para a crise comercial com os Estados Unidos. Outros 17% consideram que o governo brasileiro deveria retaliar os americanos na mesma proporção. Apenas 2% afirmam que o Brasil deveria aceitar as tarifas impostas por Washington.

O levantamento ouviu 2.004 pessoas com 16 anos ou mais nos dias 22 e 23 de julho. A margem de erro é de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos.

*Conteúdo elaborado com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.
 

empate técnico

Lula tem 47% e Flávio 43% no segundo turno, diz BTG/Nexus

Na pesquisa anterior, de 13 de julho, Lula também registrou 47% e Flávio Bolsonaro 44%, um ponto porcentual a mais do que na mostra desta segunda

27/07/2026 07h10

Pesquisa feita entre os dias 24 e 26 de julho mostra que cenário da disputa entre Lula e Flávio segue estável

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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) seguem tecnicamente empatados, no limite da margem de erro, em um eventual 2º turno das eleições presidenciais, de acordo com pesquisa BTG/Nexus divulgada nesta segunda-feira, 27. O petista, contudo, está numericamente à frente.

De acordo com o levantamento, Lula registra 47% das intenções de voto, enquanto Flávio alcança 43%, esses são os mesmos percentuais da pesquisa de 29 de junho. Na pesquisa anterior, de 13 de julho, Lula também registrou 47% e Flávio Bolsonaro 44%, um ponto porcentual a mais do que na mostra desta segunda. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 9%. Já os eleitores que afirmaram não saber são 1%.

Na pesquisa agora divulgada, numa eventual disputa contra Romeu Zema (Novo) no 2º turno, o cenário também é de empate técnico, levando em conta a margem de erro de 2 pp. Lula teria hoje 46% e o ex-governador mineiro 42%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 11%, enquanto os que não sabem são 1%. Na pesquisa de 13 de julho, o presidente venceria o ex-governador de Minas Gerais por 47% a 40%.

No cenário contra Ronaldo Caiado (PSD), o cenário também é de empate técnico, com Lula pontuando 45% e o ex-governador de Goiás 43%. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 10%. Eleitores que não sabem são 2%. Na pesquisa de 13 de julho, na simulação de 2º turno, Lula liderava com 47% e o ex-governador de Goiás registrava 38%.

Quando o candidato da oposição é o ativista Renan Santos (Missão), Lula seria reeleito por 47% a 39%, se a eleição fosse realizada hoje. Brancos, nulos ou nenhum dos candidatos somam 13%. Eleitores que não sabem são 2%. Na pesquisa de 13 de julho, na simulação de 2º turno, Lula também liderava com 49% e Renan tinha 35%.

A Nexus ouviu 2.004 entrevistados, com 16 anos ou mais, por telefone, de 24 a 26 de julho. A margem de erro é de 2 p.p., para mais ou para menos, com um nível de confiança de 95%. A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR-01489/2026.

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