Política

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Tecnologia anti-idade

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Redação

23/03/2010 - 07h57
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Qual é a mulher que não sonha com uma pele mais lisa, livre das indesejáveis rugas e do envelhecimento precoce? Pesquisas na área não faltam e a mais recente rendeu à Avon o lançamento da linha Renew Reversalist – para mulheres a partir dos 35 anos que desejam reverter o aparecimento de rugas – e que contém em sua fórmula a exclusiva tecnologia Activinol. Ao estudar a ação de uma proteína da pele, a Activin A, os cientistas da empresa descobriram que ela está envolvida no mecanismo de regeneração da derme e da epiderme quando ocorrem traumas e machucados. Verificaram, também, que seu papel é estimular três processos extremamente importantes para que a pele recupere sua qualidade: a síntese de colágeno, a síntese de elastina e a renovação celular. Surgiu, então, a ideia de criar um mix de ativos – batizado pela Avon de Activinol – que incrementasse o trabalho da proteína, fazendo com que esses efeitos todos tivessem maior rapidez com o uso do produto. A nova linha vem sendo classificada como revolucionária pela marca, que fez pesquisas com mais de 800 consumidoras e obteve resultados muito expressivos – com o uso do soro, que é o mais potente entre os itens, 78% das mulheres garantiram que a pele ficou mais firme. Esse fluido poderoso pode ser usado sozinho ou, com maior vantagem, incorporado aos dois outros cremes. Ao todo, foram ci nco anos de pesquisas, que envolveram mais de 300 cientistas e 2,5 mil testes nos laboratórios da Avon em Suffern, para descobrir um interessante mecanismo da pele. “Quando existe uma ferida na pele entra em ação a molécula Activin A, que estimula o nascimento de pele nova para curar a ferida”, explicou Anthony Gonzalez. “Com a idade, esse processo de reparação da pele vai ficando mais lento, e isso está relacionado às rugas”, acrescentou. Sim, porque rugas não deixam de ser microdanos da pele. Então, a ideia por trás do Reversalist é fazer essa molécula trabalhar e, consequentemente, trazer uma pele nova. A tecnologia desenvolvida pela Avon já tem uma patente e espera a aprovação de mais duas. A linha estará à disposição das consumidoras apenas em maio. Como usar A linha é composta de quatro produtos: espuma de limpeza, hidratante para o dia com FPS 25, hidratante noturno e sérum, no qual está a maior concentração de Activinol. A ideia é usar o sérum antes do hidratante, já que a pele precisa se renovar mas também ser hidratada. “É um regime simples e eficaz de cuidados para a pele”, explicou Gonzalez, que também reforçou a importância de usar um produto com filtro solar todos os dias. “É mais fácil evitar que seu carro bata do que ter que arrumar ele inteiro na oficina”, comparou. “Renew Reversalist estabelece um marco na história do segmento cosmético anti-idade. Com esse lançamento comemoramos quase duas décadas de criação da linha Renew, sendo 17 anos de comercialização no Brasil e mantemos o compromisso de oferecer a mais avançada tecnologia aos consumidores”, destacou Luis Felipe Miranda, presidente da Avon Brasil. Baseado em ensaio in vitro A ligação do estímulo da Activin A com o aumento das funções de reparo vitais da pele é uma importante descoberta na abordagem do tratamento de sinais visíveis de envelhecimento. “Como as rugas são resultados da evolução dos microdanos, descobrimos como potencializar a habilidade de reparação da pele e desenvolvemos a tecnologia Activinol, a partir de uma exclusiva combinação de ingredientes naturais”, explica Robert Kalafsky, cientista e vice-presidente de Cuidados da Pele e Cuidados Pessoais, do Centro Global de Pesquisa e Desenvolvimento da Avon, nos Estados Unidos. Esta revolucionária descoberta da Avon sobre a biologia do envelhecimento da pele foi apresentada a pesquisadores e dermatologistas no 10th International Congress on Dermatology, em Praga, República Tcheca, e no Annual Meeting of the Society for Investigative Dermatology, em Montreal, Canadá, causando impacto na comunidade científica mundial.

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Pollon apresenta atestado e julgamento no Conselho de Ética é adiado

Advogado designado pela Câmara para defender o deputado sul-mato-grossense desistiu de representá-lo em julgamento sobre ocupação da Mesa Diretora e ofensas a Hugo Motta

12/12/2025 15h30

Deputado federal Marcos Pollon

Deputado federal Marcos Pollon Foto: Divulgação / Câmara dos Deputados

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A ameaça ao advogado designado pela Câmara dos Deputados e a apresentação de atestado médico pelo deputado Marcos Pollon (PL) adiou mais uma vez o julgamento dele no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar. Em reunião do colegiado na manhã de hoje (12) as testemunhas agendadas não foram ouvidas após aliados argumentarem que a ausência do parlamentar impediria os trabalhos.

Foram mais de duas horas e meia de debates sem que nenhuma das nove pessoas previstas na pauta dessem o seu depoimento sobre a ocupação da Mesa Diretora e ofensas ao presidente da Casa, Hugo Motta, em agosto deste ano, até que o vice-presidente do colegiado, Delegado Marcelo Freitas (União-MG), que comandou os trabalhos, encerrou a reunião após o advogado designado pela Casa para defender Pollon dizer que não o representaria. 

Clebson Gean da Silva tomou essa decisão após falar pelo celular com o deputado sul-mato-grossense e foi ameaçado de processo.

“Eu aqui estou sobre autoridade da Casa e do advogado chefe. Eu recebi orientação para seguir as prerrogativas da advocacia e manifestar realmente que não tenho condições de continuar na defesa do representado. O representado me ligou me ameaçando de representação. Eu creio que no exercício do serviço público da função de advogado da Casa, não vou ficar submetido a uma ameaça desse jaiz", declarou ao ser questionado pela segunda vez se teria condições de defender Pollon.

Pouco antes ele disse que o fato de não ter conversado com o parlamentar poderia comprometer a defesa.

O advogado foi designado pela Casa após renúncia do representante de Pollon. Trata-se de um advogado ad hoc que fica à disposição do colegiado, exatamente para assumir temporariamente a parte que aparecer sem defesa.

Este argumento foi usado após não prosperar as justificativas de alguns parlamentares presentes e de Marcel van Hattem (Novo-RS), que responde pela mesma acusação, de que a reunião deveria ser suspensa pelo fato de Pollon estar afastado por nove dias por decisão médica. Foram citados trechos do Regimento Interno, legislação nacional e até acordos internacionais para tentar barrar o andamento dos trabalhos.

Logo no começo da reunião Van Hattem apresentou um requerimento para interromper as oitivas, mas Freitas não acatou o pedido alegando que estava embasado no regimento interno por isso ouviria as testemunhas, destacando que não se encontravam prejudicados os princípios do contraditório e que todos teriam direito a ampla defesa, “presentes ou não” na reunião.

Mesmo com a recusa, por diversas vezes o parlamentar gaúcho e outros deputados insistiram que os trabalhos deveriam ser interrompidos pela ausência de Pollon. Todas às vezes Freitas negou o pleito.

O deputado sul-mato-grossense apresentou o atestado após passar mal na reunião do colegiado de ontem, quando os trabalhos foram suspensos depois de ser retirada da sala do colegiado e ser atendido pelo departamento médico da Casa.

Pollon responde processo por se sentar na cadeira do vice-presidente da Câmara e por ofensas contra o presidente da Câmara, que tem como punição prevista 90 dias de suspensão. Respondem em conjunto van Hattem e Zé Trovão (PL-SC).

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Vereador critica falta de medicamentos em postos de saúde de Campo Grande

Ausência de comando na Sesau foi cobrada para resolver a situação dos insumos

12/12/2025 15h00

Divulgação Câmara Municipal de Campo Grande

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A falta de medicamentos essenciais voltou a ser tema na Câmara Municipal de Campo Grande, assim como a ausência de alguém à frente da Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), que está sem titular há 98 dias.

Como acompanhou o Correio do Estado, após reclamações da população, a secretária de Saúde, Rosana Leite, foi exonerada no dia 5 de setembro de 2025.

Durante sessão na Câmara Municipal de Campo Grande, o vereador Ronilço Guerreiro (Podemos) cobrou da Prefeitura uma solução para a falta de remédios e destacou a importância de um nome à frente da pasta.

O vereador pontuou que é inadmissível que faltem itens básicos, como dipirona, utilizada para alívio de dor e febre nos centros de saúde.

“Não podemos permitir que a saúde básica da nossa cidade falhe dessa forma. O cidadão que procura atendimento não pode ser penalizado pela falta de gestão”, afirmou Ronilço.

Para o vereador, a ausência de um novo secretário tem gerado um “vácuo de autoridade”, o que acaba acarretando falta de uma coordenação eficaz com planejamento para estancar o problema.

“É fundamental que a Secretaria tenha um comando forte e capaz de organizar as ações, promover a melhoria do atendimento e garantir o fornecimento contínuo de medicamentos. A saúde não pode ser tratada como algo secundário, ela é prioridade”, destacou.

Atendimento

Além da falta de medicação, Ronilço pontuou a demora no atendimento da população, que enfrenta filas ou até dias de espera para conseguir uma consulta médica.

“O atendimento médico de qualidade não pode ser um luxo. Precisamos garantir que todas as unidades de saúde tenham profissionais capacitados para atender a população, exames rápidos, sem que haja sobrecarga nas unidades”, afirmou.

No entendimento do vereador, a situação é um problema estrutural que necessita de uma gestão eficiente e deve ser prioridade do Executivo Municipal.

“O que falta é gestão, é o uso correto dos recursos. O dinheiro está disponível; o que precisamos é de uma gestão eficiente, que saiba aplicar os recursos onde realmente é necessário”, disse Ronilço, e completou:

“A nomeação de um secretário de Saúde com urgência é uma das primeiras medidas que devemos tomar para recuperar o sistema. A saúde de Campo Grande é um direito da população, e o poder público precisa dar resposta a isso de forma imediata”.

Falta de insumos

Nesta semana, por meio de nota, o Conselho Regional de Medicina de Mato Grosso do Sul (CRM-MS) apontou a falta de abastecimento de medicamentos e insumos básicos nas Unidades de Pronto Atendimento (Upas) e nos Centros Regionais de Saúde (CRS).

O CRM-MS informou que realizou fiscalização nas unidades de saúde e verificou estoque baixo ou ausência total de medicamentos básicos e insumos fundamentais, como:

  • luvas;
  • lençóis;
  • cânulas;
  • entre outros materiais essenciais.

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