Política

BINACIONAL

TRF-4 derruba liminar e Marun voltará ao Conselho de Itaipu

Ele estava afastado do cargo desde março deste ano

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Desembargadores da 3ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4ª Região (TRF-4) derrubaram decisão liminar e reintegraram o ex-deputado federal e ex-chefe da Secretaria de Governo de Michel Temer, Carlos Marun, ao conselho da Itaipu Binacional. Nomeação havia sido suspensa no dia 25 de março deste ano, por decisão do desembargador Rogério Favreto, mas decisão foi derrubada na tarde de hoje (3).

Marun foi nomeado para o conselho da Itaipu no dia 31 de dezembro de 2018, pelo então presidente Michel Temer. Ação popular para impedir a nomeação foi impetrada pelo advogado Rafael Evandro Fachinello e apoiada pelo Ministério Público Federal (MPF), alegando que a nomeação fere o artigo 17,  parágrafo 2º, da Lei das Estatais, que dispõe que ministros não podem participar de conselhos de administração de estatais. 

Em primeira instância, o pedido de liminar foi negado porque a gestão de Itaipu é dividida com o Paraguai. Ao analisar o pedido de tutela antecipada no recurso, desembargador concordou com os argumentos apontados no requerimento para conceder a liminar.

Na análise de agravos de instrumentos, presidente da turma afirmou, em seu voto, que não há ilegalidade na nomeação, devido a haver um tratado internacional, devendo ser aplicada a Lei das Estatais e não a legislação interna.

Marun disse ao Correio do Estado que, com a derrubada da liminar, ele volta a ocupar o cargo nesta quarta-feira (4).

“Retornamos a situação anterior, eu não preciso tomar posse de novo e o ato de posse não foi suspenso, em nenhum momento deixou de existir e a partir de amanhã volto a receber documentação de análise de Itaipu e na sequência participou da próxima reunião do conselho”, disse.

O conselheiro disse ainda que irá até Itaipu conversar com o diretor-geral, se inteirar das questões que ocorreram no período em que esteve afastado, acrescentando que ficou bem “inteirado” dos assuntos relacionados a ponte Brasil-Paraguai.

“É importante que eu volte a atuar nesse conselho nesse momento que devemos consolidar a conquista que foi a decisão de Itaipu de bancar essa ponte Bioceânica, que vai permitir a união do Pacífico e do Atlântico por MS, que vai trazer um novo momento para a economia do nosso Estado”, concluiu.

política

Onze governadores renunciam para disputar eleições de outubro

Primeiro turno das eleições será em 4 de outubro

05/04/2026 15h01

Primeiro turno das eleições será no dia 4 de outubro

Primeiro turno das eleições será no dia 4 de outubro Agência Brasil

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O prazo para agentes públicos que vão participar das eleições deixarem seus cargos terminou neste sábado (4). A regra é chamada de desincompatibilização e vale para governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem se candidatar no pleito de outubro.

Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram suas funções para disputar outros cargos.

Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou, na semana passada, que é pré-candidato à Presidência da República. Romeu Zema (Novo-MG) também deixou o cargo após dois mandatos consecutivos e sinalizou que deve ser candidato à Presidência, mas ainda não formalizou sua pré-candidatura.

Nove governadores saíram o cargo e pretendem disputar uma vaga no Senado. São eles:

  • Gladson Cameli (PP-AC)
  • Wilson Lima (União-AM)
  • Ibaneis Rocha (MDB-DF)
  • Renato Casagrande (PSB-ES)
  • Mauro Mendes (União-MT)
  • Helder Barbalho (MDB-PA)
  • João Azevêdo (PSB-PB)
  • Antonio Denarium (PP-RR).

O ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) também renunciou ao mandato para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, Castro foi condenado, no mês passado, à inelegibilidade até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, ele deverá disputar o cargo sub judice.

Reeleição

Nove governadores vão disputar a reeleição e podem continuar nos cargos: Clécio Luís (União-AP); Jerônimo Rodrigues (PT-BA); Elmano de Freitas (PT-CE); Eduardo Riedel (PP-MS); Raquel Lyra (PSD-PE); Rafael Fonteles (PT-PI); Jorginho Mello (PL-SC); Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) e Fábio Mitidieri (PSD-SE).

De acordo com a legislação eleitoral, políticos não precisam deixar os cargos no Poder Executivo se pretendem disputar o segundo mandato.

Ficam no governo

Sete govenadores decidiram completar o mandato e não renunciaram para disputar algum cargo nas eleições. Eles já cumpriram dois mandatos consecutivos. São eles: Paulo Dantas (MDB-AL); Carlos Brandão (Sem partido-MA); Ratinho Junior (PSD-PR); Fátima Bezerra (PT-RN); Eduardo Leite (PSD-RS), Marcos Rocha (PSD-RO) e Wanderlei Barbosa (Republicanos-TO).

Eleições

O primeiro turno das eleições será em 4 de outubro, quando 155 milhões de eleitores estarão aptos a elegerem o presidente da República, o vice-presidente, governadores e deputados estaduais, federais e distritais.

O segundo turno poderá realizado, no dia 25 de outubro, para os cargos de presidente e govenador se nenhum dos candidatos obtiver mais da metade dos votos válidos, que excluem os brancos e nulos, no primeiro turno.

Auxílio

Irã aprova passagem de navios de ajuda humanitária no Estreito de Ormuz

Anúncio ocorre em meio ao aumento das tensões na regiã

04/04/2026 22h00

Foto: Divulgação

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O governo do Irã autorizou a passagem de embarcações que transportam bens essenciais e de ajuda humanitária pelo Estreito de Ormuz com destino aos portos iranianos ou que estejam em trânsito no Mar de Omã, informou o ministro da Agricultura do país, Homan Fathi, em carta obtida pela agência de notícias Tasnim.

"Solicita-se que, de acordo com os protocolos emitidos e as coordenações necessárias, sejam fornecidas as instruções adequadas para a travessia dessas embarcações. Além disso, pede-se o envio da lista dos navios relevantes que estejam preparados para atravessar o Estreito de Ormuz, a fim de coordenar as operações", afirma Fathi no documento.

O anúncio ocorre em meio ao aumento das tensões na região do Estreito de Ormuz, onde o navio de transporte de contêiner MSC Ishkiya foi atacado e pegou fogo mais cedo, segundo o comando naval do Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC, na sigla em inglês). Os iranianos alegam que a embarcação, que navega sob a bandeira da Libéria, é ligado a Israel.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado.

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