Política

propaganda irregular

TSE barra página no Facebook de Aécio Neves

TSE barra página no Facebook de Aécio Neves

acritica

15/03/2014 - 10h30
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou a imediata retirada do ar de uma página no Facebook favorável ao pré-candidato do PSDB à Presidência, senador Aécio Neves. Ao atender a pedido do Ministério Público Eleitoral, o ministro Humberto Martins entendeu que há elementos no perfil “Aécio Neves Presidente 2014” que apontam para uma campanha fora de época em favor do tucano. A liminar, concedida na noite de quinta-feira, ainda não foi cumprida e a página continuava no ar até ontem.

Procurado, o Facebook informou apenas que não comenta casos específicos. É a segunda vez que a Corte decide retirar do ar uma página do Facebook relacionada um provável candidato ao Palácio do Planalto. Há duas semanas, também por provocação do MP Eleitoral, o ministro Admar Gonzaga derrubou a página “Eduardo Campos Presidente” pelos mesmos motivos.

Na representação, o vice-procurador-geral Eleitoral, Eugênio Aragão, argumenta que a página enaltece a pessoa e a imagem de Aécio, levando aos eleitores o conhecimento da sua candidatura antes do prazo legal do início da campanha, dia 6 de julho. Dessa forma, a página “desequilibraria” a disputa entre os potenciais candidatos.

Para Aragão, é inequívoco o conhecimento de Aécio Neves quanto à propaganda irregular, mesmo ressalvando que, inicialmente, é impossível comprovar a responsabilidade dele pela divulgação. Isso porque as postagens feitas pela página contam com material de propaganda oficial do PSDB, com inúmeras divulgações de atos do partido e de posts do Facebook oficial de Aécio. Na decisão, o ministro do TSE disse que a página não está restrita àqueles que se cadastram e são autorizados a seguir o perfil, mas pode ser acessada por qualquer internauta.

Entre as mensagens, constam comentários elogiosos ao tucano: “Acredito em você Aécio. Esse é o caminho! Estou com você"; “Aécio se consolida como o candidato mais forte da oposição ao governo Dilma"; e “Queremos Aécio Neves Presidente”. “Ademais, as postagens realizadas são instantaneamente copiadas para as páginas dos seguidores e, possivelmente, replicadas para tantas outras. Destarte, se não tomada providência de imediato, os conteúdos postados tendem a se multiplicar e alcançar cada vez mais eleitores”, afirmou o ministro, ao determinar a retirada do conteúdo da rede virtual.

Eleições 2026

Ministro do TSE proíbe suspensão do canal Exército do Lula

Campanha do PT apresentou mandado de segurança preventivo à Corte

23/10/2026 14h51

Canal Exército do Lula

Canal Exército do Lula Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil

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O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), decidiu nesta sexta-feira (23) que o canal Exército do Lula não poderá ser suspenso ou restringido novamente pela Corte. Segundo o ministro, somente o plenário pode decidir sobre eventual suspensão do canal.

"A partir do momento em que afetada a matéria ao colegiado, toda e qualquer decisão monocrática sobre o mesmo tema, notadamente às de natureza administrativa, padece de grave e incontornável vício de competência", completou Floriano.

O ministro tomou a medida após a campanha do candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apresentar um mandado de segurança preventivo ao TSE.

Ontem (22), o presidente do tribunal, Kassio Nunes Marques, atendeu ao pedido feito pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) e determinou um pente-fino nas publicações do canal, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG). O canal tem quase 9,6 milhões de inscritos.

Floriano de Azevedo Marques explicou na decisão que a intenção de Flávio é suspender as atividades do canal, embora o pedido não seja expresso na petição em que solicitou o pente-fino.

Segundo o ministro, o presidente do TSE não pode determinar a eventual suspensão do canal ao analisar administrativamente se o acordo de integridade do processo eleitoral está sendo cumprido. As regras foram assinadas pelas plataformas que operam as redes sociais.

"Não há espaço interpretativo para que a atuação administrativa de fiscalização do plano de conformidade resulte em sanções diretas a candidatos, partidos e coligação – e muito menos a pessoas naturais não participantes do pleito", afirmou.

Entenda o caso

No dia 11 de outubro, Kassio Nunes Marques também atendeu à campanha de Flávio e mandou suspender o canal, sob o argumento de que houve replicação de conteúdos que já foram "considerados inverídicos” pelo tribunal, como postagens que indicaram que o candidato do PL seria favorável à retirada do título de Nossa Senhora Aparecida.

Em seguida, o corregedor-geral eleitoral, ministro Ricardo Vilas Bôas Cuêva, derrubou a decisão de Kassio e disse que a liminar foi protocolada na presidência do TSE 41 minutos após sua decisão que rejeitou a suspensão do canal.

Posteriormente, Kassio voltou atrás e liberou o funcionamento após o canal ser registrado oficialmente no TSE.

Eleições 2026

Eleitores podem consultar local de votação para o 2º turno neste domingo

E-Título reúne dados e pode ser usado como documento oficial, desde que tenha a fotografia do eleitor

23/10/2026 13h49

TRE-MS foi alvo de investigação do TCU, que depois passou a averiguar outros tribunais do País

TRE-MS foi alvo de investigação do TCU, que depois passou a averiguar outros tribunais do País Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Os eleitores de Mato Grosso do Sul podem consultar informações sobre a votação pelo e-Título, aplicativo que também pode ser usado como documento de identificação no dia do segundo turno, neste domingo (25), desde que tenha a fotografia do eleitor.

Por isso, o Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul (TRE-MS) orienta que o aplicativo seja baixado com antecedência para que o eleitor confira seus dados. Caso a foto não apareça no e-Título, será necessário apresentar outro documento oficial com foto para votar.

Além disso, o aplicativo permite consultar o local de votação, verificar a situação eleitoral, emitir certidões, consultar eventuais débitos e acessar o histórico de justificativas.

Justificativa pelo celular

Quem deixar de votar poderá justificar a ausência pelo aplicativo no próprio dia da eleição. O recurso pode ser utilizado por eleitores que estiverem em município diferente daquele onde possuem domicílio eleitoral. O aplicativo utiliza a geolocalização para confirmar a localização do usuário e, nesse caso, não é necessário apresentar um documento que comprove a ausência.

O e-Título é gratuito e está disponível para aparelhos smartphones e tablets com sistemas Android e iOS.

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