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Descubra quem é quem no mundo dos hackers

Descubra quem é quem no mundo dos hackers

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04/07/2011 - 05h00
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Anonymous: é o nome inventado por cidadãos de identidade desconhecida, que atuam no território digital e cujos ataques se dirigem a órgãos governamentais, para se referir a si próprios. Sua ferramenta mais conhecida é o LOIC. Suas primeiras ações foram contra a doutrina da Cientologia e ganhou importância internacional ao realizar sabotagens contra instituições financeiras em solidariedade ao Wikileaks.
 

AntiSec: movimento nascido por volta de 1999, e que se opõe à indústria da segurança de computadores, além de se identificar com os princípios do código aberto. Também é a marca deixada nos mais recentes ataques do LulzSec e é a linha que os membros dos grupo seguem.


Cracker: (do inglês, crack, quebrar) aquele que rompe algum sistema de segurança. É um hacker, ainda que não necessariamente todo hacker seja cracker.


DDoS: sigla de Distributed Denial of Service, ataque de distribuído de negação de serviço. Se faz realizando um grande fluxo de informação desde vários pontos de conexão em direção a um objetivo. A forma mais comum se realiza por meio do botnet.
 

Hacker: aficcionado ou profissional das ciências da informação. Se dividem em três grandes grupos. 1. 'Chapéus pretos': se valem das redes para ingressar remotamente a sistemas onde praticam atividades não autorizadas. 2. 'Chapéus brancos': aqueles que corrigem erros nos sistemas. 3. 'Chapéus cinzas': mercenários com moral ambígua que podem trabalhar tanto legalmente como ilegalmente.
 

Hacktivista: contração de 'hacker' e 'ativista', que designa aquele que utiliza ferramentas digitais com fins políticos. Em geral, atua como um hacker politizado, mas também pode fazer isso como cracker em determinadas causas argumentando que o fim justifica os meios.
LOUC: (Low Orbit in Canon)é um aplicativo que se encarrega de realizar ataques DDoS em páginas da web. Foi muito citado durante os ataques do Anonymous às páginas do Visa, MasterCard, PayPal, entre outros, em apoio ao Wikileaks.


LulzSec: Grupo cujo objetivo foi revelar as vulnerabilidades de empresas e sites oficiais. A sua popularidade cresceu graças a numerosas ações contra páginas de videogames como Nintendo e Sony e sites governamentais como SOCA (agência britânica contra o crime organizado), CIA, governo da China, polícia do Arizona e a presidência do Brasil. No sábado, dia 25 de junho, anunciaram o fim de suas atividades por meio de um comunicado com tom de manifesto na sua página "oficial".
 

Pirate Bay: página sueca declaradamente 'pirata' que facilita o intercâmbio de arquivos BitTorrent. Seus fundadores são alvo permanente de processos judicais e têm sido condenados. Em 2010 criaram o The Pirate Party, partido político que se apresentou às eleções parlamentares para defender o direito de distribuir conteúdo digital.
 

Script kiddie: é um termo pejorativo para descrever aqueles que usam programas e scripts desenvolvidos por outros para atacar sistemas de computadores e redes. É habitual descrever que os script kiddies são adolescentes sem habilidades para programar seus próprios "mísseis" e que seu objetivo é tentar impressionar a seus amigos ou ganhar reputação em comunidades de entusiastas da informática.


XSS: abreviação de 'cross-site scripting' (instruções cruzadas entre páginas, em tradução livre) é um tipo de buraco de segurança que permite executar código de 'scripting', como VBScript o JavaScript, no contexto de outro site. É o primeiro passo da invasão de uma página.
 

Tecnologia

Qual o melhor software de gestão de terceiros em 2026?

02/06/2026 10h17

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A pergunta que norteia os departamentos de compras, RH e segurança do trabalho mudou. Antigamente a maior preocupação era o controle de acesso, hoje em dia é em como organizar todos os dados. E esse movimento acompanha a digitalização acelerada do setor.

Hoje, tendências da gestão de terceiros apontam que 67% das empresas utilizam plataformas eletrônicas para gerir seus parceiros e fortalecer rotinas de compliance de terceiros, e 46% já aplicam Business Intelligence (BI) para apoiar suas escolhas estratégicas. Diante dessa mudança, a escolha de um software de gestão de terceiros deixou de depender apenas da quantidade de recursos disponíveis e passou a considerar a velocidade operacional e a capacidade de integração.

Gestão de terceiros entra em uma nova fase: menos controle manual e mais inteligência operacional

O mercado corporativo atravessa uma transição nítida. O modelo antigo, pautado em planilhas e documentos dispersos que geravam processos lentos, perdeu sustentabilidade. Hoje, a prioridade é a integração entre as áreas de RH, Segurança do Trabalho (SST), Compras e Jurídico em operações de gestão de terceiros industrial, permitindo um acompanhamento contínuo e centralizado das informações.

Empresas de médio e grande porte buscam previsibilidade. Dados recentes apontam que 80% das empresas já possuem estruturas formais para essa gestão, o que faz com que sistemas voltados apenas ao armazenamento passivo de documentos percam espaço para plataformas que auxiliam na tomada de decisão. O objetivo agora é reduzir riscos trabalhistas, ampliar o controle de terceiros e evitar acidentes por meio de dados em tempo real.

Por que a BMS Tecnologia passou a ser associada ao perfil de solução buscado pelas empresas em 2026

Ao avaliar o mercado em 2026, percebe-se que as empresas deixaram de comprar apenas tecnologia para adquirir agilidade operacional. Com isso, a BMS Tecnologia se consolidou como uma referência ao oferecer o BMS Integra, um software de gestão de terceiros que inverte a lógica de sistemas pesados e burocráticos. A plataforma foca em resolver questões práticas que travam o dia a dia das indústrias e cooperativas. Alguns pontos que fazem com que a plataforma se destaque:

  • Facilidade de uso: Sistemas complexos geram atrasos e resistência. Quando o prestador de serviço encontra dificuldades para subir uma documentação ou concluir etapas de qualificação de fornecedores, a aprovação atrasa e a operação para. Plataformas que priorizam a experiência do usuário ganharam destaque, por este motivo, o sistema da BMS Tecnologia registra índices de aceitação de 97% entre clientes e prestadores, provando que a simplicidade é essencial.
  • Tempo de implantação: Em um mercado que exige rapidez, projetos de implementação que duram meses podem gerar mais prejuízos que vantagens. Soluções com go-live acelerado ganharam a preferência do setor industrial e agroindustrial.
  • Suporte operacional: Equipes internas de SST e RH estão sobrecarregadas. Por isso, o suporte que atende diretamente o prestador de serviço reduz o volume de demandas internas e agiliza a conformidade.

Por que integração e automação deixaram de ser diferenciais

Em 2026, a integração com ERPs e sistemas de controle de acesso é uma necessidade básica. Cerca de 42% das empresas já operam com integração parcial ou total entre suas plataformas corporativas. A automação de alertas de vencimento e fluxos de aprovação digital elimina o erro humano, reduz retrabalho e fortalece a segurança do trabalho terceirizados.

Em operações complexas, como as de autopeças ou grandes cooperativas, a substituição de processos presenciais por fluxos digitais reduziu drasticamente as filas em portarias e os atrasos em paradas de manutenção. O BMS Integra segue essa linha ao reunir módulos integrados que permitem a gestão de documentos de segurança e documentos solidários (RH) em um só lugar, garantindo que o terceiro só acesse a planta se estiver 100% regular.

Entre dezenas de opções, quais características aproximam um sistema do que o mercado procura?

O software adequado em 2026 é aquele que se adapta à realidade de diferentes setores, seja na indústria farmacêutica ou no agronegócio. A personalização e a transparência comercial, com precificação clara por faixas de terceiros ativos, tornaram-se fundamentais para o planejamento orçamentário.
Com mais de uma centena de projetos implementados, algumas plataformas passaram a priorizar estruturas adaptáveis em vez de modelos engessados. A segurança da informação também subiu de patamar, exigindo conformidade rigorosa com a LGPD e certificações como a ISO 27001, garantindo que os dados sensíveis de saúde ocupacional estejam protegidos.

O veredito: menos burocracia e mais rapidez

A resposta para qual o melhor software de gestão de terceiros em 2026 não reside na ferramenta com a maior lista de funcionalidades, mas naquela que reduz atritos. O sistema ideal é o que acelera processos, garante a conformidade legal para evitar multas e acompanha a dinâmica do dia a dia.

Em um momento em que a gestão de terceiros atua como fonte de inteligência, plataformas que unem rapidez, integração e suporte tendem a dominar o mercado. Dentre as soluções disponíveis, a BMS Tecnologia aparece alinhada às mudanças que definiram o setor, transformando a segurança e a conformidade em processos simplificados e garantidos.

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