Tecnologia

Tecnologia

Essa atualização do Instagram pode colocar sua vida em risco

Muita gente ainda não percebeu isso

Continue lendo...

O Instagram agora pode acessar e exibir sua localização exata em tempo real no mapa, mesmo sem seu conhecimento.

Com a função Localização Precisa ativada, qualquer pessoa pode descobrir onde você mora, onde treina, onde trabalha e até sua rotina completa — tudo isso com base nas suas postagens.

Isso representa uma ameaça real à sua segurança física, principalmente em grandes centros urbanos.

Você pode resolver isso em menos de 1 minuto e impedir que sua localização seja exposta.

Veja como desativar a função agora mesmo:

iPhone:

  1.  Ajustes → Privacidade e Segurança → Serviços de Localização
  2.  Toque em Instagram
  3.  Marque “Nunca”
  4.  Desative também a Localização Precisa

Android:

  1.  Configurações → Localização → Permissões do app
  2.  Escolha Instagram
  3.  Marque “Negar”

AÇÃO
Agora o Instagram não terá mais acesso à sua localização em tempo real.

Sua Privacidade em Risco: O Instagram e a Localização Precisa

Em um mundo cada vez mais conectado, a linha entre o que é público e o que é privado se torna tênue. Nossos smartphones, com sua infinidade de aplicativos, são verdadeiros portais para nossa vida, e a forma como gerenciamos as permissões desses apps pode ter um impacto direto na nossa segurança.

Recentemente, uma funcionalidade do Instagram, a Localização Precisa, acendeu um alerta importante sobre a exposição de dados pessoais e a necessidade de estarmos sempre atentos.

Imagine que cada foto ou vídeo que você posta no Instagram possa revelar não apenas o local onde você está naquele momento, mas também a sua rotina diária, seus hábitos e até mesmo o endereço da sua casa ou trabalho.

Com a Localização Precisa ativada, é exatamente isso que pode acontecer. O que parece ser uma ferramenta inofensiva para marcar lugares pode se transformar em um mapa detalhado da sua vida, acessível a qualquer pessoa que tenha acesso às suas postagens.

Os Perigos Invisíveis da Exposição da Localização

A exposição da sua localização em tempo real, ou de forma muito precisa, pode trazer riscos que vão muito além da simples falta de privacidade. Em grandes centros urbanos, onde a segurança é uma preocupação constante, essa informação pode ser usada por pessoas mal-intencionadas para:

  •  Monitorar sua Rotina: Criminosos podem acompanhar seus horários de entrada e saída de casa, do trabalho ou da academia, facilitando ações como roubos e assaltos.
  •  Identificar Locais Vulneráveis: Ao saber onde você está, é possível inferir quando sua casa está vazia, tornando-a um alvo fácil.
  •  Facilitar Perseguições e Assédio: A localização precisa pode ser usada por stalkers ou pessoas com intenções maliciosas para rastrear seus movimentos e te abordar em locais específicos.
  •  Expor Pessoas Próximas: Se você posta fotos com amigos ou familiares, a localização deles também pode ser inferida, colocando-os em risco indiretamente.

É fundamental entender que, mesmo que seu perfil seja privado, a cada nova permissão concedida a um aplicativo, você está confiando a ele uma parte da sua vida.

E, infelizmente, nem sempre essa confiança é bem recompensada. Por isso, a proatividade em gerenciar suas configurações de privacidade é a sua melhor defesa.

Como o Instagram Usa Sua Localização (e Por Que Isso Importa)

O Instagram, como muitas outras redes sociais, utiliza a sua localização para oferecer uma experiência mais personalizada. Isso pode incluir:

  •  Sugestão de Conteúdo: Mostrar publicações de pessoas e lugares próximos a você.
  •  Anúncios Direcionados: Apresentar anúncios de empresas e serviços na sua região.
  •  Recursos de Marcação: Permitir que você marque sua localização em fotos e vídeos, adicionando contexto às suas postagens.

Embora essas funcionalidades possam parecer convenientes, é crucial entender que a coleta e o uso desses dados são uma via de mão dupla.

Ao permitir o acesso à sua localização precisa, você está fornecendo ao Instagram (e, por extensão, à Meta, sua empresa controladora) um fluxo constante de informações sobre seus movimentos.

Mesmo que a empresa afirme priorizar a segurança, a existência de um mapa de localização em tempo real para seus seguidores, caso ativado, levanta sérias questões sobre o controle que você realmente tem sobre seus dados.

O Que Fazer para Proteger Sua Privacidade: Um Guia Rápido

A boa notícia é que você tem o poder de controlar o acesso à sua localização. Desativar a função de Localização Precisa é um passo fundamental, mas existem outras medidas que você pode tomar para fortalecer sua privacidade online:

  •  Revise as Permissões dos Aplicativos: Periodicamente, verifique as permissões concedidas a todos os aplicativos em seu smartphone. Muitos apps solicitam acesso a informações que não são essenciais para seu funcionamento. Se um aplicativo de edição de fotos, por exemplo, pede acesso à sua localização, questione a necessidade.
  •  Desative a Localização Quando Não Estiver Usando: Se você não precisa da localização ativada para um aplicativo específico, desative-a. Isso não apenas protege sua privacidade, mas também economiza bateria.
  •  Cuidado com o Que Você Compartilha: Pense duas vezes antes de postar fotos ou vídeos que revelem detalhes sobre sua casa, seu trabalho ou locais que você frequenta regularmente. Mesmo sem a localização precisa ativada, elementos visuais podem fornecer pistas valiosas.
  •  Use Redes Wi-Fi Seguras: Evite conectar-se a redes Wi-Fi públicas e abertas, pois elas podem ser vulneráveis a ataques e interceptação de dados. Se precisar usar uma, considere o uso de uma VPN (Rede Virtual Privada).
  •  Mantenha o Sistema e os Aplicativos Atualizados: As atualizações de software frequentemente incluem correções de segurança que protegem seu dispositivo contra novas vulnerabilidades.
  •  Crie Senhas Fortes e Únicas: Utilize senhas complexas para suas contas online e ative a autenticação de dois fatores sempre que possível. Isso adiciona uma camada extra de segurança.

Sua Segurança em Suas Mãos: Um Convite à Conscientização

A era digital nos trouxe inúmeras facilidades, mas também novas responsabilidades. A privacidade e a segurança online são temas que exigem nossa atenção constante.

Ao entender como as plataformas utilizam nossos dados e ao adotar boas práticas de segurança, podemos transformar nossos smartphones de potenciais "cofres abertos" em verdadeiros guardiões da nossa vida digital.

Lembre-se: a informação é poder, e o controle sobre suas informações é a sua maior ferramenta de proteção. Cuide-se!

Tecnologia

Vivo abre crediário para vender celular

A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos

05/04/2026 12h30

Loja da operadora VIVO

Loja da operadora VIVO Divulgação

Continue Lendo...

A Telefônica Brasil, dona da Vivo, está adotando um mecanismo de vendas que é um velho conhecido do varejo nacional, mas, até então, era pouco explorado no universo das telecomunicações: o crediário. A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos (TVs, relógios, som, videogames e afins) nas suas lojas físicas e no aplicativo.

A medida tem como objetivo aumentar o volume e a variedade dos produtos vendidos, bem como ampliar o tíquete médio das vendas. Isso será possível atraindo os consumidores interessados em adquirir algum aparelho, mas que não têm cartão de crédito ou já esgotaram seu limite.

"Uma das maiores frustrações do consumidor é não ter crédito aprovado para fazer uma compra", diz o vice-presidente de inovação, Rodrigo Gruner. "Queremos permitir que o consumidor consiga comprar seu smartphone com a Vivo mesmo sem o cartão de crédito", complementa, citando que 95% das vendas dependem do cartão hoje em dia.

Quando um consumidor entrar na loja da Vivo, o vendedor já terá em mãos os seus limites de crédito pré-aprovados por meio da consulta do CPF ou número de telefone, aproveitando a base de dados de mais de 100 milhões de usuários da operadora. Com isso, poderá oferecer produtos que caibam no seu bolso.

A Vivo já tem uma receita líquida R$ 3,9 bilhões por ano com a venda de produtos na sua rede de 1,8 mil lojas e comércio eletrônico. Não é pouco. Trata-se de 13% do faturamento anual das Casas Bahia (R$ 29,2 bilhões) ou 10% da Magalu (R$ 38,7 bilhões), duas gigantes do varejo. Para 2026 em diante, a expectativa da operadora é ter um avanço "significativo" nas vendas graças à oferta do crediário, diz Gruner, que não abre metas de crescimento.

Segundo Gruner, será possível, inclusive, aproveitar a capilaridade da rede de lojas para abocanhar uma fatia do comércio das varejistas regionais - especialmente daquelas que estão sem caixa para manter um bom estoque de aparelhos. Em muitas cidades do interior, há poucas varejistas, e a loja da Vivo acaba sendo uma referência. "Esperamos aumentar nossa participação de mercado", frisa o vice-presidente.

No dia a dia, o crediário deve atender pessoas de menor renda a comprar o primeiro celular ou a trocar aparelhos defasados. Mas não só. A linha também deve servir para pessoas de maior poder aquisitivo interessadas em smartphones top de linha, cujos preços giram em torno de dois dígitos. "Muita gente não troca de aparelho por falta de crédito", cita Gruner.

No fim do dia, é esperado um estímulo para a renovação dos celulares. Hoje em dia, os consumidores trocam de aparelho a cada três anos, em média. No passado, esse giro acontecia em cerca de um ano e meio. "O ciclo de troca está mais longo", afirmou.

Fonte Nova

O crediário da operadora é baseado no seu braço de serviços financeiros, a Vivo Pay. A plataforma conta com recursos de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) subscrito pela Polígono Capital, uma joint venture do BTG Pactual com a Prisma. O Vivo Pay oferece empréstimo pessoal, antecipação de FGTS, consórcios, bem como seguros variados - aparelhos, vida e viagem. Desde o lançamento em 2020, já concedeu R$ 1,1 bilhão em crédito, gerando uma receita de R$ 488 milhões em 2025, alta de 5,9% perante 2024.

Assim, o crediário funcionará como uma nova fonte de receitas financeiras (os juros não são revelados), ao mesmo tempo em que ajudará a Vivo a vender produtos como seguros de aparelhos. "Hoje, 40% dos consumidores que adquirem um smartphone com a operadora também contratam seguro", conta Leandro Coelho, diretor do Vivo Pay.

Desde 2024, a Vivo recebeu do Banco Central (BC) licença para operar como Sociedade de Crédito Direto (SCD). Com isso, ficou autorizada a realizar operações de empréstimo e financiamento de forma direta, ou seja, sem a intermediação de um banco tradicional. Até então, a companhia contratava plataformas de terceiros, o chamado bank as a service.

Neste começo de ano, o Vivo Pay reabriu sua conta digital, que foi temporariamente suspensa para atualização da plataforma após a nova licença. Para os próximos meses, espera ampliar o portfólio de serviços e abrir linha de crédito para empresas.

Tecnologia

Os mitos tech que continuam vivos nas redes: "fechar apps poupa bateria" e outros clássicos

27/02/2026 14h10

Continue Lendo...

As redes sociais convertem qualquer "truque" tecnológico em verdade universal com uma facilidade espantosa. Um vídeo de 15 segundos com legendas grandes e um tom seguro pode soar mais convincente que uma explicação completa, e assim nascem os mitos: frases simples que parecem lógicas, mas que raramente se sustentam quando se olha o contexto. Em tecnologia, como na vida quotidiana, o que se viraliza nem sempre é o que funciona.

Curiosamente, o mecanismo assemelha-se a como se vendem certos atalhos digitais: sportsbook solution costumam apresentar-se como pacotes "prontos" que prometem acelerar processos complexos.

Nas redes passa o mesmo com os conselhos tech: um gesto rápido parece melhor que entender como opera o sistema. O problema é que o telemóvel não é uma liquidificadora: fechar coisas à toa ou tocar em ajustes sem saber pode acabar por piorar o desempenho.

Por que um mito tech se torna viral

Um mito tecnológico costuma ter três ingredientes: simplicidade, sensação de controlo e uma "prova" visual. A simplicidade tranquiliza ("faz isto e pronto"). A sensação de controlo agarra porque promete dominar um aparelho que às vezes se sente imprevisível. E a prova visual – uma barra de bateria que sobe, um telemóvel que "voa" depois do truque – remata a ilusão, ainda que seja um efeito temporário ou mesmo uma montagem.

Além disso, os algoritmos premiam o extremo. Uma mensagem moderada como "depende do modelo e do uso" não compete contra "isto está a drenar a tua bateria agora mesmo". A isso soma-se um detalhe: muitos telemóveis funcionam de forma diferente segundo a marca, a versão do sistema e até a antiguidade do dispositivo. O que uma pessoa mostra como "solução milagre" pode ser irrelevante para outra.

Cinco mitos que aparecem em quase todos os feeds

Não se trata de troçar, mas de reconhecê-los para não perder tempo (nem paciência) em hacks que não ajudam.
"Fechar apps poupa bateria" É o clássico número um. Em muitos casos, fechar apps o tempo todo não ajuda e pode até piorar o consumo: quando voltas a abri-las, o sistema deve carregá-las do zero. O mais útil costuma ser identificar a app que realmente está a consumir demais e rever permissões, atividade em segundo plano ou notificações excessivas.

"Mais brilho sempre significa mais gasto" Sim, o brilho influencia, mas não é o único fator nem sempre o principal. Se tens o ecrã alto e, além disso, mau sinal, GPS ativo, Bluetooth a procurar dispositivos e apps sincronizadas, o consumo dispara por várias frentes. Reduzir o brilho pode ajudar, mas não é o "botão secreto" que arranja tudo.

"O carregamento rápido estraga o telemóvel" Este mito alimenta-se do medo. O carregamento rápido gera mais calor, e o calor sim pode afetar a bateria com o tempo. Mas isso não significa que seja "mau" por definição. Pode carregar um pouco mais rápido porque reduz a atividade de rede, mas o efeito não é mágico. Se o carregador é lento ou o cabo está danificado, o modo avião não te salva. É um truque com um benefício limitado, que se vende como solução total.

"Apagar a cache diariamente faz o telemóvel mais rápido" Limpar a cache pode liberar espaço em alguns casos, mas fazê-lo de forma compulsiva não converte o telemóvel em novo. Muitas apps guardam cache para abrir mais rápido. Apagá-la diariamente pode provocar o efeito contrário: tempos de carregamento mais longos e mais consumo de dados.

O mito silencioso: "um ajuste serve para todos"

Este é o mais perigoso porque soa razoável. Mas um telemóvel de gama alta com bateria grande, uma versão recente do sistema e bom sinal não se comporta igual a um equipamento antigo com armazenamento quase cheio. Também influencia o uso: não é o mesmo alguém que só usa mensagens que quem edita vídeo ou joga online. Por isso, quando um criador diz "faz isto e dura-te o dobro", convém traduzir mentalmente: "a mim mudou-me algo no meu contexto". A tecnologia é menos de receitas universais e mais de diagnóstico básico.

Como desmentir um mito sem ficar como "sabichão"

Nas redes, corrigir com sarcasmo costuma gerar briga, não aprendizagem. Funciona melhor perguntar: "Em que modelo provaste?", "Que versão de sistema tens?", "Mediste com dados ou só sentiste?".Este tipo de questões reduz o volume da discussão e eleva a qualidade.Outra estratégia é trocar "isso é falso" por "isso pode ser verdade em alguns casos, mas não sempre". Os matizes não se viralizam, mas sim ajudam a que alguém não acabe por tocar em dez ajustes sem entender o que faz cada um.

Checklist rápido para não cair em hacks inúteis

Antes de copiar um truque, faz uma verificação curta:

  • O vídeo explica o contexto? Modelo, sistema, uso, condições (sinal, calor, apps).
  • Promete resultados extremos? Se soa demasiado perfeito, suspeita.
  • Mostra "antes e depois" real? Melhor se há medição (tempo, percentagem, consumo).
  • Pede-te para instalar algo estranho? Cuidado com apps que prometem "limpar", "acelerar" ou "otimizar" sem transparência.
  • Há uma alternativa simples? Reiniciar, atualizar, liberar espaço e rever bateria costuma dar mais que um "hack" viral.
     

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).