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SUBSTITUIÇÃO

Ministro diz que planos de saúde vão trocar próteses rompidas

Ministro diz que planos de saúde vão trocar próteses rompidas

FOLHAONLINE

14/01/2012 - 00h00
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Frente a informações contraditórias de duas agências do governo, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, se pronunciou ontem (13) e garantiu a substituição das próteses mamárias rompidas das marcas PIP e Rofil, custeadas "integralmente" pelo SUS ou pelos planos de saúde. E isso independentemente, disse ele, de a cirurgia original ter sido feita para fins estéticos ou como reparação.

"A consideração do ministério, da ANS [Agência Nacional de Saúde Suplementar] e da Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] é que essa situação específica de mulheres submetidas a fraudes nas próteses é classificada como cirurgia reparadora. Existe um risco à saúde [das pacientes com implantes rompidos]", disse Padilha após reunião com as duas agências.

"Isso classifica o procedimento de retirada da prótese e de substituição como uma cirurgia reparadora, independentemente de qual foi a motivação que fez a mulher colocar sua prótese", acrescentou.

Mal-Entendido

A decisão sobre a cobertura das cirurgias de remoção de próteses rompidas pelo SUS e pelos planos de saúde foi anunciada na quarta-feira pela Anvisa.

No dia seguinte, a ANS soltou uma nota em que citava a normatização da agência e informava: "Nos casos em que a colocação da prótese tenha finalidade estética, também é obrigatória a cobertura de eventuais complicações (...), mas [ela] não inclui o fornecimento de nova prótese."

Segundo Padilha, o mal-entendido se deveu a uma interpretação equivocada da nota. "A ANS mostrou a súmula 10. Nossa decisão e os atos normativos que a ANS vai estabelecer a partir dessa decisão estão pautados na súmula 10, que estabelece a extensão da cobertura que a saúde suplementar tem de fazer a procedimentos realizados que anteriormente não eram cobertos pela saúde suplementar."

Na próxima semana, o governo e as entidades médicas vão definir os exames a serem feitos para identificar o rompimento, que pode ser detectado por exames físicos ou de imagem (no caso de próteses com ruptura pequena).

De acordo com o ministro, mulheres e travestis que implantaram próteses da PIP e da Rofil já podem buscar os serviços de saúde público ou privado, mesmo que não tenham sintomas. Não há necessidade, porém, "de uma corrida" aos médicos.

Os serviços, por outro lado, continuou o ministro, vão receber a orientação de procurar as pacientes.

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Brasil fará primeiro lançamento comercial ao espaço em 10 dias, informa FAB

A atividade servirá para confirmar se satélites e experimentos interagem corretamente com o veículo lançador

12/11/2025 22h00

Brasil fará primeiro lançamento comercial ao espaço em 10 dias, informa FAB

Brasil fará primeiro lançamento comercial ao espaço em 10 dias, informa FAB Divulgação/Warley de Andrade/TV Brasil

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O Brasil fará seu primeiro lançamento comercial de um veículo espacial a partir do território nacional no próximo dia 22. De acordo com a Força Aérea Brasileira (FAB), o evento marca a entrada do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais, abrindo novos caminhos para geração de renda e investimento no segmento.

Trata-se da Operação Spaceward 2025, responsável pelo lançamento do foguete sul-coreano HANBIT-Nano a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), no Maranhão (MA).

A atividade servirá para confirmar se satélites e experimentos interagem corretamente com o veículo lançador, garantindo compatibilidade e segurança para o lançamento A integração das cargas úteis no foguete HANBIT-Nano, da Innospace, teve início na segunda-feira, 10, marcando uma das etapas decisivas antes do lançamento, durante a operação.

"Nessa fase, são realizados testes e verificações que asseguram uma conexão correta entre a carga útil - satélites e experimentos - e o veículo lançador, confirmando que cada equipamento está estabilizado e funcional para o momento do voo", explicou a FAB.

A missão para transportar cinco satélites e três experimentos, desenvolvidos por universidades e empresas nacionais e internacionais, simboliza, conforme a Força Aérea, a "entrada definitiva" do Brasil no mercado global de lançamentos espaciais, além de abrir novas oportunidades de geração de renda, inovação e atração de investimentos para o País.

"Essa etapa da operação é uma atribuição conduzida diretamente pela Innospace e pelos desenvolvedores dos satélites e experimentos. A FAB acompanha todo o processo no Prédio de Preparação de Propulsores, infraestrutura especializada disponibilizada pelo Centro de Lançamento de Alcântara (CLA), o que reforça nosso compromisso em prover suporte técnico, coordenação e governança para que cada missão transcorra com integridade, transparência e alto padrão de confiabilidade", destacou em nota o coordenador-geral da operação, Coronel Engenheiro Rogério Moreira Cazo.

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