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Número virtual para WhatsApp: como criar sem chip físico

Veja como criar um número virtual para WhatsApp sem chip físico, com mais privacidade, praticidade e ativação rápida

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Ter um segundo número no celular deixou de ser algo complicado. Hoje, com aplicativos de eSIM e linhas virtuais, é possível criar uma conta no WhatsApp sem precisar comprar outro chip físico.

Essa solução vem sendo usada tanto por quem busca mais privacidade online quanto por pessoas que querem separar vida pessoal e profissional, viajar ou criar uma conta alternativa no aplicativo.

Além disso, o crescimento do eSIM Brasil tornou esse processo muito mais simples, permitindo ativação digital diretamente pelo celular.

Neste guia, você vai entender como funciona um número virtual para WhatsApp, como criar o seu e quais cuidados tomar.

Para que serve um número virtual no WhatsApp?

O número virtual funciona como uma linha digital vinculada ao celular sem necessidade de chip físico tradicional.

Na prática, ele pode ser usado para:

  • criar uma segunda conta no WhatsApp
  • separar contatos pessoais e profissionais
  • aumentar privacidade online
  • usar WhatsApp número estrangeiro
  • evitar divulgar o número principal
  • viajar sem depender de operadora local

Hoje, muita gente busca formas de como ter dois números no celular sem precisar carregar dois aparelhos.

Com um esim numero virtual, isso se torna possível diretamente pelo smartphone. Outra vantagem é a flexibilidade. Dependendo da plataforma, o usuário pode ativar números internacionais e utilizar linhas digitais em diferentes países.

Como criar número virtual no WhatsApp passo a passo

O processo de criação é relativamente simples e pode ser feito em poucos minutos.

Passo a passo para criar um número virtual

1. Escolha uma plataforma compatível

 Utilize um serviço que ofereça linha virtual celular com suporte ao WhatsApp.

2. Crie sua conta no aplicativo

 Faça cadastro normalmente usando e-mail ou login social.

3. Escolha o país ou tipo de número

Alguns serviços oferecem:

  • números locais
  • números internacionais
  • WhatsApp número estrangeiro

4. Ative o número virtual
 A ativação normalmente acontece via aplicativo ou QR Code.

5. Abra o WhatsApp
 Instale ou configure o WhatsApp Business ou segunda conta.

6. Insira o número virtual
 Digite o número fornecido pela plataforma.

7. Receba o código de confirmação
 O sistema envia SMS ou ligação para validar a conta.

8. Finalize o cadastro
 Após confirmação, o WhatsApp funciona normalmente.

Em muitos casos, o processo leva menos de 10 minutos.

yesim.app: app para número virtual com eSIM

Entre as plataformas mais práticas atualmente está o yesim.app, que combina tecnologia eSIM com ativação digital de linhas virtuais.

Na prática, ele funciona como um app virtual que permite criar e gerenciar conectividade móvel sem depender de chip físico tradicional.

Isso simplifica bastante o processo para usuários comuns.

Principais vantagens do yesim.app

  • ativação rápida pelo aplicativo
  • não precisa de chip físico
  • suporte para eSIM WhatsApp
  • possibilidade de uso internacional
  • praticidade para viagens
  • mais privacidade online

Outro diferencial é que o sistema funciona diretamente no celular compatível, sem necessidade de acessórios adicionais. Use o código YECORESBR10 e ganhe 10% de desconto.

Ativar número yesim no WhatsApp — tutorial

Depois de criar o número virtual, o processo de ativação no WhatsApp é simples.

Tutorial rápido

  1. Baixe o aplicativo da yesim
  2. Escolha o plano ou número desejado
  3. Ative o cartão eSIM no aparelho
  4. Abra o WhatsApp
  5. Insira o número virtual recebido
  6. Aguarde o SMS de confirmação
  7. Finalize o cadastro normalmente

Após a ativação, o número funciona como qualquer outra linha no aplicativo.

Isso permite usar:

  • WhatsApp pessoal
  • WhatsApp Business
  • segunda conta no mesmo aparelho
  • linhas internacionais

O processo é especialmente útil para quem deseja separar contatos profissionais sem precisar comprar outro celular.

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É seguro usar número virtual no WhatsApp?

Sim, desde que a plataforma utilizada seja confiável.
Hoje, milhões de usuários já utilizam soluções digitais de conectividade, principalmente com o crescimento do cartão eSIM e da ativação online de linhas móveis.

Mesmo assim, alguns cuidados são importantes.

Boas práticas de segurança

  • ativar verificação em duas etapas
  • usar plataformas conhecidas
  • evitar serviços gratuitos desconhecidos
  • manter backup de acesso ao número
  • não compartilhar códigos de verificação

Também é importante entender que alguns serviços de chip virtual grátis podem reutilizar números ou apresentar instabilidade.

Por isso, para uso profissional ou recorrente, soluções mais estáveis costumam ser mais indicadas.

Vale a pena usar número virtual?

Para muitos usuários, sim.
A praticidade de criar um segundo número de telefone sem chip físico resolve problemas comuns do dia a dia.
Além disso, o avanço do eSIM Brasil tornou a ativação muito mais simples e acessível.

Hoje, um único aparelho pode concentrar:

  • linha pessoal
  • número profissional
  • linha internacional
  • WhatsApp alternativo

Tudo de forma digital.
 

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Vivo abre crediário para vender celular

A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos

05/04/2026 12h30

Loja da operadora VIVO

Loja da operadora VIVO Divulgação

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A Telefônica Brasil, dona da Vivo, está adotando um mecanismo de vendas que é um velho conhecido do varejo nacional, mas, até então, era pouco explorado no universo das telecomunicações: o crediário. A operadora agora parcela em até 21 vezes as vendas de smartphones, acessórios e outros eletrônicos (TVs, relógios, som, videogames e afins) nas suas lojas físicas e no aplicativo.

A medida tem como objetivo aumentar o volume e a variedade dos produtos vendidos, bem como ampliar o tíquete médio das vendas. Isso será possível atraindo os consumidores interessados em adquirir algum aparelho, mas que não têm cartão de crédito ou já esgotaram seu limite.

"Uma das maiores frustrações do consumidor é não ter crédito aprovado para fazer uma compra", diz o vice-presidente de inovação, Rodrigo Gruner. "Queremos permitir que o consumidor consiga comprar seu smartphone com a Vivo mesmo sem o cartão de crédito", complementa, citando que 95% das vendas dependem do cartão hoje em dia.

Quando um consumidor entrar na loja da Vivo, o vendedor já terá em mãos os seus limites de crédito pré-aprovados por meio da consulta do CPF ou número de telefone, aproveitando a base de dados de mais de 100 milhões de usuários da operadora. Com isso, poderá oferecer produtos que caibam no seu bolso.

A Vivo já tem uma receita líquida R$ 3,9 bilhões por ano com a venda de produtos na sua rede de 1,8 mil lojas e comércio eletrônico. Não é pouco. Trata-se de 13% do faturamento anual das Casas Bahia (R$ 29,2 bilhões) ou 10% da Magalu (R$ 38,7 bilhões), duas gigantes do varejo. Para 2026 em diante, a expectativa da operadora é ter um avanço "significativo" nas vendas graças à oferta do crediário, diz Gruner, que não abre metas de crescimento.

Segundo Gruner, será possível, inclusive, aproveitar a capilaridade da rede de lojas para abocanhar uma fatia do comércio das varejistas regionais - especialmente daquelas que estão sem caixa para manter um bom estoque de aparelhos. Em muitas cidades do interior, há poucas varejistas, e a loja da Vivo acaba sendo uma referência. "Esperamos aumentar nossa participação de mercado", frisa o vice-presidente.

No dia a dia, o crediário deve atender pessoas de menor renda a comprar o primeiro celular ou a trocar aparelhos defasados. Mas não só. A linha também deve servir para pessoas de maior poder aquisitivo interessadas em smartphones top de linha, cujos preços giram em torno de dois dígitos. "Muita gente não troca de aparelho por falta de crédito", cita Gruner.

No fim do dia, é esperado um estímulo para a renovação dos celulares. Hoje em dia, os consumidores trocam de aparelho a cada três anos, em média. No passado, esse giro acontecia em cerca de um ano e meio. "O ciclo de troca está mais longo", afirmou.

Fonte Nova

O crediário da operadora é baseado no seu braço de serviços financeiros, a Vivo Pay. A plataforma conta com recursos de um fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) subscrito pela Polígono Capital, uma joint venture do BTG Pactual com a Prisma. O Vivo Pay oferece empréstimo pessoal, antecipação de FGTS, consórcios, bem como seguros variados - aparelhos, vida e viagem. Desde o lançamento em 2020, já concedeu R$ 1,1 bilhão em crédito, gerando uma receita de R$ 488 milhões em 2025, alta de 5,9% perante 2024.

Assim, o crediário funcionará como uma nova fonte de receitas financeiras (os juros não são revelados), ao mesmo tempo em que ajudará a Vivo a vender produtos como seguros de aparelhos. "Hoje, 40% dos consumidores que adquirem um smartphone com a operadora também contratam seguro", conta Leandro Coelho, diretor do Vivo Pay.

Desde 2024, a Vivo recebeu do Banco Central (BC) licença para operar como Sociedade de Crédito Direto (SCD). Com isso, ficou autorizada a realizar operações de empréstimo e financiamento de forma direta, ou seja, sem a intermediação de um banco tradicional. Até então, a companhia contratava plataformas de terceiros, o chamado bank as a service.

Neste começo de ano, o Vivo Pay reabriu sua conta digital, que foi temporariamente suspensa para atualização da plataforma após a nova licença. Para os próximos meses, espera ampliar o portfólio de serviços e abrir linha de crédito para empresas.

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