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POLÊMICA

'O Google não é a internet', diz diretor sobre nova política

'O Google não é a internet', diz diretor sobre nova política

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Em meio a polêmicas sobre a nova política de privacidade do Google, que entrou em vigor na quinta-feira, o diretor de Comunicação e Assuntos Públicos da companhia no Brasil, Felix Ximenes, tranquilizou usuários sobre os novos termos e afirmou que a reação foi "alarmista"e a interpretação, "equivocada". "Muita gente nos acusou de fazer algo que nem o governo americano conseguiu: criar um usuário único de internet. O Google não é a internet, é uma empresa. A internet é muito maior que a gente", disse em conferência telefônica com a imprensa nesta sexta-feira.

Com a nova política, o Google passa a tratar cada usuário como um usuário único, e pode cruzar os dados de diferentes serviços - como Gmail, Google+, buscador e YouTube - para melhorar a entrega de publicidade, por exemplo. Ximenes destaca, no entanto, que a medida visa unicamente "refinar a qualidade da resposta" ao usuário logado e que o Google ocasionalmente já cruzava dados de serviços diferentes.

"Com a nossa nova política, deixamos claro que isso pode acontecer. A tendência de uso na internet é que você tenha uma experiência mais pessoal, até porque o uso do celular cresce, e o celular é extremamente pessoal", afirmou. "O nosso negócio está construido 100% em credibilidade. Se falharmos nisso, o usuário vai embora da noite para o dia. Temos 14 anos de história para mostrar a consistência da nossa política. Há 14 anos temos potencial para saber o que você está fazendo na internet, e não fazemos", disse Ximenes.

O Google foi chamado para prestar esclarecimentos sobre a nova política no Congresso americano, e as novas regras vem causando polêmica na União Europeia. A comissária de Justiça da União Europeia, Viviane Reding, afirmou na quinta-feira que elas não estão de acordo com a lei da Europa "em vários aspectos". "Um deles é que ninguém foi consultado, não está em conformidade com a lei de transparência e utiliza a informação privada para entregá-la para terceiros, o que não é o que os usuários concordaram", disse.
Ximenes garante, no entanto, que o Google não entrega informações a terceiros.

"O Google sempre teve acesso a essas informações e nunca vendeu e nunca vai vender essas informações. Já tínhamos esses dados, porque o usuário forneceu. O que nós estamos fazendo é alertar o usuário sobre a coleta desses dados", disse o diretor da empresa. O Google anunciou em janeiro as novas políticas, afirmando que o objetivo é simplificá-las, consolidando 60 diretrizes em uma única que se aplica para todos os seus serviços.

"As nossas políticas de privacidade essencialmente não mudaram muito, estamos concentrando em uma só. Antes, tínhamos várias políticas, e uma ferramenta de controle de privacidade só. Agora, temos uma política e uma ferramenta só, e a ferramenta continua simples de usar", diz Ximenes. Outra crítica enfrentada pelo Google é que, com a nova política, por padrão, o usuário concorda com a coleta e uso desses dados pelo Google. Como a maioria dos usuários não tem o hábito de ler regras de privacidade ou não presta atenção nas opções de controle que tem, muita gente acha as novas normas um risco.

"Nosso interesse é mostrar ao usuário que tem muita coisa em jogo. Você parou pra pensar no que você quer compartilhar? Os dados já estão na internet. O usuario deveria parar e pensar sobre o que as empresas estão coletando do seu perfil, do seu hábito de uso. A gente quer estimular isso", afirmou. Ximenes destaca ainda que, se por acaso o usuário não concordar com as políticas de privacidade, tem ferramentas para lidar com isso. "Se você lê a política e nao concorda, pode ir na ferramenta de privacidade e mudar", disse. "Se não concorda, pode parar de usar o serviço. Usar serviço como busca e mapas anonimamente (sem estar logado), ou abandonar o serviço", continuou. "A nova política permite ao usuário dosar a privacidade. Se não concordar com os termos, pode baixar as informações e parar de usar o serviço", afirmou.
 

Nostalgia

Nokia relança celular 'Tijolão' no seu 25º Aniversário

Brasil é um dos principais mercados para os 'dumbphones'

16/05/2024 15h25

Divulgação Nokia 3210

Divulgação Nokia 3210 Reprodução

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Com o ressurgimento da moda e da cultura dos anos 2000, a HMD Global decidiu trazer de volta o icônico Nokia 3210, marcando 25 anos desde seu lançamento original. Este relançamento não é apenas uma jogada de marketing; é um aceno para uma era menos conectada e potencialmente mais simples.

Renascimento dos Dumbphones:

A HMD Global está capitalizando sobre uma crescente insatisfação com os smartphones atuais e as complexidades das redes sociais. Ao reintroduzir o Nokia 3210, a empresa aposta em um retorno aos chamados 'dumbphones' - dispositivos simples que focam em durabilidade, manutenção fácil e longa vida útil da bateria.

O que é Dumbphones?

"Dumbphones" são celulares que possuem funcionalidades básicas em comparação aos smartphones modernos. Eles são projetados principalmente para fazer chamadas e enviar mensagens de texto, embora alguns modelos possam oferecer funcionalidades adicionais como rádio FM, lanternas, e até uma câmera básica.

Esses aparelhos não têm sistemas operacionais complexos como Android ou iOS, nem acesso a uma vasta gama de aplicativos.

Os dumbphones são valorizados por sua simplicidade, durabilidade e, muitas vezes, por uma bateria de longa duração. Eles são uma escolha popular entre as pessoas que buscam desconectar-se das funcionalidades avançadas e das constantes notificações dos smartphones, ou que precisam de um dispositivo apenas para comunicação básica.

Também são frequentemente utilizados como um segundo telefone para situações onde um smartphone pode ser demasiado valioso ou delicado, como viagens ou atividades ao ar livre.

Nostalgia e Mercado:

A tendência dos telefones nostálgicos ganhou tração com modelos como o Nokia 2660 Flip, apesar das estatísticas do IDC Brasil indicarem uma queda de 19,3% nas vendas desses dispositivos em 2023. A nostalgia dos anos 2000, impulsionada por hashtags como #Y2K no Instagram e TikTok, mostra um interesse renovado pelo passado que a HMD busca explorar.

Características Modernizadas do Nokia 3210:

O novo Nokia 3210 não é uma réplica exata do original. Ele vem equipado com funcionalidades modernas como 4G, Bluetooth, uma câmera de dois megapixels, além de acesso ao WhatsApp, Google Maps e Shorts do YouTube. A longa vida útil da bateria, que pode durar até uma semana, é um destaque, demonstrando a vantagem de seu sistema simplificado.

Disponibilidade e Preços:

O relançado Nokia 3210 já está disponível em alguns mercados europeus, como Reino Unido, Alemanha e França, com preços variando de 74,99 libras a 79,99 euros. Apesar de ainda não estar disponível no Brasil, os modelos europeus são compatíveis para uso no país.

Conclusão:

A estratégia da HMD Global com o Nokia 3210 vai além das vendas. Ela oferece uma oportunidade para os consumidores revisitar uma época onde a conexão humana era mais valorizada que interações virtuais. Este relançamento serve como um lembrete de que, às vezes, menos é mais, especialmente em uma era dominada pela tecnologia.

com informações folhapress!

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INSTABILIDADE

Instagram está fora do ar hoje (14 de maio)

Usuários relatam instabilidade na plataforma da Meta

14/05/2024 22h11

Instagram

Instagram

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O Instagram apresentou instabilidade hoje, principalmente na versão móvel da aplicação, conforme relatos de usuários e monitoramento feito pelo Downdetector.

A queda da rede social começou por volta das 12h, e os problemas mais notificados incluem dificuldades com o login e a atualização do feed. Facebook também sofreu com a instabilidade.

A Meta, empresa que controla ambas as plataformas, já informou que o problema foi corrigido mais tarde no mesmo dia Relatórios de usuários indicam problemas com Instagram na noite desta terça-feira.

Ultima atualização às 22:19 desta terça-feira

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