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Smartphone mais fino do mundo, Moto Z é vendido no Brasil

Smartphone mais fino do mundo, Moto Z é vendido no Brasil

Cleidson Lima

21/09/2016 - 16h00
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Com o Moto Z, novo smartphone premium mais fino do mundo, e os Moto Snaps, entramos em uma nova era da tecnologia móvel. Quando é possível transformar um smartphone exatamente no que se deseja, as possibilidades são infinitas.

A família Moto Snaps já conta com: caixa de som JBL SoundBoost, que permite levar a festa a qualquer lugar; projetor Moto Insta-Share, para compartilhar à vontade apresentações, vídeos e fotos em uma tela de até 70 polegadas; Moto Snap Incipio offGRID Power Pack, para nunca mais ficar sem bateria quando for preciso; e as Moto Style Shells, capas para personalizar seu aparelho celular de acordo com o estilo do usuário.

Mas isso foi só o começo! A fotografia em dispositivos móveis é importante para todos os consumidores. Os momentos capturados no dia a dia são nossas memórias mais preciosas. Por esse motivo, a experiência de câmera em smartphones foi levada a outro patamar, com o lançamento do Moto Snap Hasselblad True Zoom. A parceria da Moto com a lendária marca de máquinas fotográficas Hasselblad tornou realidade experiências de fotos avançadas, com zoom óptico de dez vezes, flash de xenônio e a condição de tirar fotografias utilizando o formato RAW.

MOTO Z PLAY

Foi lançado, ainda, um novo integrante da família Moto Z: o Moto Z Play. Esse celular, com a maior duração de bateria desenvolvida pela Motorola até hoje, foi projetado para ser usado também com os Moto Snaps, para oferecer mais poder de escolha em um produto que atenda às necessidades do usuário, com a tecnologia que realmente importa para cada um.

Com design fino e leve, um corpo de alumínio sólido e uma traseira sofisticada de vidro, o Moto Z Play oferece até 45 horas de uso sem precisar  parar para recarregar. Quando as 45 horas acabarem, só haverá a necessidade de recarregar rapidamente com a tecnologia TurboPower, que proporciona até oito horas de uso com apenas 15 minutos de carga.

Moto Z Play tem um processador Octa-Core de 2 GHz, um display HD Super Amoled de 5,5 polegadas e 1080p, 32 GB de memória interna, com suporte a cartão de memória microSD de até 2 TB, além de 3 GB de RAM, o que dá a possibilidade de aproveitar ao máximo jogos, streaming de vídeos e múltiplas tarefas. É possível tirar fotos nítidas, de dia ou à noite, com a câmera de 16 MP, com autofoco a laser, e alternar instantaneamente entre selfies com a câmera frontal, com ângulo aberto e também um flash de LED.

MOTO SNAP

A Hasselblad e a Moto uniram esforços para criar uma experiência que transformará totalmente a fotografia em dispositivos móveis. Desde 1941, a Hasselblad tem se mantido na vanguarda e, em todo o mundo, seu nome é sinônimo dos melhores equipamentos fotográficos. Algumas das imagens mais icônicas da história foram tiradas com as suas câmeras, como as primeiras fotos na Lua e a famosa capa do álbum “Abbey Road”, dos Beatles. Este ano, a Hasselblad traz seu design único, além de soluções em imagem para o universo dos smartphones.

Agora, a Moto possibilita acrescentar funcionalidades fotográficas avançadas ao celular em um clique, assim como criar e compartilhar de maneira inédita. Com o zoom óptico de dez vezes e o flash de xenônio, o usuário só precisa se concentrar no enquadramento. Iluminação e distância deixarão de ser obstáculos para capturar a imagem perfeita.

O Moto Snap Hasselblad possui ainda mais controle e flexibilidade, com a capacidade de fotografar no formato RAW. Além disso, os botões físicos de obturador e zoom oferecem uma ótima experiência de manuseio. Outra vantagem é o acesso gratuito ao software Phocus da Hasselblad, que simplifica o controle de edição e garante mais qualidade no resultado final. 

E, finalmente, compartilhar as fotos com familiares e amigos instantaneamente ficou ainda mais fácil, com o recurso de backup automático do Google Photos e armazenamento gratuito ilimitado. 

MOTO Z

Fabricado com alumínio usado em aviões militares e aço inoxidável, o Moto Z é superfino, com apenas 5,2 mm de espessura, tela brilhante de 5,5” Quad HD Amoled e um processador Qualcomm Snapdragon 820. Com dual-chip inteligente, 4 GB de memória RAM e 64 GB de memória interna, o Moto Z traz suporte para cartão microSD expansível até 2 TB. O Moto Z vem com câmera de 13 MP, que permite tirar fotos e gravar vídeos em Ultra HD (4K), tem estabilização de imagem óptica e autofoco a laser, para imagens nítidas com qualquer luminosidade. A câmera frontal, de 5 MP, inclui lente com ângulo aberto. E, com o flash frontal, todos ficarão ainda melhor na foto, mesmo com pouca luz.

O Moto Z e o Moto Z Play estão disponíveis a partir de hoje na loja on-line www.motorola.com.br e nas principais varejistas e operadoras. O Moto Z chega ao mercado com preço sugerido a partir de R$ 3.199,00, incluindo uma Moto Style Shell (capa) e o módulo de bateria Moto Snap Incipio offGRID Power Pack. O Moto Z Play tem preço sugerido a partir de R$ 2.199,00, incluindo uma Moto Style Shell.

O Moto Z e o Moto Z Play também estão disponíveis em edições especiais, sempre com um módulo adicional no kit: Moto Snap Incipio offGRID Power Pack, Moto Snap JBL SoundBoost ou Moto Insta-Share. 

O Moto Snap Hasselblad True Zoom chega em outubro. Na primeira quinzena, os Moto Snaps também poderão ser adquiridos separadamente, nos quiosques ou na loja on-line da Motorola, por meio do site www.motorola.com.br

PROTEÇÃO

Tem Iphone? Então você precisa fazer isso antes de levar em uma assistência técnica

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone

09/02/2026 08h15

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Ao enviar seu iPhone para reparo, é crucial proteger seus dados pessoais. A Apple introduziu o Modo de Reparo (Repair State) no iOS 17.5, uma funcionalidade que permite que o dispositivo seja reparado sem a necessidade de desativar o recurso Buscar (Find My) ou o Bloqueio de Ativação.

Isso garante que seu iPhone permaneça rastreável e seguro durante o processo de assistência.

O que é o modo de reparo?

O Modo de Reparo é um estado especial do iOS que permite que técnicos autorizados realizem diagnósticos e reparos no seu iPhone, mantendo o Bloqueio de Ativação ativo. Isso significa que, mesmo que o dispositivo esteja nas mãos de um técnico, ele ainda estará vinculado ao seu ID Apple, impedindo o uso não autorizado.

Como ativar o modo de reparo (iOS 17.5 ou superior)

Siga os passos abaixo para ativar o Modo de Reparo no seu iPhone:

  1. Abra o aplicativo Buscar (Find My): Localize e toque no ícone do aplicativo Buscar na sua tela inicial.
  2. Acesse a aba "Dispositivos": Na parte inferior da tela, toque na aba "Dispositivos".
  3. Selecione o seu iPhone: Na lista de dispositivos, toque no iPhone que você deseja enviar para reparo.
  4. Toque em "Remover Este Dispositivo": Role a tela para baixo e toque na opção "Remover Este Dispositivo".
  5. Confirme a preparação para reparo: Uma mensagem aparecerá informando que o dispositivo não pode ser removido e perguntando se você deseja prepará-lo para reparo. Toque em "Continuar".
  6. Aguarde a ativação: Seu iPhone entrará no Modo de Reparo. Ele permanecerá visível no aplicativo Buscar e com o Bloqueio de Ativação ativado.
Feito por Denis Felipe com IA

Considerações Importantes

  • Não ative sem necessidade: O Modo de Reparo deve ser ativado apenas quando você realmente for enviar o iPhone para assistência. A desativação desse modo geralmente é feita pela própria assistência técnica após a conclusão do reparo.
  • Versão do iOS: Certifique-se de que seu iPhone esteja executando o iOS 17.5 ou uma versão posterior para ter acesso a este recurso.
  • Proteção de Dispositivo Roubado: Se você tiver a "Proteção de Dispositivo Roubado" ativada, pode haver um atraso de segurança de uma hora ao tentar desativar o Buscar ou outras configurações sensíveis, caso você não esteja em um local familiar. Certifique-se de estar em um local familiar ou desative temporariamente a Proteção de Dispositivo Roubado antes de ativar o Modo de Reparo, se necessário. No entanto, o Modo de Reparo foi projetado para funcionar com o Buscar ativado, então a desativação do Buscar não é necessária para o Modo de Reparo em si.

Recomendações Adicionais antes de Levar para a Assistência Técnica

Mesmo com o Modo de Reparo, é sempre bom tomar precauções adicionais:

  • Faça backup completo: Realize um backup completo do seu iPhone no iCloud ou no seu computador (Mac ou PC) para garantir que todos os seus dados estejam seguros.
  • Tenha a senha do ID Apple: Anote ou tenha fácil acesso à sua senha do ID Apple, pois ela pode ser necessária para o processo de reparo ou para reconfigurar o dispositivo após o retorno.
  • Remova cartões do Apple Pay: Por segurança, remova todos os cartões de crédito e débito associados ao Apple Pay.
  • Retire acessórios: Remova capas, películas protetoras e quaisquer outros acessórios do seu iPhone.

Tecnologia

Meta diz ao Cade que chatbots de IA se aproveitam do WhatsApp Business para uso não previsto

A Meta lembrou que a integração de funcionalidades de IA a aplicativos está alinhada a uma tendência observada em diversos setores, na qual provedores vêm incorporando recursos de IA a serviços já existentes

02/02/2026 22h00

META/DIVULGAÇÃO

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A Meta disse ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que, ao utilizarem a API do WhatsApp Business, os Chatbots de inteligência artificial (IA) se aproveitaram da ausência de vedação expressa nos termos originais para criar e registrar suas próprias contas de "empresa", como se os usuários estivessem interagindo com uma empresa (como um prestador de serviços), quando, na realidade, estavam se comunicando com um Chatbot de IA.

"Esse tipo de interação, conforme mencionado, não foi previsto nem pretendido pela Meta quando do desenvolvimento da API", disse a empresa em manifestação apresentada ao órgão de defesa da concorrência na última sexta-feira, 30. API é a sigla, em inglês, para "Interface de Programação de Aplicações", conjunto de regras e protocolos que permite a integração de serviços entre aplicativos.

A Meta lembrou que a integração de funcionalidades de IA a aplicativos está alinhada a uma tendência observada em diversos setores, na qual provedores vêm incorporando recursos de IA a serviços já existentes, como parte de uma mudança estrutural na forma como serviços digitais são ofertados aos usuários.

A manifestação da Meta é em resposta a um questionário enviado pela Superintendência-Geral (SG) do Cade, que, no mês passado, abriu um inquérito administrativo contra a Meta. Na ocasião, a SG também determinou medida preventiva para impedir a vigência dos novos termos de uso do WhatsApp para inteligência artificial (IA) até que o Cade avaliasse os indícios de infração à ordem econômica e ponderasse os argumentos e teses de defesa apresentados pela Meta, dona do serviço de mensagens.

A área técnica do Cade justificou que era necessário apurar se a Meta estaria abusando de sua posição dominante para favorecer sua própria inteligência artificial (Meta AI) e excluir concorrentes. No entanto, dias depois, a Justiça Federal do Distrito Federal suspendeu a medida preventiva do Cade, permitindo à empresa aplicar os novos termos de uso do WhatsApp para IA. Em nota, a empresa disse ter recebido a decisão "com satisfação". "Os fatos não justificam uma intervenção no Brasil nem em qualquer outro lugar", defendeu.

O que a Meta disse ao Cade

O documento apresentado ao Cade possui informações de acesso restrito apenas ao Cade e às representadas, por conterem segredos comerciais e dados sigilosos.

Na versão pública, a empresa informou que os AI Providers serão afetados pelas mudanças nos termos acessaram a API do WhatsApp Business por meio do processo regular de cadastro aplicável a usuários empresariais, isto é, mediante a criação de uma conta no Meta Business Manager e o fornecimento das informações necessárias para a verificação da conta, seguidos da criação de uma conta no WhatsApp Business e do registro de um número de telefone vinculado à API.

A Meta também destacou que a indústria de IA ainda se encontra em estágio incipiente e atualmente o setor tem explorado quais casos de uso, formatos e modelos de negócios geram maior aderência junto aos consumidores, com ênfase na experimentação de funcionalidades baseadas em IA integradas a aplicações. "Nesse ambiente dinâmico, concorrentes lançam continuamente novas funcionalidades em navegadores, aplicativos, suítes de produtividade e mecanismos de busca."

Como exemplo, foi citado o lançamento, pela OpenAI, de novos recursos para expandir sua atuação em serviços de mensagens, incluindo a implementação de conversas em grupo. "Esse processo contínuo de experimentação, integração e inovação caracteriza a forma como os desenvolvedores de IA competem atualmente. Para o WhatsApp, a adoção dessas ferramentas é fundamental para manter a plataforma na vanguarda da inovação centrada no usuário, proporcionando melhorias relevantes sem comprometer a simplicidade e a confiabilidade valorizadas pelos usuários."

Por outro lado, a Meta disse entender que Chatbots de IA operados por terceiros "não constituem parte inerente da experiência do usuário no WhatsApp" e a empresa possui visibilidade limitada sobre os casos de uso específicos atendidos por esses Chatbots de IA no WhatsApp. A empresa sustentou que o WhatsApp é utilizado, predominantemente, como um canal adicional de distribuição para serviços que essas empresas já oferecem em outros ambientes.

Histórico

A investigação do órgão de defesa da concorrência no caso da Meta AI começou no fim de 2025, após uma denúncia das startups de chatbots Zapia e Luzia, que operam, principalmente, por meio do WhatsApp e Telegram. Elas alegam que os Novos Termos do WhatsApp (WhatsApp Business Solution Terms) irão banir da plataforma desenvolvedores e provedores de serviços e soluções de inteligência artificial generativa (AI Providers ou Desenvolvedores de IA), garantindo um monopólio artificial à Meta AI.

O WhatsApp sustenta que o surgimento de chatbots de IA na Business API coloca uma pressão sobre seus sistemas que eles não foram projetados para suportar. Na visão da empresa, a decisão original do Cade partiu do pressuposto de que o WhatsApp é, de alguma forma, uma "loja de apps". A gigante de tecnologia defende que as rotas de acesso ao mercado para empresas de IA são as próprias lojas de aplicativos, seus sites e parcerias com a indústria, não a plataforma do WhatsApp Business.

A discussão no Cade é sobre o uso exclusivo do chatbot da Meta, ou seja, se há uma justificativa técnica para a restrição - a chamada "regra da razão" (do inglês, rule of reason). Essa análise jurídica pondera os efeitos pró e anticompetitivos de uma conduta empresarial, em vez de presumir sua ilicitude.

Broadcast (sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado) apurou que a decisão judicial que suspendeu a medida preventiva não impede a análise do caso pelo Cade. Segundo fontes, o órgão deverá se debruçar sobre o processo ainda no primeiro semestre deste ano.

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