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PRODUÇÃO BRASILEIRA

A nova geração do Chevrolet Tracker

Avaliamos o SUV, agora fabricado em São Caetano do Sul (SP)
13/07/2020 08:37 - Leandro Gameiro


 

A terceira geração do SUV chegou totalmente renovada e agora é produzida na fábrica de São Caetano do Sul, interior de São Paulo.

A primeira geração veio importada da Argentina, de 2001 até 2009, e vale ressaltar que foi a única com tração 4x4. Sua segunda geração passou a vir do México, em 2013, já modernizada, com opção AWD. Agora, sua terceira geração é produzida no Brasil, com visual arrojado e tração apenas na dianteira.

Um pouco mais sobre o modelo

O Chevrolet Tracker está disponível no mercado com duas motorizações, 1.0 e 1.2, ambas turbo e com bom desempenho. Ao todo, são seis versões, entre elas, uma exclusiva para o público PCD, com preço sugerido de R$ 70.000, sem os descontos. Se descontarmos o IPI e ICMS, o valor cai para cerca de R$ 56.800. Ainda falando das versões com motor 1.0, temos a turbo manual, R$ 85.290, e a LT, com câmbio automático, que tem o preço sugerido de R$ 93.490. As versões com o motor 1.2 são automáticas e parte de R$ 94.090, podendo ultrapassar R$ 116 mil, como o modelo avaliado.

Os motores

O 1.0 é o mesmo que vem no Onix, desenvolve 116 cv, com um torque de até 16,8 kgfm no etanol. Já o 1.2 pode desenvolver até 133 cv, com torque de 21,4 kgfm, e ambos são três cilindros e turbo. Pela montadora, o consumo de combustível desses motores fica na casa de 11 km/l na cidade, já na estrada ultrapassa 13 km/l na gasolina. Será?

 
 

Avaliação

Avaliamos a versão Premier, que já vem “completona” e entra na moda dos SUVs compactos, com novo motor 1.2 turbo, de três cilindros, que também é produzido aqui no Brasil. Apesar do visual robusto, com um “quê” de off-road, o modelo só tem tração dianteira com controle, toda aquela sopa de letrinhas e conectividade. Destaque para o conforto no interior do novo Tracker, que é muito aconchegante e visualmente bonito, apresentando dois tons no painel, nos estofamentos dos bancos e nas portas, com a combinação proporcionando ar mais luxuoso ao novo modelo.  

Em relação à conectividade, a Chevrolet sempre esteve à frente, tendo sido a primeira a colocar o sistema OnStar em todos os modelos da marca, gerando segurança a mais para os condutores. Com o novo Tracker não é diferente, tem Wi-Fi integrado, sensores de estacionamento, sistema de alerta de colisão frontal com frenagem de emergência e seis airbags, independentemente da versão escolhida.  

Conta ainda o acendimento automático dos faróis, full LED, carregador por indução em aparelhos compatíveis, assistente de estacionamento, tanto para vagas longitudinais quanto diagonais. O sistema MyLink com tela de 8 polegadas tem pareamento por meio de cabo para AndroidAuto e Apple CarPlay. Como em outros modelos da marca, tem o aplicativo MyChevrolet, que possibilita acessar remotamente diversas funções do carro. Vale ressaltar que a internet é obtida em parceria com a operadora Claro e após os primeiros três meses de uso requer uma assinatura para continuidade do serviço.  

O quadro de instrumentos é muito similar ao do Onix, com diferença no mostrador digital central de 3,5” e na iluminação dos mostradores. Todas as informações do computador de bordo e ajuda ao motorista são apresentadas na tela central do painel. No teste, o SUV chegou a marcar 12 km/l de gasolina na cidade, já em rodovia marcou 15,5 km/l. Rodamos mais de 300 quilômetros com o Tracker e notamos que, mesmo sendo econômico, a autonomia não era grande, isso porque o tanque é de apenas 44 litros. Fora isso, ele tem espaço, afinal, são 4,27 metros de comprimento, 2,57 metros de entre-eixos, 1,79 metro de largura, 393 litros no porta-malas e pesa em torno de 1.270 kg.

Enfim, pode-se concluir que o novo Tracker tem um bom conteúdo para brigar com os concorrentes, que são: T-Cross, HR-V, Kicks, Creta, entre outros que já estão no mercado. Com certeza, vale o test drive.  

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Ficha técnica

Chevrolet Tracker Premier 1.2 Turbo  

Preço: R$121.000.

Potência: 133 (E)/132 (G).

Torque: 21,4 (E)/19,4 (G).

Motor: Ecotec 1.2 L Flex VVT Turbo.

Velocidade máxima: 198 km/h.

Dimensões: Comprimento: 4.270 mm; largura: 1.797 mm; entre-eixos: 2.570 mm; altura: 1.626 mm.

Direção: Elétrica.

Cilindradas (cm³): 1.200 cc.

Tração: Dianteira.

Transmissão: Automática/sequencial de 6 velocidades.

Suspensão: Dianteira: Independente, tipo McPherson com molas helicoidais; traseira: semi-independente, com Eixo de torção e molas helicoidais.

Freios: Dianteiro: disco ventilado com ABS; traseiro: tambores com ABS.

Peso em ordem de marcha: 1.271 kg

Porta-malas: 393 litros.

Tanque: 44 litros.

 

Felpuda


Mesmo sem ter, até onde se sabe, combinado com o eleitor, candidato a prefeito começou a apresentar nomes do seu ainda hipotético secretariado, pois parece estar convicto de que conseguirá vencer a disputa.

Os adversários dizem por aí que ele está muito distante de “ser um Jair Bolsonaro”, que, ainda na campanha eleitoral para presidente da República, já falava em Paulo Guedes para ser seu ministro de Economia. Como sonhar é permitido