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COLUNA

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Confira as dicas e novidades sobre automóveis
27/02/2020 11:00 - Daniel Dias/AutoMotrix


Fera em cativeiro

Foi apresentada na capital paulista a única unidade do McLaren Senna GTR destinada ao mercado latino-americano. O superesportivo de 825 cavalos teve somente setenta e cinco unidades produzidas, reservadas apenas aos compradores de um dos quinhentos McLaren Senna homologados para uso em vias públicas. O McLaren Senna GTR ficará aos cuidados da Fundação Lia Maria Aguiar. Seu diretor, Luiz Goshima, anunciou a construção de um museu de automóveis ligado à Fundação, com abertura prevista para 2021. Nele, os alunos terão contato com carros de várias épocas. Até a inauguração do museu, o McLaren Senna GTR ficará abrigado em local não divulgado. O superesportivo é equipado com a versão mais extrema do motor 4.0 V8 biturbo da McLaren. A unidade motriz M840TR, com turbocompressores twin-scroll controlados eletronicamente, tem torque de 81 kgfm. Os 25 cavalos extras em relação ao motor do McLaren Senna foram alcançados pela recalibragem do controle do propulsor e pela remoção do catalisador secundário para reduzir a contrapressão. A retirada do catalisador também aumenta a experiência auditiva de dirigir o McLaren Senna GTR.

 
 

Aposta nos SUVs

Depois de décadas vendo a concorrência fazer grandes volumes de vendas no Brasil no segmento de utilitários esportivos, a Chevrolet apresenta a nova geração do Tracker, que deixa de ser importado do México e passa a ser produzido em São Caetano do Sul, no ABC Paulista. O SUV chega às concessionárias até o final de março, prometendo inovações tecnológicas relacionadas à segurança, conectividade e eficiência energética. “As primeiras imagens da página antecipam detalhes do sistema de iluminação do veículo. Na dianteira, os faróis contarão com uma tecnologia inovadora, enquanto, na traseira, as lanternas são de led com efeito tridimensional”, empolga-se Hermann Mahnke, diretor de Marketing da GM América do Sul. O slogan “Novo Chevrolet Tracker, o SUV em sua melhor fase está chegando” reforça a grande expectativa da Chevrolet pelo produto, o primeiro dos sete lançamentos que a empresa promoverá ao longo deste ano.

 
 

O futuro já está na esquina

A Ford continua avançando no seu plano de lançar em 2021 um serviço comercial de veículos autônomos, que já rodam em fase de testes em cidades norte-americanas. Como resultado desses estudos, a empresa constatou que ter como foco a experiência do cliente é essencial para o sucesso do futuro negócio. “Não há atalhos quando se trata do lançamento de um serviço de veículos autônomos. De fato, é a coisa mais difícil que a indústria automotiva já enfrentou desde que as pessoas trocaram os cavalos por carros. Precisamos que as pessoas confiem o bastante na nossa tecnologia para entrar no veículo e, depois, amarem a experiência o bastante para voltar”, explica Jim Farley, presidente de Novos Negócios, Tecnologia e Estratégia da Ford, recém-nomeado diretor global de Operações. Segundo o dirigente, nos próximos anos, os veículos autônomos terão um enorme potencial para ajudar a expandir o acesso ao transporte (como o chamado “taxi-robô”), mercadorias e empregos em várias cidades. A Ford entendeu que o caminho para isso é criar um serviço além do software, para oferecer uma experiência centrada no cliente em cada passo da sua jornada. Para liderar a Ford Autonomous Vehicle LLC, divisão dedicada a veículos autônomos, a empresa contratou Scott Griffith, ex-CEO da Zipcar, o maior serviço de compartilhamento de carros dos Estados Unidos.

 
 

Nova picape no pedaço

A internacionalização da Peugeot se intensifica com a chegada da nova Landtrek no segmento de picapes médias de uma tonelada. A Landtrek será comercializada a partir do segundo semestre de 2020 na América Latina, escolhida para ser a primeira região em nível mundial a receber o veículo, começando pelo México. Virão em seguida Equador, Peru, Guatemala, Panamá, Paraguai, República Dominicana e Uruguai. O lançamento no Chile, na Argentina e no Brasil está previsto para uma segunda etapa. A Landtrek conta com duas opções de motores, uma a diesel e outra a gasolina. No caso das configurações movidas com diesel, a picape é equipada com motor 1.9 turbo de 150 cavalos de potência e 35,7 kgfm de torque, nas versões 4x2 e 4x4, sempre com transmissão manual. O motor a gasolina é um 2.3 de 210 cavalos e 32,6 kgfm de torque, com tração 4x2 e 4x4 e câmbio manual ou automático. “Construímos uma Nova Peugeot, com foco na excelência dos produtos e serviços. Foi assim, com exigência, rigor e uma rede renovada, que pudemos oferecer o compromisso definitivo do Peugeot Total Care, no qual o cliente que não estiver satisfeito com o serviço, não paga pelo valor da mão de obra. E isso é só o começo. Agora, com veículos modernos, dinâmicos e de design arrebatador, vamos além. Com a nova Landtrek, ganharemos novos mercados e tentaremos encantar novos consumidores”, comemora Ana Theresa Borsari, Country Manager das Marcas Peugeot e Citroën no Brasil.

 
 

20 milhões de motores

Um 1.4 TSI, que move o Polo e o Virtus em suas versões GTS, marcou a conquista de 20 milhões de motores produzidos pela Volkswagen do Brasil. Desse total, 12 milhões foram fabricados na unidade de São Carlos (SP), que iniciou suas atividades em 1996, e 8 milhões na Anchieta, no período de 1974 a 2012. “A fábrica de São Carlos tem um importante papel dentro da estratégia da Nova Volkswagen, pois é uma unidade que além de atender ao mercado interno, com motores versáteis, de alta qualidade e eficiência, tem um perfil exportador, tanto em motores quanto em componentes”, festeja Pablo Di Si, presidente e CEO da Volkswagen América Latina. Atualmente, São Carlos é responsável pela produção dos propulsores da família EA211 nas versões 1.0l MPI, 1.6l MPI, 1.0l TSI e 1.4l TSI, que equipam os modelos T‑Cross, Polo, Virtus, Up, Cross Up, Gol, Voyage, Saveiro Cross, Jetta, Tiguan e Audi A3. Em São Carlos, também é fabricado o EA111 1.6l, presente nos modelos Gol, Fox, Voyage e Saveiro. Para o mercado brasileiro, 100% dos produtos recebem a tecnologia bicombustível Total Flex. Para o Exterior, são produzidos motores a gasolina. 

 
 

Velozes, furiosos e marqueteiros

A Dodge está lançando a campanha “House of Power”, na qual o Challenger e o Charger, ambos SRT Hellcat Widebody, e o Durango SRT, aparecem em imagens de “Velozes & Furiosos 9”, o novo capítulo da saga da Universal Pictures, que já faturou mais de US$ 5 bilhões em todo o mundo e na qual os carros são protagonistas. A campanha inclui uma versão de trinta segundos do vídeo para televisão nos Estados Unidos e outra de um minuto que se estende aos canais de mídia social e digital da marca no YouTube, no Facebook, no Instagram e no Twitter. “‘House of Power’ é o próximo passo da parceria de longa data da marca com o ator Vin Diesel e a icônica franquia ‘Velozes & Furiosos’. ‘House of Power’ não é um lugar, é um estado de espírito que os entusiastas da Dodge sempre compartilharam. É para aqueles que não se encaixam no molde, mas o quebram. Esse estado de espírito é uma irmandade de força”, explica Tim Kuniskis, diretor global da Alfa Romeo e da Dodge, da SRT, da Chrysler e da Fiat para a América do Norte. Com narração de Vin Diesel, “House of Power” tem a trilha sonora de “Hell's Bells”, do AC/DC, um dos grandes clássicos do rock. Para lançar o novo capítulo da franquia, a Universal Pictures já havia organizado uma grande ação, chamada de “Road to F9”, em 31 de janeiro, em Miami. Na ocasião, o estúdio mostrou em primeira mão o trailer do filme e promoveu um show com performances de estrelas mundiais da música, incluindo Cardi B e Ozuna, que têm papéis em “Velozes & Furiosos 9”, cuja estreia nos cinemas norte-americanos está prevista para 22 de maio.

 
 

Peça a peça certa

No segundo semestre de 2019, as oficinas de reparação automotiva foram impactadas por uma nova orientação da Superintendência de Seguros Privados (Susep) sobre reparo de veículos. A partir de então, não é mais obrigatório o uso de peças originais do carro em eventual necessidade de troca. Ou seja, no caso de colisões com danos parciais, as seguradoras podem oferecer aos clientes a opção de uso de peças de fabricantes independentes, com menor custo. “A mudança proposta pela Susep traz desafios e boas perspectivas tanto para o mercado segurador quanto para as oficinas. Além disso, ambos deverão ficar mais atentos à qualidade dos itens utilizados na reparação para evitar retrabalho e garantir a satisfação do cliente”, avalia Emerson Feliciano, gerente sênior de Pesquisa e Desenvolvimento do Cesvi Brasil.

Diferenças entre as peças:

  • Genuína - é toda peça utilizada na fabricação do veículo, com as mesmas especificações técnicas e características. É produzida pela montadora ou por seus fornecedores oficiais. Normalmente, são comercializadas pelas concessionárias e a sua precificação é feita pela própria montadora, que disponibiliza uma tabela referencial para sua rede.
  • Original - é produzida por um fornecedor de peças da montadora, contando com as mesmas especificações técnicas e qualidade da genuína. A diferença entre elas está na comercialização, feita pela fabricante da peça e não pela marca do carro. O seu custo, portanto, é menor.
  • Peça de reposição de fabricante independente - conhecida como peça alternativa, genérica ou paralela, é produzida por empresas não homologadas pelas montadoras. Em geral, as fabricantes tentam utilizar as mesmas especificações técnicas das peças genuínas, mas não há como garantir que os requisitos técnicos são cumpridos e a qualidade do produto esteja em linha com a exigências da montadora. O preço é sugerido pelas fabricantes das peças, e não há unificação de valores.
  • Usada (não original) - são peças retiradas de veículos provenientes de desmanches devidamente regularizados de acordo com a Lei n.º 12.977/2014 e com a resolução 611 do Contran, geralmente, com preço bem abaixo da tabela. 
 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.