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Confira as dicas e novidades sobre motos
28/02/2020 08:30 - Edmundo Dantas/AutoMotrix


Dicas para viajar de moto

Para quem pretende curtir as férias viajando de motocicleta, a Harley-Davidson do Brasil reuniu algumas dicas importantes para os que pegarão estrada e aproveitar os dias de folga. É fundamental preparar o roteiro da viagem, utilizar roupas adequadas para pilotagem, cuidar da manutenção da motocicleta e levar um kit básico para qualquer emergência técnica. Certifique-se de que sua moto esteja realmente pronta para a viagem. Precisa trocar o óleo? Os pneus estão em boas condições e calibrados com a pressão correta? Antes de sair para viajar é necessário tratar dessas questões. Torne sua viagem mais viável reservando bastante tempo para parar, explorar as redondezas e descansar. Se estiver pilotando sem pressa e curtindo a paisagem, um trecho de 400 quilômetros ou menos dá e sobra para encher o dia. Leve apenas o básico. Pense em vestir cada roupa mais de uma vez - a não ser que a viagem dure mais de uma semana, dois pares de jeans devem ser o suficiente. Algumas meias e roupas de baixo de tecido sintético, um par ou dois de cada, devem bastar. Não leve mais artigos de toalete do que realmente precisará. Um tubo de pasta de dente tamanho viagem, por exemplo, é uma boa pedida. Se sua motocicleta não tem alforjes, pense em investir em uma mala de viagem de boa qualidade com amarração. Uma vantagem extra desse tipo de mala é que, dependendo do tamanho, ela também serve de encosto. Uma mochila é sempre uma opção, mas certifique-se de que não seja grande demais a ponto de interferir com o que precisa amarrar ao assento do passageiro. Antes de encarar uma estrada, encha o tanque. É melhor parar mais vezes para abastecer do que ser forçado a ficar sem combustível em um local não planejado. Nunca confie na previsão do tempo - uma boa capa de chuva é sempre um bom investimento. Coloque na sua mala pelo menos uma jaqueta impermeável. Suas botas e luvas são à prova d’água? Se não forem, pense em fazer um upgrade. Mantenha-se hidratado – beba água antes de sentir sede (principalmente se estiver muito quente) – e não se esqueça de descer da motocicleta para esticar as pernas e outras partes importantes do corpo. 

 
 

Risco futuro?

Um projeto de lei que está tramitando no Senado determina que a venda de veículos novos movidos a combustíveis fósseis no Brasil, como gasolina ou diesel, pode ser proibida a partir de 1 de janeiro de 2030. E também prevê a proibição da circulação de motores a combustão em 2040. O projeto de lei 304/2017 foi proposto pelo senador Ciro Nogueira, do Partido Progressista, do Piauí, e já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Agora, segue para outras etapas no Legislativo. De acordo com o autor, a decisão segue as iniciativas de países desenvolvidos. Reino Unido e França pretendem proibir a venda de veículos movidos a combustão a partir de 2030 e a Noruega já em 2025. Ciro Nogueira sustenta que já existem soluções tecnológicas disponíveis, como o uso da eletricidade, e no Brasil, o biocombustível. A proposta tramita desde 2017 e ainda deve passar por mais comissões responsáveis pela avaliação. A próxima será a de Meio Ambiente e depois será a vez da Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Caso passe por essas etapas, o projeto de lei deverá seguir para a aprovação em plenário. Se for aprovada na Câmara e no Senado, será enviada ao presidente da República, que pode sancionar ou vetar parcial ou totalmente. De qualquer forma, a aprovação do projeto de lei ainda é considerada uma possibilidade remota. Assim, donos de modelos movidos a gasolina – como a Triumph Speed Twin, com seu motor bicilíndrico de 1.200 cc High Power 8, com 97 cavalos e 11,4 kgfm – não devem precisar se preocupar tão cedo. 

 
 

Moto de quatro rodas

A LM 410 é a mais recente criação da customizadora francesa Lazareth. A LM 410 tem como inspiração outro projeto da Lazareth, a LM 847, e mantém o conceito de quatro rodas que se mantém no solo o tempo todo, com a estrutura se inclinando para o contorno das curvas. A LM 410 utiliza um motor de 998 cm³ da Yamaha, o mesmo da superesportiva R1. Mas a Lazareth não divulgou a potência que o motor desenvolve na LM 410 – na R1, são 200 cavalos. A LM 410 segue a identidade visual da LM 847, porém, mais convencional. De acordo com a fabricante, graças a sua configuração de quatro rodas, a LM 410 oferece estabilidade e aderência à frenagem. Será uma moto para poucos: serão fabricadas apenas dez unidades e o preço será de 100 mil euros, o equivalente a R$ 474 mil.

 
 

75 anos

Às vésperas de completar setenta e cinco anos de existência, a marca italiana de motocicletas MV Agusta continua inovando com modelos premium e projetos futuristas. Um evento comemorativo já está agendado para os dias 20 e 21 de junho na fábrica na cidade de Schiranna, na região de Varese, no norte da Itália, quase na fronteira com a Suíça. Em 1945, a produção de motocicletas foi iniciada pelo conde Giovanni Agusta como uma atividade paralela de sua empresa de aviação, que hoje fabrica helicópteros. A MV Agusta marcou época nos campeonatos mundiais das décadas de 50, 60 e 70. Chegou a obter dezessete títulos seguidos na 500GP, de 1958 a 1974, tempos em que suas máquinas de três e de quatro cilindros eram consideradas as de melhor desempenho quando comparadas aos monocilíndricos e bicilíndricos ingleses da época. As motocicletas da MV Agusta são marcadas pelo design e estilo únicos. Um modelo clássico da marca é a F4 de 750cc dos anos 90, projetada pelo designer Massimo Tamburini. Logo depois foi lançada a naked Brutale. Atualmente, a MV Agusta ainda produz modelos marcantes, como a Brutale 1000 Série Oro e a Superveloce 800. Um dos lançamentos recentes é a estilosa Rush 1000, apresentada no Salão de Milão de 2019, que tem como base a Brutale 1000 RR. A naked oferece 208 cavalos a 13 mil rpm, ou 212 cavalos a 13.600 rpm caso esteja equipada com o kit “racing”.

 

Felpuda


É quase certo que a aposentadoria deverá ocorrer de maneira mais rápida do que se pensava em determinado órgão. O que deveria ser a tal ordem natural dos fatos acabou sendo atropelada por acontecimentos considerados danosos para a imagem da instituição. Os dias estão passando, o cerco apertando e já é praticamente unanimidade de que a cadeira terá de ter substituto. Mas, pelo que se ouve, a escolha não deverá ser com flores e bombons de grife.