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TRAGÉDIA

Chuvas deixam ao menos 14 mortos em Juiz de Fora

As aulas foram suspensas em toda as instituições de ensino da pública da rede municipal nesta terça-feira

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A Prefeitura de Juiz de Fora confirmou ao menos 14 mortes em decorrência das fortes chuvas que atingiram a cidade mineira na noite de segunda-feira, 23. Mais de 400 pessoas estão desabrigadas e 46 pessoas seguem desaparecidas.

Os óbitos foram registrados em sete endereços diferentes. Segundo a gestão municipal, as buscas por desaparecidos continuam nesta terça-feira, 24. Ao todo, foram registradas 251 ocorrências relacionadas às chuvas.

Durante a madrugada desta terça-feira, a prefeita de Juiz de Fora, Margarida Salomão (PT-MG), anunciou que decretou estado de calamidade pública. "Quem tentou andar pela cidade hoje sabe que os bairros estão ilhados", disse Margarida.

A Defesa Civil de Juiz de Fora estima que 440 pessoas estejam desabrigadas. De acordo com a prefeitura, até segunda-feira, já havia chovido mais que o dobro do esperado para o mês, o que tornou este o fevereiro mais chuvoso da história.

As aulas foram suspensas em toda as instituições de ensino da pública da rede municipal nesta terça-feira.

O Rio Paraibuna transbordou em diferentes pontos e, por isso, a Ponte Vermelha, no bairro Santa Terezinha, e o Mergulhão da Avenida Barão do Rio Branco, no centro, foram bloqueados.

transparência

Zanin reforça pedido de acesso a todos os dados do celular de Vorcaro

O pedido surge após manifestação do relator do processo, André Mendonça, que informou que o aparelho celular não se encontra em seu gabinete

12/09/2026 07h23

Cristiano Zanin alega que André Mendonça liberou somente parte dos arquivos, uma vez que estaria tentando proteger determinado grupo político

Cristiano Zanin alega que André Mendonça liberou somente parte dos arquivos, uma vez que estaria tentando proteger determinado grupo político

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O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), reiterou formalmente a solicitação para que seja disponibilizada aos ministros da Corte a mídia que contém a íntegra do material extraído do celular do banqueiro Daniel Vorcaro, apreendido na primeira fase da Operação Compliance Zero, e relacionado à Petição 15.556, pautada para julgamento no dia 15 de setembro. O ofício foi encaminhado ao presidente do Supremo, ministro Edson Fachin. 

O pedido surge após manifestação do relator do processo, ministro André Mendonça, que informou que o aparelho celular não se encontra em seu gabinete. Ele confirmou, entretanto, ter recebido da autoridade policial, em envelope lacrado, uma cópia de segurança dos dados extraídos da mídia original.

Em seu documento, Zanin argumenta que a mídia contendo os dados está sob posse do gabinete do relator e deve ser compartilhada para garantir a igualdade de análise entre os membros do colegiado. O ministro pontua que o fato de o material ter sido entregue lacrado pela Polícia Federal não afasta a necessidade de compartilhamento, uma vez que se trata de um cópia e que a preservação da cadeia de custódia deve ser feita em relação ao material original.

Zanin ressalta que a regra em julgamentos colegiados, inclusive no STF, é que todos os magistrados tenham acesso à integralidade dos elementos colocados à disposição do relator, independentemente da análise do próprio relator.

Além disso, o ministro afirma que os advogados de defesa do investigado Daniel Vorcaro já receberam cópia do material direto da Polícia Federal e possuem acesso integral ao material. "A não disponibilização aos membros desta Corte configuraria evidente incongruência e geraria severas dificuldades no julgamento", destaca Zanin no ofício. 

AGU:

Jorge Messias enaltece iniciativa de Fachin de pedir fim do sigilo do caso Master

"A publicidade é a regra da República. A transparência protege as instituições, assegura igualdade de tratamento aos envolvidos e clareia as escolhas dos cidadãos", afirmou

11/09/2026 07h47

Jorge Messias, da AGU, também elogiou a postura do presidente Lula de defender o fim do sigilo sobre as investigações do caso Master

Jorge Messias, da AGU, também elogiou a postura do presidente Lula de defender o fim do sigilo sobre as investigações do caso Master

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O advogado-geral da União, Jorge Messias, elogiou a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, de pedir a retirada do sigilo do inquérito do Banco Master. Segundo Messias, a medida "merece enaltecimento"

"A publicidade é a regra da República. A transparência protege as instituições, assegura igualdade de tratamento aos envolvidos, clareia as escolhas dos cidadãos e permite que a sociedade conheça os fatos sem recortes, versões ou seletividades", escreveu Messias no X, no fim da noite da quinta-feira, 10.

O chefe da AGU também elogiou a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de pedir que as investigações sejam tornadas públicas. "Em questões de Estado, a verdade não deve escolher nomes, lados ou conveniências. Instituições republicanas se fortalecem às claras", afirmou.

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