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INSS convoca 4,3 milhões de pessoas para fazer prova de vida

Passados 60 dias após as notificações, não havendo a comprovação de vida, o pagamento poderá ser bloqueado

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O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) convocará 4,3 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios de longa duração para fazer a prova de vida anual. Desde o início de 2023 que cabe ao instituto comprovar que o beneficiário está vivo, a partir de cruzamento de dados. No entanto, para os casos em que o rastreamento não é efetivo, o titular precisa fazer ele mesmo a prova de vida.

“Elas se enquadram nos casos em que o INSS não consegue fazer a comprovação de vida por não encontrar o beneficiário em nenhuma base de dados. Por conta disso, é enviada uma notificação via aplicativo Meu INSS, Central 135, e/ou notificação bancária informando que a prova de vida ainda não foi efetivada”, afirmou o INSS. As 4.351.557 de pessoas convocadas são nascidas nos meses de janeiro a março.

Já foram notificadas 3.089.043 pessoas nascidas em janeiro e fevereiro. Nesta quinta-feira foi a vez de 1.262.514 que fazem aniversário em março que estão há mais de 12 meses sem realizar a prova de vida.

Os segurados que receberem a notificação devem procurar o Meu INSS ou o banco onde recebem o benefício para realizar a prova de vida.

Passados 60 dias após as notificações via aplicativo Meu INSS, Central 135, e/ou notificação bancária, não havendo a comprovação de vida, o pagamento poderá ser bloqueado.

aena

"Dona" do aeroporto de Campo Grande assume o Galeão, no RJ

Em uma disputa acirrada, Estatal espanhola ofereceu ágio de 210% acima do valor mínimo estipulado para o leilão

31/03/2026 07h00

O leilão foi vencido após 26 lances em uma etapa em viva-voz, já que na 1ª etapa ocorreu empate

O leilão foi vencido após 26 lances em uma etapa em viva-voz, já que na 1ª etapa ocorreu empate

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O Aeroporto Internacional do Galeão – Antônio Carlos Jobim, no Rio de Janeiro, foi leiloado nesta segunda-feira (30) por R$ 2,9 bilhões. O valor representa um ágio de 210,88% sobre o mínimo estabelecido em edital, de R$ 932 milhões. A empresa vencedora foi a espanhola Aena, que fez a melhor proposta sobre a oferta de contribuição inicial.

No Brasil, a Aena já controla aeroportos como o de Campo Grande (MS), Congonhas (em São Paulo), Recife, Maceió, João Pessoa e Aracaju. A vencedora concorreu com outras duas empresas: a Zurich Airport – que opera os aeroportos de Florianópolis, Macaé, Natal e Vitória – e a RIOgaleão, atual controladora do aeroporto.

Em Mato Grosso do Sul, a estatal espanhola também administra os aeroportos de Ponta Porã e de Corumbá. E, ao assumir a pista do Galeão, aumenta a perspectiva de que Campo Grande volte a ter voos diretos para o Rio de Janeiro. 

O leilão foi vencido após 26 lances em uma etapa em viva-voz, já que, na primeira etapa, a de apresentação de envelopes, a Zurich Airport e a Aena fizeram exatamente a mesma proposta, de R$ 1,5 bilhão. Já a atual controladora do aeroporto, a RIOgaleão, ofertou R$ 934.045.874,00 durante a abertura de envelopes (na primeira etapa).

O certame de venda assistida foi realizado pelo Ministério de Portos e Aeroportos e pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) na sede da B3, no centro da capital paulista. O evento contou com a participação do ministro Silvio Costa Filho.

Atualmente, a gestão do aeroporto é da RIOgaleão (Rio de Janeiro Airport), controlada pela Vinci Airports (70%) e Changi Airports (30%).

O terminal foi concedido em um modelo de venda assistida, uma solução desenhada junto ao Tribunal de Contas da União (TCU) para modernização regulatória e reequilíbrio econômico-financeiro. A concessionária vencedora vai assumir o controle total do aeroporto, já que a Infraero, que hoje detém 49% da operação, deixará o negócio.

No leilão, a empresa vencedora também assumiu o compromisso de pagar à União uma contribuição variável anual correspondente a 20% do faturamento bruto da concessão até o ano de 2039.

O aeroporto do Galeão, terceiro maior do país, é uma das principais portas de entrada de turistas estrangeiros no país e também desempenha papel relevante na malha doméstica. Em 2025, o terminal registrou a movimentação de cerca de 18 milhões de passageiros, o equivalente a 13% do tráfego aéreo nacional.

ATLAS / ESTADÃ0

Simone aparece em 1º lugar na disputa ao Senado em SP

A sul-mato-grossense aparece tecnicamente empatada com Guilherme Derrite (PP) e com Marina Silva (Rede)

31/03/2026 06h52

Simone Tebet deixou o MDB na semana passada e se filiou ao PSB no estado de São Paulo

Simone Tebet deixou o MDB na semana passada e se filiou ao PSB no estado de São Paulo

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A ministra do Planejamento, Simone Tebet (PSB), o deputado federal Guilherme Derrite (PP) e a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva (Rede), aparecem tecnicamente empatados na disputa por duas vagas ao Senado na corrida eleitoral de 2026 em São Paulo. De acordo com a pesquisa Atlas/Estadão, divulgada nesta terça-feira, 31, os três lideram o levantamento quando se consolidam os dois votos do eleitor para o cargo.

Segundo o levantamento, numericamente, a vantagem hoje é de Simone Tebet, que se filiou ao PSB na última sexta-feira, 27. Tebet abriu mão de concorrer em Mato Grosso do Sul, Estado de origem, em razão das dificuldades da esquerda na região.

A escolha por São Paulo, além de servir para tentar reforçar a chapa de Fernando Haddad (PT) no Estado, também foi motivada pelo bom desempenho da ministra no maior colégio eleitoral do País na disputa eleitoral de 2022, quando concorreu à Presidência da República e ficou em terceiro.

Considerando o consolidado dos dois votos dos eleitores ao Senado, Simone teria hoje 22,6% das intenções em São Paulo, contra 22% de Guilherme Derrite (PP). Ele é o único nome já confirmado da direita bolsonarista na corrida ao Senado e ganhou projeção ao ocupar a Secretaria de Segurança Pública no governo de Tarcísio de Freitas (Republicanos).

Empatada tecnicamente com eles, considerando a margem de erro de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos, está Marina Silva, que soma 19,6%. Embora ainda filiada à Rede, Marina negocia uma ida ao PT para concorrer ao Senado, em razão das disputas dentro do partido atual, que ajudou a fundar.

Apesar de cogitado, o nome de Marina ainda não foi anunciado como pré-candidata ao Senado. Para concorrer, ela precisa deixar o Ministério do Meio Ambiente até o dia 4 de abril, prazo máximo de desincompatibilização previsto na legislação eleitoral.

Um dos cotados para a segunda vaga da chapa bolsonarista, o vice-prefeito de São Paulo, Ricardo Mello Araújo (PL), pontuou como quarto colocado na pesquisa, alcançando 14,8% das intenções de voto.

Preferido hoje de Jair Bolsonaro, segundo aliados, ele disputa a vaga ao Senado com diversos nomes. Em especial, o deputado federal Mário Frias, que tenta o apoio de Eduardo Bolsonaro (PL) para tentar se cacifar como candidato. Além deles, o também deputado federal Pastor Marco Feliciano (PL) corre por fora, assim como o deputado estadual Gil Diniz, aliado de Eduardo e que tem rusgas com o governador Tarcísio.

Ex-ministro de Jair Bolsonaro, o deputado federal Ricardo Salles também é cogitado ao Senado e, hoje, atingiria 11,1% em sua candidatura pelo Partido Novo, ao qual voltou após deixar o PL. Já Paulinho da Força (Solidariedade) registra 0,5%. Os brancos e nulos são 6,7% e os eleitores que não souberam são 2,8%.

Cenário com Haddad e Mário Frias

O Atlas também mediu um segundo cenário com Mário Frias como candidato à direita e com Fernando Haddad (PT) concorrendo ao Senado em vez de disputar o governo como hoje está previsto. Neste caso, o empate é entre Derrite, Haddad e Marina, com o bolsonarista numericamente à frente, com 22,1%. Haddad teria 21,8% e Marina somaria 19,7%.

Completando a lista, aparecem Ricardo Salles, com 12,8%, Mário Frias, com 12,3%, e Paulinho da Força, com 0,6%. Os brancos e nulos são 8% e os que não souberam responder são 2,7%.

O levantamento foi realizado entre os dias 24 e 27 de março, ouvindo 2.254 eleitores de São Paulo por recrutamento digital aleatório, A margem de erro é de 2 pontos porcentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no TSE sob o protocolo BR-01079/2026.
 

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