A abertura de novas avenidas e o prolongamento de outras existentes evitou o surgimento de novos gargalos no trânsito da Capital e garantiu a fluidez no tráfego em praticamente todas as saídas. O campo-grandensense começa a sentir os efeitos do planejamento urbano, iniciado em 1988, com a Lei Municipal 2.567, a Lei de Ordenamento e da Ocupação do Solo.
Até esta época, por aproximadamente duas décadas, entre 1970 e 1988, o crescimento urbano da Capital foi desordenado, quando os novos conjuntos foram construídos nas saídas, em locais sem infraestrutura urbana e viária, criando-se imensos vazios urbanos e provocando a descontinuidade da malha viária.
Com o aumento da população urbana e da frota de veículos, começaram a surgir os primeiros gargalos no fluxo de veículos. Os moradores da região norte acabaram sendo salvos com a construção da Avenida Nelly Martins (Via Parque) e com o prolongamento da Avenida Ernesto Geisel, de 4,5 quilômetros, entre a Avenida Mascarenhas de Morais e o Bairro Estrela do Sul.
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