Cidades

TRÊS LAGOAS

Trabalhadores que atuam em obra do Regional paralisam atividades

Greve de pelo menos 100 funcionário é por atraso no pagamento

Os trabalhadores que atuam na construção do Hospital Regional de Três Lagoas, a 326 quilômetros de Campo Grande, paralisaram os serviços por falta de pagamento. A greve de pelo menos 100 pedreiros e auxiliares teve início nesta terça-feira (14), pois de acordo com informações apuradas pelo Correio do Estado o pagamento está uma semana atrasado - deveria ter sido feito no dia 8 de maio.

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) informou que a construção é feita com recursos do Governo do Estado e da União, por meio do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Porém, a pasta ainda não confirmou onde ocorreu atraso para o pagamento dos funcionários. O grupo de trabalhadores promete manter a paralisação até que recebam os salários.

Notícia divulgada no site oficial do Governo do Estado, no dia 15 de fevereiro, mostrou que o governador - Reinaldo Azambuja (PSDB) - pediu que a empreiteira acelerasse as obras do Hospital Regional. Na época a informação era de que havia recursos em caixa para conclusão e aquisição de equipamentos. A obra foi orçada em R$ 56 milhões sendo R$ 35 milhões do Governo Federal e R$ 21 milhões do Estadual.

Azambuja esteve no município no dia 14 de fevereiro e anunciou que espera que até o final do ano a instituição já possa atender a demanda de saúde de toda a região Leste do Estado. Na ocasião o governador afirmou ainda que o Estado já tinha recursos disponíveis para equipar a instituição.

A previsão é de quando esteja concluído, o Hospital Regional de Três Lagoas (HRTL) contará com 202 novos leitos. Serão oferecidos serviços de emergência e urgência, psiquiatria, diagnóstico, tomografia, ressonância magnética, raios-x e ultrassonografia. A estrutura contará com ambulatórios, leitos, centro cirúrgico, auditório, salas de aulas, laboratórios, esterilização e área técnica dos equipamentos de climatização do centro cirúrgico.

A unidade também terá salas pré-parto, parto e pós-parto; indução e recuperação de pacientes; observação pediátrica; observação paciente; observação psiquiátrica; UTI cirúrgica; UTI clínica; enfermarias; internação isolamento; semicrítico; preparo e recuperação pós anestésica e observação e recuperação do paciente.

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