Cidades

HOMICÍDIO

Acusado de matar fazendeiro se apresenta à polícia

Briga de vizinhos teria sido motivada por disputa de território e a entrada de gado em propriedade alheia

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O homem acusado de matar o produtor rural Volnei Kommers Beutinger, de 52 anos, em uma fazenda localizada às margens da MS-468, no distrito de Itahum, zona rural de Dourados, se apresentou à polícia civil na manhã desta sexta-feira (11) e está sendo ouvido por equipe do Setor de Investigações Gerais (SIG).

O homicídio teria sido motivado por uma briga entre vizinhos envolvendo disputa por território e a entrada de gado em propriedade alheia. 

De acordo com o portal Dourados News, a polícia informou que o crime ocorreu após um novo desentendimento entre Volnei e seu vizinho, com quem já mantinha conflitos anteriores relacionados aos limites das fazendas. Pela manhã, o gado da vítima teria invadido a propriedade do suspeito, dando início à discussão. 

O filho do autor, de 37 anos, e Volnei chegaram a entrar em luta corporal. Em seguida, o suspeito interveio e atirou contra o produtor rural, com um revólver calibre .38 atingindo-o no peito. A vítima morreu no local.

Após o óbito, o autor teria pedido para que um funcionário de Volnei pegasse o corpo para levar à propriedade, o que foi negado, então ele mesmo colocou o rival na caminhonete e levou o corpo até a sede vizinha, fugindo logo em seguida.

Equipes do Setor de Investigações Gerais (SIG) da Polícia Civil e da Polícia Militar estiveram na fazenda realizando diligências e colhendo informações que possam contribuir com o esclarecimento do caso. A arma utilizada no crime, um revólver calibre .38, foi apreendida.

Ainda na tarde desta quinta-feira (10), o filho do suspeito se apresentou espontaneamente à Polícia Civil. Ele prestou depoimento na condição de testemunha e foi liberado.

A investigação está a cargo do SIG de Dourados. O caso foi registrado como homicídio. Volnei deixa esposa e dois filhos.

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Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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