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Corumbá

Acusado de matar mulher é condenado a 20 anos de prisão

Acusado de matar mulher é condenado a 20 anos de prisão

Diário Corumbaense

05/05/2014 - 19h29
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O terceiro sargento da Marinha, fuzileiro naval-músico Willian Afonso dos Santos, 30, foi condenado a 20 anos e 3 meses de prisão pela morte de Greice Soares Roque. Ele confessou tê-la matado por asfixia na madrugada de 15 de novembro de 2012 e escondido o corpo numa mala. A sentença do juiz da 1ª Vara Criminal, Daniel Scaramella Moreira, veio após decisão do Tribunal do Júri realizado nesta segunda-feira, 05 de maio. O julgamento durou aproximadamente oito horas.

Além da condenação por homicídio duplamente qualificado e tentativa de ocultação de cadáver, a sentença do juiz ainda determinou a perda do cargo público pelo militar. A decisão é de primeira instância e cabe recurso pela defesa.

Interrogado pelo juiz da 1ª Vara Criminal, Daniel Scaramella Moreira, durante o Tribunal do Júri, o terceiro sargento se disse arrependido pelo que fez, mas afirmou ter sido em legítima defesa porque após ambos consumirem cocaína, a vítima pegou uma faca na cozinha e partiu para cima dele. “Na minha ignorância excelência, sou um patife. Era para ter me entregado, não sei o que aconteceu que deu a louca de colocar o cadáver na mala. Isso que é minha ignorância, eu sou um patife, vou pagar, não tenho receio. Queria pedir perdão para a sociedade corumbaense, para a população, porque em toda a minha vida pregressa nunca passou pela minha mente que ia acontecer isso. Infelizmente, aconteceu, não tive intenção nenhuma de matar, infelizmente ela veio para cima de mim e eu tentei me desvencilhar, acabou que eu estava alterado. Agora, minha ignorância foi ir para o quartel, prestei serviço lá, voltei e tive uma ideia louca de colocar na mala”, disse o militar ao ser interrogado pelo juiz, logo no começo do julgamento.

Willian, que compareceu ao Tribunal com o fardamento branco da Marinha – onde é mantido sob custódia –, explicou que o crime só aconteceu porque o consumo de drogas o tirou do seu estado normal de sensatez. Após fazer um programa com Greice, num bar que ela costumava frequentar, ele a levou para a casa dele, em Ladário, com a intenção exclusiva de continuarem o uso de drogas, contou o militar.

“Fizemos o programa, voltei à mesa do bar e ela me convenceu de a gente curtir ou na minha residência ou em algum motel. Fiquei cauteloso, passei um tempo, saímos do bar, pegamos um táxi, dei certo valor para ela para compra cocaína. Parou o carro em uma residência, foi efetuada a compra da droga, voltamos e fomos para a residência. Chegando lá consumimos droga, a intenção era só curtir, cocaína e cerveja. A intenção não era copular, transar, era só curtir cocaína.”, afirmou o réu. Não sabia nem o nome dela, fui saber o nome quando estava declarando o depoimento na delegacia. Conhecia como Capitu”, afirmou.

De acordo com o fuzileiro naval, o crime aconteceu cerca de duas horas após consumirem alta quantidade de cocaína. “Acabei [consumindo] um valor excessivo de droga lá, cheirando. E, no decorrer de uma hora ou duas horas mais ou menos, começamos a entrar em euforia e ela começou a observar o ambiente, ficava áspera, não estava legal. Nós dois consumimos droga. Ela saiu, foi para a cozinha e eu fiquei consumindo lá, não sabia o que ela estava fazendo, pedi para ela voltar. Quando ela voltou eu estava de costas consumindo, olhei para trás ela veio para cima de mim com a faca e me surpreendeu. Se eu não me defendesse, eu não estaria aqui para contar. Foi uma luta, tentei me desvencilhar dos braços dela, peguei no pescoço dela, ela caiu no chão, foi aí que, estava com a consciência alterada, com minha mão usei uma grande força. Eu estava sem noção e fiquei ali por mais ou menos um minuto. Foi aí que não sabia o que fazer. Tentei me desvencilhar dos braços dela, não tinha intenção nenhuma de matar, jamais. Vim aqui para Corumbá prestar serviço como militar para a Marinha e para a cidade.Infelizmente aconteceu, estou arrependido, no momento lá não sabia o que fazer, estava muito alterado, eufórico demais”, contou ao relembrar o momento em que asfixiou Greice.

Willian Afonso dos Santos confessou que usava drogas “eventualmente” e disse que após ter asfixiado Greice, ele continuou sob efeito da droga e colocou o corpo na mala depois de voltar do plantão de 24 horas na Marinha. “Tomei banho gelado, pra ver se passava o efeito, não sabia o que fazer, tremi no chão, estava muito agoniado. Chegando no quartel estava alterado ainda, tentei manter a calma discretamente, fui lá tomei mais um banho no quartel, me vesti, prestei o serviço” e depois de voltar para casa limpou o imóvel, colocou o corpo na mala e se desfez de qualquer prova que pudesse incriminá-lo. “Infelizmente coloquei na mala. Como consta nos autos falei que era peixe podre. Falei que era para colocar na rodoviária primeiramente, depois eu mudei, alterei que era peixe podre, como consta nos autos. Infelizmente excelência, essa foi minha ignorância, não tive intenção nenhuma de matar”, declarou completando que tem uma vida respeitável: “nunca passei pela Polícia, nunca tive brigas, nada na minha vida pregressa. Isso foi um fato que infelizmente aconteceu. Eu errei, confesso aqui para a sociedade corumbaense, infelizmente aconteceu”, disse o terceiro sargento ao juiz.

O réu ainda contou ter limpado o imóvel. “Limpei a casa, joguei fora a faca, o resto da cocaína a cerveja, coloquei num saco e joguei fora. A casa eu passei um pano”, explicou ao responder a pergunta feita pelo promotor Rodrigo Correa Amaro. “Se eu não tivesse bebido, não tivesse usado droga, jamais aconteceria isso. Foi uma situação, não sei o que aconteceu. Infelizmente aconteceu”, completou William.

Já o promotor Rodrigo Correa Amaro, “desconstruiu” a figura de militar exemplar ao lembrar que ele era casado e costumava buscar garotas de programa e que não se tratou de legítima defesa pelas qualificadoras porque a vítima tinha 1,45 metro de altura, era franzina. "O tempo e a força empregados, foram desproporcionais", afirmou. O promotor ainda lembrou que Willian resistiu à prisão, tanto que teve de ser amarrado pelos colegas e leu o depoimento de um dos militares que o prendeu, onde afirma que ele era problemático e que já usava drogas em outra cidade.

A defesa, por sua vez, enfatizou a tese de legítima defesa, utilizou-se de passagens bíblicas e de artigos da Constituição Federal e do Código Penal. Também criticou a cobertura da imprensa ao caso, afirmando que houve "pré-julgamento".

Expansão Comercial

Campo Grande pode ganhar novo centro comercial com 46 lojas e supermercado

Projeto prevê investimento no Bairro Tiradentes, com academia, praça de alimentação, escritórios e flats; complexo poderá receber 4,5 mil pessoas por dia.

11/10/2026 17h47

Terreno no Bairro Tiradentes, em Campo Grande, está previsto para receber centro comercial com 46 lojas, supermercado, academia e praça de alimentação.

Terreno no Bairro Tiradentes, em Campo Grande, está previsto para receber centro comercial com 46 lojas, supermercado, academia e praça de alimentação. Foto: Reprodução/Google Street View.

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Campo Grande poderá ganhar um novo centro comercial com 46 lojas, supermercado, academia, praça de alimentação, escritórios e flats. O empreendimento, previsto para a Avenida Marquês de Pombal, na esquina com a Rua José Nogueira Vieira, no Bairro Tiradentes, terá aproximadamente 14 mil metros quadrados de área construída e capacidade projetada para receber cerca de 4,5 mil usuários por dia.

Batizado de Oliver Mall, o complexo está em fase de análise urbanística e ambiental na Prefeitura de Campo Grande.

Os detalhes constam no Estudo de Impacto de Vizinhança (EIV), documento de 158 páginas que apresenta as características da construção, a estrutura comercial planejada, as estimativas de circulação de pessoas e os possíveis impactos sobre o trânsito e a infraestrutura da região.

A proposta é de responsabilidade da empresa Protefh Empreendimentos Imobiliários Ltda. e tramita na Agência Municipal de Meio Ambiente e Planejamento Urbano (Planurb).

O projeto será discutido em audiência pública marcada para 10 de novembro, etapa que permitirá à população apresentar questionamentos e sugestões antes do avanço do processo de licenciamento.

Embora a implantação ainda dependa das autorizações necessárias, o estudo já revela a dimensão do empreendimento, que pretende concentrar comércio, alimentação, serviços, atividades físicas e espaços de hospedagem em uma das regiões de expansão imobiliária da Capital.

Supermercado, 46 lojas e academia de 1,5 mil m²

O Oliver Mall foi planejado para ocupar um terreno de aproximadamente 15,2 mil metros quadrados, com área total construída de cerca de 14 mil metros quadrados.

A maior concentração de estabelecimentos comerciais ficará no pavimento térreo, onde estão previstas 40 lojas satélites, três lojas de médio porte e outras três de grande porte, totalizando 46 unidades comerciais, além de um supermercado.

O mercado contará com depósito e docas para recebimento de mercadorias, permitindo que a movimentação de cargas seja realizada por meio de uma estrutura específica, separada do acesso principal dos consumidores.

O projeto também prevê uma praça de alimentação, ampliando a oferta de serviços e criando um espaço destinado à permanência dos frequentadores.

Nos pavimentos superiores, a proposta contempla uma academia com aproximadamente 1.500 metros quadrados, além de dois pisos destinados a escritórios e flats, modalidade de unidade que reúne características de hospedagem e acomodação residencial.

A intenção é que o centro comercial funcione como um espaço de múltiplas atividades, permitindo que consumidores encontrem diferentes serviços no mesmo endereço, desde compras de supermercado até alimentação, exercícios físicos e atividades profissionais.

Apesar de detalhar a estrutura, o EIV não identifica qual rede de supermercados ocupará o empreendimento, nem apresenta os nomes das lojas, restaurantes ou da futura academia. Também não informa o valor previsto do investimento.

Complexo poderá receber 4,5 mil pessoas por dia

Outro dado apresentado no estudo chama a atenção pelo potencial de movimentação que o empreendimento poderá gerar no Bairro Tiradentes.

A estimativa inicial é de aproximadamente 4,5 mil usuários por dia, considerando consumidores, funcionários, visitantes, profissionais e ocupantes das diferentes atividades previstas para o complexo.

Esse número representa a circulação projetada ao longo do dia, e não a presença simultânea de milhares de pessoas dentro do centro comercial.

O documento também apresenta uma estimativa preliminar de 105 funcionários para a operação das atividades comerciais, incluindo trabalhadores do supermercado, das lojas e da praça de alimentação.

Somente para o supermercado, são considerados 40 funcionários, distribuídos em dois turnos de trabalho.

A quantidade efetiva de postos de trabalho, entretanto, dependerá da ocupação dos espaços, do porte das operações comerciais e das empresas que efetivamente se instalarem no empreendimento. Por isso, a projeção não representa a abertura imediata de vagas de emprego.

A localização é apontada pelos responsáveis pelo estudo como um dos principais atrativos do projeto. O terreno está situado em uma região que concentra empreendimentos residenciais, restaurantes e estabelecimentos comerciais, com acesso a importantes corredores de circulação da cidade.

Segundo o EIV, a implantação do centro comercial poderá ampliar a oferta de serviços para moradores do Tiradentes e de bairros vizinhos, reduzindo a necessidade de deslocamentos para outras regiões de Campo Grande.

Trânsito e estacionamento entram na análise

A circulação de veículos está entre os principais aspectos avaliados para a implantação do Oliver Mall.

O projeto prevê 390 vagas de estacionamento, incluindo espaços reservados para pessoas com deficiência e idosos, além de acessos que deverão observar as exigências de acessibilidade.

O acesso principal de entrada e saída dos consumidores está planejado para a Avenida Marquês de Pombal. Já a Rua José Nogueira Vieira deverá concentrar acessos de serviço e operações de carga e descarga.

A separação tem como objetivo organizar o fluxo interno e reduzir a possibilidade de retenção de veículos nas vias públicas durante as operações de abastecimento.

Entretanto, o próprio estudo identifica a rotatória formada pela Avenida Marquês de Pombal com a Rua José Nogueira Vieira como o ponto mais crítico da região em relação ao risco de congestionamentos.

Com o funcionamento do centro comercial, a tendência é de aumento no fluxo de veículos na região, principalmente nos horários de maior movimento.

A análise também considera possíveis efeitos sobre a circulação de pedestres, a demanda por transporte coletivo e a infraestrutura viária utilizada pelos moradores da região.

Nas considerações finais, os responsáveis pelo EIV avaliam que os impactos poderão ser administrados com medidas de adequação e mitigação. Essa conclusão, porém, integra o estudo apresentado pelo empreendedor e será submetida à avaliação do poder público.

Construção poderá levar até três anos

Embora o planejamento já apresente a distribuição das atividades comerciais e as principais características da estrutura, ainda não existe data definida para o início das obras.

Segundo o EIV, a construção dependerá da aprovação do projeto arquitetônico, dos estudos complementares, do próprio Estudo de Impacto de Vizinhança e da obtenção do alvará de construção e das licenças ambientais exigidas.

O documento estima que a execução do empreendimento poderá durar entre 24 e 36 meses após a liberação das autorizações necessárias.

Isso significa que a obra poderá levar de dois a três anos, dependendo do andamento do licenciamento e das condições de execução do projeto.

O estudo também informa que a construtora responsável ainda não havia sido definida na fase de elaboração do documento, motivo pelo qual o cronograma executivo definitivo não estava estabelecido.

Entre os serviços previstos estão a preparação do terreno, a readequação da drenagem pluvial existente, intervenções na infraestrutura, a implantação das edificações e a execução dos projetos de urbanização e paisagismo.

O EIV também analisa possíveis impactos ambientais decorrentes da construção e do funcionamento do complexo, incluindo geração de resíduos, aumento de ruídos, escoamento de águas pluviais e demanda adicional por abastecimento de água e serviços urbanos.

As medidas propostas deverão passar pela avaliação dos órgãos municipais competentes.

Região poderá passar por nova transformação comercial

O Bairro Tiradentes integra a Região Urbana do Bandeira, uma das áreas de Campo Grande que apresentam expansão de empreendimentos residenciais e atividades de comércio e serviços.

O estudo destaca a presença de condomínios, restaurantes, drogarias e outros estabelecimentos nas proximidades do terreno previsto para receber o Oliver Mall.

Para os responsáveis pelo projeto, a implantação do centro comercial poderá fortalecer essa concentração de atividades econômicas, ampliar a oferta de serviços e contribuir para a valorização imobiliária do entorno.

O documento considera uma área de influência direta de aproximadamente um quilômetro ao redor do empreendimento e uma área de influência indireta de dois quilômetros, abrangendo regiões que poderão experimentar alterações no fluxo de veículos e na demanda por serviços.

Apesar dos benefícios econômicos projetados, a implantação de uma estrutura desse porte também exigirá atenção aos efeitos sobre a mobilidade urbana, a drenagem e a qualidade de vida dos moradores próximos.

A avaliação desses aspectos será uma das etapas fundamentais para definir as condições de instalação do empreendimento.

Prefeitura abre espaço para participação dos moradores

O projeto do Oliver Mall será discutido em audiência pública no dia 10 de novembro, às 18h, na sede da Planurb, localizada na Avenida Calógeras, nº 356, com entrada pela Rua Dr. Mário Corrêa, no Bairro Glória. O encontro também será transmitido pelo canal de Educação Ambiental da agência no YouTube.

A população poderá apresentar sugestões e questionamentos sobre o empreendimento entre os dias 13 de outubro e 4 de novembro, presencialmente na Planurb ou pelo e-mail [email protected].

A audiência faz parte do processo de avaliação dos impactos urbanísticos e ambientais e não representa autorização para o início das obras. A implantação do centro comercial ainda depende da aprovação dos órgãos competentes.

OPORTUNIDADE

PRF realiza leilões em Mato Grosso do Sul com mais de 890 veículos

Interessados devem acessar a página da leiloeira e fazer o cadastro com até 48 horas de antecedência

11/10/2026 16h30

Hilux, avaliada em R$ 72 mil, é um dos lotes de destaque no leilão da PRF

Hilux, avaliada em R$ 72 mil, é um dos lotes de destaque no leilão da PRF Reprodução

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A Polícia Rodoviária Federal (PRF) levará 892 veículo a leilões em Mato Grosso do Sul a partir da próxima quarta-feira (14). Os lances já estão abertos e os certames seguem até a sexta-feira, dia 16 de outubro. Entre os lotes estão automóveis conservados e sucatas.

Na quarta-feira (14), serão leiloados 237 lotes conservados, aqueles que estão aptos para circular novamente nas vias. No dia seguinte, será a vez de leiloar mais 149 lotes conservados, 64 sucatas aproveitáveis e 14 inservíveis. Por fim, na sexta-feira (16), serão 187 sucatas aproveitáveis e 241 sucatas inservíveis. 

Os lotes estão disponíveis na página da leiloeira e já podem receber lances eletrônicos. Para participar, a pessoa deve fazer o cadastro no site da Maria Fixer Leilões com até 48 horas de antecedência para evitar contratempos na liberação.

É importante ressaltar que para arrematar sucatas é exigido registro no Departamento de Trânsito (DETRAN). Pessoas jurídicas que adquirirem sucatas aproveitáveis devem comprovar atividade no comércio de peças usadas e cadastro no DETRAN.

A visitação dos veículos será de segunda a sexta-feira, das 8h às 11h, e das 14h às 17h, com agendamento prévio através dos telefones que estão no edital. 

Destaques

Ao todo, a PRF colocou 898 lotes no leilão, sendo 892 veículos e 6 imóveis. Serão 477 carros, 367 motos, 25 veículos pesados, 13 caminhões e 8 ônibus.

Entre os carros mais caros e com melhor conservação estão:

  • Toyota Hilux 20/20, avaliada em R$ 72.246 e com cance atual de R$ 75.246 - Anastácio;
  • Ford Ranger 20/20 - avaliada em R$ 52.830 e com lance atual em R$ 55.830 - Campo Grande;
  • Chevrolet Cruze Premie II NB AT 19/19 - avaliado em R$ 41.779 - Corumbá
  • Volvo XC60 2.0 T5 MOM - avaliado em R$ 31.143,00 - Bataguassu.

Entre as motos de destaque está a JTA/ Suzuki GSX 1300 R 10/10, que é uma superesportiva de alta performance. Ela está no pátio do Detran em Campo Grande e sua avaliação é de R$ 11.576.

Além dela, também tem a Yamaha MT03 ABS 21/21, que está em Dourados, com preço de avaliação de R$ 8.534. Um terceiro modelo que pode ser conferido pelos interessados é a Honda NXR 160 Bros ESDD 24/24, no valor de R$ 7.652. 

Os lotes que não receberem lance ficarão até o dia 19 de outubro disponíveis no site da leiloira Maria Fixer Leilões, sendo arremato pelo primeiro lance igual ou superior ao mínimo exigido.

Os licitantes devem ficar ciente que, por se tratar de leilão de veículos apreendidos devido a irregularidades, estão sujeitos à alterações no estado original em razão de sinistros, adulterações e outras alterações não detectadas no momento da perícia.

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