Cidades

Polícia

Adolescente deixou recém-nascido em caixa de frutas por medo da família

Menina de 16 anos deu à luz e, para tentar esconder da família, chamou os bombeiros dizendo que achou a criança abandonada

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O recém-nascido encontrado na noite de ontem (7) dentro de uma caixa de fruta nos fundos de uma casa em Aquidauana, a 140 quilômetros de Campo Grande, foi, na verdade, deixado no local pela adolescente de 16 anos, mãe do bebê, que inventou que o encontrou por medo da família.

De acordo com o Corpo de Bombeiros Militar, o resgate foi acionado pela moradora da casa para informar que havia localizado a criança dentro da caixa que estava junto a um amontoado de entulhos encostado ao muro da residência. 

As primeiras investigações levaram os bombeiros a tratar a situação como abandono, dado a versão inicial dos depoimentos. 

No entanto, a Polícia Civil informou, em nota, que, na verdade, a criança era filha da adolescente de 16 anos, que residia na casa. 

A jovem relatou aos policiais que não sabia que estava grávida e que entrou em trabalho de parto sozinha, no banheiro de casa, enquanto sua mãe estava fora visitando alguns familiares. 

Segundo as declarações da jovem, ela ficou em estado de choque, sem saber como proceder e com medo da reação da família.

Assim, tomou banho com o bebê e, sem conseguir pedir ajuda, colocou a criança nos fundos da casa, onde, minutos depois, contou à mãe que havia encontrado um bebê abandonado. 

A Polícia ainda alegou que a adolescente demonstrou arrependimento, disse ter ficado "completamente desorientada com a situação inesperada" e que não teve intenção de abandonar o recém-nascido, que agiu de forma impulsiva, tomada por medo e confusão emocional. 

O bebê, um menino, foi prontamente socorrido e está hospitalizado, fora de perigo e sob cuidados médicos. 

O caso segue em investigação pela Polícia Civil, que orienta a população a aguardar a conclusão das investigações antes de julgar situações adversas. 

"A Polícia Civil reforça o compromisso com a verdade dos fatos e orienta a população a aguardar a conclusão da investigação antes de emitir julgamentos, especialmente em casos que envolvem menores e situações delicadas como esta", afirmou em nota. 
 

Bebê foi encontrado em caixa de fruta junto a entulhos no fundo da residência / Foto: CBMMS

 

Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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