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Agências bancárias são invadidas e furtadas em Campo Grande

Localizadas na região central da Capital, invasões às instituições financeiras aconteceram durante a madrugada

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Delegacia Especializada de Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros, a GARRAS investiga duas invasões furtos em agências bancárias, que aconteceram durante a madrugada desta segunda-feira (24) em Campo Grande. 

Informações preliminares indicaram que as agências em questão pertencem ao Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob). 

Comandada pela titularidade do delegado Guilherme Scucuglia Cezar, ao lado do adjunto Pedro Henrique Pillar Cunha, agentes da Delegacia GARRAS compareceram aos pontos invadidos em diligências iniciais. 

Entenda

Considerado um dos maiores sistemas financeiros nacionais, fundado em 1997, números internos Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil apontam para a marca atual de mais de 8,5 milhões de cooperados. 

Sendo que as agências foram arrombadas, a presença de equipes do Garras se justifica também pelo acompanhamento aos funcionários, que se depararam com a cena do crime ao chegarem para cumprir expediente no primeiro horário da manhã. 

Curiosamente, ambas as agências invadidas durante essa madrugada estão localizadas na região central de Campo Grande, separadas por uma distância de aproximadamente três quilômetros, sendo:

Conforme apontado preliminarmente à imprensa, agentes da Polícia Militar foram os primeiros que compareceram à cena do crime. 

Seguido dos agentes da PM, os investigados da Polícia Civil também estiveram no local, acompanhados inclusive de agentes de perícia, com o intuito justamente de coletar quaisquer evidências que podem ter sido deixadas pelos suspeitos. 

Até o momento não há qualquer informação divulgada, sobre o paradeiro dos suspeitos, ou ainda a possível quantidade extraída das agências pelos criminosos durante a invasão. 

 

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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