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Agepen faz mistério sobre destino da 'Dama do Crime'

Cerca de 48 horas após prisão, Agência diz que Simone sequer chegou a dar entrada no presídio feminino de Ponta Porã, escoltada pelo Comando de Operações para outra unidade do Estado

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Presa na última quarta-feira (19), Simone Souza Simões, a mulher conhecida como 'dama do crime', apontada como esposa do criminoso chamado de "Pixote", nem sequer chegou a dar entrada no presídio feminino de Ponta Porã. 

Conforme apuração do Correio do Estado, a mulher já não está mais em Ponta Porã e saiu do município sob escolta do Comando de Operações Penitenciárias da Polícia Penal (Cope). 

Segundo confirmado pela Agência Estadual de Administração do Sistema Penitenciário (Agepen), apesar de presa no município longe cerca de 313 km de Campo Grande, Simone Souza sequer chegou a dar entrada no presídio feminino de Ponta Porã. 

A informação é que Simone foi encaminhada da delegacia direto para uma unidade prisional do Estado, sob escolta do COPE. 

Sobre a rapidez da movimentação, a Agência de Administração do Sistema Penitenciário de MS afirma não ser verdadeira a informação que circula por portais de notícias do interior de que uma possível tentativa de resgate teria agilizado as ações policiais. 

Em complemento ao Correio do Estado, a Agepen foi categórica em dizer que a Agência não vai informar, por enquanto, para qual unidade prisional do Estado ela foi levada, nem mesmo o quantitativo do efetivo envolvido

Entenda

O Correio do Estado abordou a prisão de Simone, por policiais do Batalhão do Choque da Polícia Militar de Mato Grosso do Sul com apoio da PM de São Paulo, de onde foi expedido o mandado de prisão. 

Aos 43 anos, ela é apontada como suposta auxiliar dos negócios ilícitos de seu marido, tendo fugido anteriormente para Ponta Porã para liderar uma rede de tráfico local. 

Investigações apontam que o grupo da "Dama" e de "Pixote", que atualmente cumpre prisão no Estado paulista, pegava entorpecentes do Paraguai para alimentar o tráfico da Baixada Santista. 

Em nota, o BPMChoque destacou que a prisão se tratava de uma "resposta firme", como ação de combate ao crime organizado. 

"Além de neutralizar uma liderança ativa da facção, a ação impacta diretamente sua estrutura financeira, promovendo a descapitalização e o enfraquecimento da organização criminosa", diz. 

Pixote foi condenado a 43 anos de prisão, por participação em posse de uma metralhadora, da invasão à Delegacia de Polícia de Cubatão, na Baixada Santista, em 13 de maio de 2006, quando  criminosos atiraram e tentaram matar três policiais.
**(Colaborou Naiara Camargo) 

 

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Cidades

Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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