Cidades

Disputa Territorial

Agraer bate o martelo sobre bairro com 5 mil moradores disputado em MS

Órgão considera limite "sacramentado", aponta o Córrego do Gonçalo como marco da divisa e sustenta que discussão se concentra agora na prestação dos serviços públicos

Continue lendo...

A Agência de Desenvolvimento Agrário e Extensão Rural de Mato Grosso do Sul (Agraer) afirmou que o Conjunto Habitacional Padre Ernesto Sassida, onde vivem cerca de 5 mil pessoas, está localizado integralmente no município de Ladário.

O posicionamento acrescenta um novo capítulo à disputa territorial com Corumbá, que atualmente é responsável pela prestação de serviços públicos, pela infraestrutura e pelo atendimento aos moradores da região, conforme noticiado pelo Correio do Estado na última terça-feira (1º).

Em resposta encaminhada ao Correio do Estado, a agência declarou que o limite entre as duas cidades está tecnicamente definido e não depende de novo estudo cartográfico. O traçado adotado utiliza o Córrego do Gonçalo como marco da divisa.

“A Agraer vem ratificar que o limite entre os municípios de Corumbá e Ladário, o qual tem o Córrego do Gonçalo como definidor, do ponto de vista técnico está sacramentado, não havendo, portanto, o que se discutir”, afirma o documento.

A resposta, assinada pelo gerente de Regularização Fundiária e Cartografia da Agraer, Jadir Bocato, sustenta que a controvérsia levada à Justiça não estaria mais concentrada na localização do córrego ou na definição técnica da divisa.

Segundo o órgão estadual, o principal impasse passou a ser a continuidade dos serviços básicos prestados por Corumbá aos moradores de uma área que, pela delimitação reconhecida pela agência, pertence a Ladário.

“Quem oferece tais serviços hoje é o município de Corumbá e pode, a qualquer momento, deixar de prestá-los, em função de que o bairro está localizado integralmente no município de Ladário”, registra a manifestação.

A possibilidade de interrupção, entretanto, é apresentada pela Agraer como consequência administrativa possível da mudança territorial. Até o momento, não há informação de que Corumbá tenha anunciado a suspensão dos atendimentos.

Disputa começou há mais de 40 anos 

A discussão sobre a divisa é antiga. Conforme a Agraer, o primeiro ofício que questionava o limite entre Corumbá e Ladário foi registrado em 18 de agosto de 1981.

Desde então, diferentes equipes realizaram levantamentos, vistorias e análises documentais para tentar estabelecer a localização correta do Córrego do Gonçalo, citado na legislação como um dos marcos territoriais.

A base jurídica utilizada remonta à Lei Provincial nº 4, de 19 de abril de 1838, que criou o Distrito de Ladário ainda dentro do território de Corumbá. A norma descreveu o Córrego do Gonçalo e sua foz no Rio Paraguai como parte da delimitação.

O mesmo traçado foi mantido por decretos estaduais posteriores. Em 1953, a Lei nº 679 criou oficialmente o município de Ladário, desmembrado de Corumbá, com os limites que já haviam sido estabelecidos para o antigo distrito.

O problema surgiu porque diferentes cursos d’água foram identificados ao longo das décadas como possíveis localizações do Córrego do Gonçalo. Estudos anteriores também encontraram dificuldades para visualizar o curso em determinadas épocas do ano.

A Agraer explica que o córrego é intermitente. Isso significa que a presença de água pode variar conforme o período de chuvas ou de estiagem, dificultando sua identificação em levantamentos realizados exclusivamente em campo.

Mapa do Exército mudou o traçado

O entendimento atual da Agraer foi consolidado em um parecer técnico elaborado em 2023, após novos questionamentos apresentados pela Prefeitura de Corumbá.

A agência utilizava como referência uma carta topográfica do Departamento do Serviço Geográfico do Exército na escala de 1:100.000. Nesse documento, porém, o Córrego do Gonçalo não podia ser identificado com precisão.

Durante a revisão, técnicos solicitaram ao Banco de Dados Geográficos do Exército documentos mais detalhados. Foi localizada a Folha SE21-U-I-2, produzida na escala de 1:50.000, que não constava anteriormente na base cartográfica da Agraer.

Por apresentar maior nível de detalhamento, o mapa permitiu identificar o traçado atribuído ao Córrego do Gonçalo. O estudo também analisou fotografias aéreas feitas entre 1964 e 1966 e utilizadas na elaboração das cartas topográficas da região.

As imagens foram analisadas por meio de técnicas de fotointerpretação, método que permite identificar e diferenciar características do terreno a partir de elementos visuais.

Na avaliação, foram considerados aspectos como tonalidade, formato, tamanho, sinuosidade e textura, que ajudam a reconhecer feições da paisagem e compreender as características da área observada.

Em 14 de fevereiro de 2023, uma equipe da Agraer realizou nova vistoria em Corumbá. Os técnicos afirmam que encontraram o leito do córrego e fizeram o rastreamento dos pontos com um receptor do Sistema Global de Navegação por Satélite, conhecido pela sigla GNSS.

Segundo o parecer, o levantamento de campo coincidiu com o traçado apresentado no mapa do Exército. A agência considera que a combinação da carta topográfica, das fotografias aéreas e da vistoria eliminou as dúvidas sobre a localização do curso d’água.

Com a nova conclusão, a Agraer determinou que deveria ser desconsiderado o traçado produzido anteriormente pelo extinto Instituto de Terras de Mato Grosso do Sul, o Terrasul. O estudo antigo ainda era utilizado como referência nos mapas disponibilizados pelo Estado.

O novo limite foi encaminhado ao Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 6 de março de 2026, durante a sexta etapa de atualização das bases territoriais.

Mudança afetou estimativas do IBGE

A alteração cartográfica interferiu nas estimativas populacionais divulgadas pelo IBGE em 2026. Corumbá passou de uma população estimada de 98.751 habitantes, em 2025, para 96.334 neste ano, uma redução de 2.417 moradores. No mesmo período, Ladário avançou de 22.425 para 24.631 habitantes, crescimento de 2.206 pessoas.

O IBGE explicou anteriormente ao Correio do Estado que uma alteração na delimitação territorial modificou a população atribuída aos dois municípios. Parte dos moradores contabilizados em Corumbá passou a integrar novamente as estatísticas de Ladário.

O instituto também esclareceu que utiliza as informações territoriais oficiais encaminhadas pelos órgãos estaduais. Em Mato Grosso do Sul, a Agraer é responsável pela organização e atualização das bases referentes às divisas municipais.

Apesar de afirmar que o Bairro Padre Ernesto Sassida está integralmente em Ladário, a Agraer não informou se toda a população do conjunto foi incluída nas estimativas ladarenses de 2026.

Questionada sobre o assunto, respondeu que a contagem populacional e a elaboração das estimativas são atribuições do IBGE. O órgão estadual também não detalhou a extensão territorial alterada nem quantos imóveis, domicílios e moradores foram atingidos estatisticamente pela mudança.

Quanto ao número de residências, a agência orientou que os dados sejam solicitados à Prefeitura de Corumbá e ao IBGE.

A ausência dessas informações impede, até o momento, estabelecer se a variação populacional registrada pelos dois municípios corresponde integralmente aos moradores do conjunto habitacional ou se alcança outras áreas próximas à divisa.

Corumbá contestou novo limite

Como mostrado na reportagem anterior, Corumbá sustentou que o Padre Ernesto Sassida integra historicamente sua estrutura urbana.

O município argumenta que os imóveis, registros, autorizações, investimentos e serviços oferecidos aos moradores estão vinculados à administração corumbaense.

A prefeitura também defende que o Plano Diretor municipal abrange a região. A Agraer, porém, afirma que planos diretores e registros imobiliários não têm poder para alterar limites entre municípios.

Segundo a agência, os registros descrevem os limites das propriedades, mas não definem a qual cidade elas pertencem. Para o órgão, a divisão territorial precisa obedecer às leis de criação dos municípios.

O parecer técnico de 2023 atribuiu a situação atual à decisão de Corumbá de incluir a região em seu Plano Diretor de 2006, apesar dos estudos existentes sobre o Córrego do Gonçalo.

Ao mesmo tempo, a própria Agraer reconheceu a necessidade de proteger os moradores contra uma interrupção repentina de serviços públicos.

No documento, o órgão afirma compartilhar a preocupação de Corumbá para que a população não fique sem infraestrutura, saneamento, saúde e outros atendimentos. Ressalta, contudo, que não pode modificar a interpretação dos limites sem uma alteração legislativa.

Acordo poderia mudar a divisa

A Agraer informou que Corumbá contestou inicialmente a nova delimitação, mas que atualmente busca um acordo com Ladário para alterar oficialmente a divisão territorial.

Essa mudança dependeria de consenso entre as duas prefeituras e da alteração da legislação de criação dos municípios, com participação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul.

A agência afirma que poderia integrar uma equipe técnica destinada a elaborar uma proposta de mudança. Sem acordo, permanece válido para o Estado o traçado que coloca o Córrego do Gonçalo como limite e o Ernesto Sassida dentro de Ladário.

Representantes das prefeituras, das câmaras municipais e da Assembleia Legislativa participaram de uma audiência de conciliação em julho. A reunião terminou sem consenso e abriu prazo de 20 dias para que as administrações tentassem construir uma solução conjunta.

De acordo com a Agraer, suas equipes já participaram de pelo menos quatro reuniões sobre o tema: uma na Assembleia Legislativa, duas na Prefeitura de Corumbá e uma audiência de conciliação no Fórum de Corumbá.

Enquanto não há solução administrativa ou legislativa, permanece o impasse: o Estado considera o bairro parte de Ladário, mas é Corumbá quem mantém a maior parte da estrutura pública utilizada pelos cerca de 5 mil moradores da área disputada.

O que dizem os envolvidos

A equipe de reportagem do Correio do Estado procurou as prefeituras de Corumbá e Ladário para obter esclarecimentos sobre os diferentes pontos envolvidos na disputa territorial.

À Prefeitura de Corumbá, a reportagem questionou o resultado das negociações realizadas após a audiência, a situação atual do processo, os serviços mantidos no Bairro Padre Ernesto Sassida e os impactos financeiros e populacionais da delimitação utilizada pelo IBGE.

A Prefeitura de Ladário foi questionada sobre a existência de eventual acordo com Corumbá, as áreas reivindicadas pelo município, o número de moradores envolvidos e a prestação dos serviços públicos caso a delimitação seja mantida.

Até a publicação desta reportagem, nenhum dos três havia respondido aos questionamentos. 

 

Virada no Tempo

Após calor de 33°C, Campo Grande terá temporais e mínima de 16°C

Inmet prevê chuva intensa e ventos de até 60 km/h a partir desta quinta-feira; avanço de frente fria deve derrubar as temperaturas no domingo (25).

22/10/2026 16h31

Nuvens carregadas sobre Campo Grande; previsão indica temporais e queda acentuada nas temperaturas durante o fim de semana.

Nuvens carregadas sobre Campo Grande; previsão indica temporais e queda acentuada nas temperaturas durante o fim de semana. Foto: Paulo Ribas/Correio do Estado.

Continue Lendo...

O calor dos últimos dias está com as horas contadas em Campo Grande. Depois de uma sequência de temperaturas elevadas, com máximas na casa dos 33°C, a Capital sul-mato-grossense deve enfrentar uma mudança significativa no tempo, marcada por chuvas intensas, rajadas de vento e a chegada de uma frente fria que poderá reduzir os termômetros a 16°C no domingo (25).

A mudança começa a ganhar força nesta quinta-feira (22), diante de um novo alerta amarelo emitido pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) e divulgado pela Coordenadoria Municipal de Proteção e Defesa Civil. O aviso tem início às 23h e permanece válido até as 22h59 de sexta-feira (23).

A previsão indica chuvas de 20 a 30 milímetros por hora, com acumulados que podem chegar a 50 milímetros em um único dia, acompanhadas de ventos de 40 a 60 quilômetros por hora.

Embora o alerta seja classificado como de perigo potencial, existe risco de interrupções no fornecimento de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e descargas elétricas em diferentes regiões da cidade. Também há possibilidade de ocorrência de granizo.

O período de instabilidade antecede uma queda mais expressiva nas temperaturas, prevista para o domingo, quando os moradores poderão enfrentar uma diferença considerável em relação ao calor registrado ao longo da semana.

Nuvens carregadas sobre Campo Grande; previsão indica temporais e queda acentuada nas temperaturas durante o fim de semana.

Calor de 33°C antecede mudança no tempo

A chegada das chuvas ocorre depois de dias marcados por temperaturas elevadas na Cidade Morena. Na quarta-feira (21), o Inmet indicava máxima de 33°C e mínima de 21°C para Campo Grande, com predomínio de sol e poucas nuvens durante boa parte do dia.

Nesta quinta-feira (22), o calor permanece. A previsão oficial aponta temperaturas entre 22°C e 33°C, com aumento da nebulosidade e possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas durante a tarde.

A umidade relativa do ar pode atingir níveis próximos de 30% nos períodos mais quentes, antes de aumentar com a chegada das instabilidades.

Segundo o Inmet, as condições atmosféricas favorecem a formação de nuvens carregadas e a ocorrência de chuvas intensas, acompanhadas de rajadas de vento, em Campo Grande e outras regiões de Mato Grosso do Sul. 

Essa combinação favorece a formação de nuvens carregadas e amplia as condições para tempestades em Mato Grosso do Sul.

Apesar da chegada da chuva, o alívio mais acentuado nas temperaturas não será imediato. O calor ainda deve persistir na sexta-feira e no sábado, antes da entrada de ar mais frio.

Sexta-feira terá chuva e sábado ainda será quente

Para sexta-feira (23), o Inmet prevê muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas em Campo Grande. As temperaturas deverão variar entre 22°C e 32°C, mantendo a sensação de abafamento ao longo do dia.

O meteorologista Natálio Abrão também reforça a previsão de tempo chuvoso para o fim de semana e destaca que as regiões sul, sudeste e sudoeste de Mato Grosso do Sul deverão concentrar as condições mais favoráveis à ocorrência de temporais.

“O fim de semana será marcado por tempo instável, com pancadas de chuva e trovoadas, principalmente durante a tarde. As regiões sul, sudeste e sudoeste de Mato Grosso do Sul serão as mais afetadas pelas instabilidades, enquanto o norte e o oeste do Estado deverão sentir menos os efeitos dessa mudança no tempo”, explicou.

Os ventos terão intensidade de fraca a moderada, com possibilidade de rajadas, especialmente durante as pancadas mais intensas. No sábado (24), os termômetros poderão voltar aos 33°C, com mínima prevista de 23°C.

O dia deverá apresentar muitas nuvens e possibilidade de pancadas de chuva acompanhadas de trovoadas isoladas. A umidade relativa do ar poderá atingir 100% nos períodos mais úmidos.

A previsão indica que o calor ainda será predominante, apesar do aumento da nebulosidade e da instabilidade atmosférica.

Frente fria derruba temperatura para 16°C no domingo

A mudança mais significativa no tempo está prevista para domingo (25), quando o avanço de uma frente fria deverá provocar uma queda acentuada nas temperaturas em Mato Grosso do Sul, encerrando a sequência de dias quentes na Capital.

Segundo Inmet, Campo Grande poderá registrar mínima de 16°C e máxima de 27°C, uma redução de seis graus na temperatura máxima em comparação com o sábado (24).

Além do frio, a previsão indica céu encoberto, com possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas isoladas ao longo do dia, mantendo as condições de instabilidade na cidade.

A mudança coincide com o segundo turno das eleições, marcado para domingo (25), o que exige atenção dos eleitores durante os deslocamentos até os locais de votação, especialmente diante do risco de chuva.

Apesar da previsão de queda nas temperaturas, os valores ainda poderão sofrer alterações conforme o avanço da frente fria e as condições atmosféricas nos próximos dias.

Queda de temperatura também atingem outras cidades de MS

A mudança no tempo também deverá atingir diferentes regiões de Mato Grosso do Sul ao longo do fim de semana. Para domingo (25), as previsões meteorológicas indicam temperaturas entre 13°C e 25°C em Dourados e de 14°C a 24°C em Itaporã, com possibilidade de chuvas e trovoadas.

Na região de fronteira, Ponta Porã poderá registrar mínima de 12°C e máxima de 22°C, enquanto Antônio João terá temperaturas entre 14°C e 24°C, também sob risco de temporais.

No leste do Estado, o calor também deverá predominar no sábado (24). Em Três Lagoas, os termômetros poderão variar entre 24°C e 35°C, enquanto Brasilândia terá mínima de 22°C e máxima de 34°C.

Apesar das temperaturas elevadas, há possibilidade de pancadas de chuva e trovoadas durante a noite nas duas cidades. No domingo (25), a previsão indica queda nas temperaturas, com máximas de 31°C em Três Lagoas e 30°C em Brasilândia, além de risco de temporais.

Já na região pantaneira, Corumbá e Ladário, que poderão alcançar 39°C na sexta-feira (23) e no sábado (24), deverão registrar temperaturas entre 20°C e 26°C no domingo, com possibilidade de chuva e queda acentuada no calor.

Defesa Civil orienta moradores durante tempestades

Diante da previsão de chuvas intensas e ventos fortes, a Defesa Civil de Campo Grande recomenda que a população evite permanecer debaixo de árvores, mantenha distância de fios elétricos e não atravesse ruas ou avenidas alagadas.

Em situações de emergência, os moradores podem acionar a Defesa Civil pelo telefone 199. Para solicitar serviços municipais, como a remoção de árvores caídas, o contato é 156.

Caso árvores ou galhos atinjam a rede elétrica, a orientação é manter distância e acionar o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193.

Trânsito

Obras na Euler de Azevedo podem bloquear cruzamento com a Tamandaré

Agetran indica rotas alternativas para motoristas durante reordenamento viário; interdição total poderá ocorrer conforme o andamento dos serviços

22/10/2026 16h09

Reprodução/PMCG

Continue Lendo...

Motoristas que passam pelo cruzamento das avenidas Euler de Azevedo e Tamandaré, em Campo Grande, devem ficar atentos a possíveis bloqueios durante as obras de reordenamento viário. A próxima etapa prevê pavimentação e construção de canteiros, além da instalação de dutos para a futura sinalização semafórica. Segundo a Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), poderá ser necessário interditar totalmente o cruzamento.

A programação pode sofrer alterações conforme as condições climáticas e o andamento dos trabalhos. As interdições serão temporárias, de acordo com a necessidade de execução dos serviços, e agentes de trânsito estarão nos pontos afetados para orientar os condutores.

A Agetran recomenda que os motoristas antecipem os deslocamentos, respeitem a sinalização e utilizem rotas alternativas para evitar os trechos com restrições.

Rotas Alternativas 

Sentido Centro/UCDB — Rota azul

Rota 1: Avenida Tamandaré, Rua Matão, Rua Júpiter, Rua Alfenas, Rua Padre Valentim, Avenida Euler de Azevedo, Rua do Seminário, Avenida Padre João Falco e Avenida Tamandaré.

Rota 2: Rua Dr. Arthur Jorge, Avenida Monte Castelo, Rua Rio de Janeiro e Rua Canaã.

Rota 3: Avenida Presidente Ernesto Geisel, Avenida Prefeito Heráclito Diniz de Figueiredo e Rua Canaã.

Rota 4: Rua 14 de Julho, Avenida Euler de Azevedo, Rua do Seminário, Avenida Padre João Falco e Avenida Tamandaré.

Sentido bairro/Centro — Rota laranja

Rota 1: Rua Canaã, Avenida Júlia Maksoud e Rua Pedro Celestino.

Rota 2: Rua Cotegipe, Rua Maria Isabel Couto Pontes, Rua Carlota de Almeida Lemos, Avenida Tamandaré, Avenida Mascarenhas de Moraes e Avenida Monte Castelo.

Rota 3: Avenida Euler de Azevedo, Rua Olário de Oliveira França, Rua Carlota de Almeida Lemos, Avenida Tamandaré, Avenida Mascarenhas de Moraes e Rua Pedro Celestino.

Sentido Centro/Detran — Rota verde

Rota 1: Rua 14 de Julho, Avenida Euler de Azevedo, Avenida Presidente Ernesto Geisel, Avenida Mascarenhas de Moraes, Avenida Tamandaré, Rua Carlota de Almeida Lemos, Rua Maria Isabel Couto Pontes, Rua Cotegipe e Avenida Dom Antônio Barbosa.

Rota 2: Rua 14 de Julho, Avenida Euler de Azevedo, Avenida Presidente Ernesto Geisel, Avenida Mascarenhas de Moraes, Avenida Tamandaré, Rua Carlota de Almeida Lemos, Rua Olário de Oliveira França, Avenida Euler de Azevedo e Avenida Dom Antônio Barbosa.

NEWSLETTER

Fique sempre bem informado com as notícias mais importantes do MS, do Brasil e do mundo.

Fique Ligado

Para evitar que a nossa resposta seja recebida como SPAM, adicione endereço de

e-mail [email protected] na lista de remetentes confiáveis do seu e-mail (whitelist).