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Amarok: te cuida, Hilux

Amarok: te cuida, Hilux

Redação

12/02/2010 - 07h47
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Demorou mas, finalmente, a Volkswagen entra no território das picapes médias com pretensões ambiciosas: voltar a ocupar o primeiro lugar nas vendas mundiais nos próximos 5 anos. É claro que, sozinha, a Amarok, que vai competir por aqui principalmente com a Toyota Hilux e abocanhar vendas da Nissan Frontier e Mitsubishi L200 Triton, que têm preços próximos, não será a única arma usada para chegar novamente ao topo, mas, certamente dará uma boa mãozinha. De quebra, a nova picape vai dar à Volkswagen a experiência que faltava no segmento que vem crescendo em países emergentes e muito importante nos Estados Unidos. O propósito é entender o mundo das picapes para, aí sim, avançar sobre o espinhoso mercado norte-americano, onde um erro poderia colocar os planos em risco. Por isso, a Amarok será comercializada em 50 países da Europa, África, Ásia e América do Sul. Mas não na terra de Barak Obama. Das linhas instaladas na cidade argentina de Pacheco, na grande Buenos Aires, sairão neste primeiro ano 90 mil unidades do modelo, sendo 10 mil delas destinadas ao Brasil, onde chega às lojas em abril. Em 2011, a ideia é montar 120 mil veículos, com 15 mil destinados às cerca de 60% das concessionárias brasileiras – ou cerca de 350 delas. Os números de produção são um tanto modestos para quem deseja desbancar Toyota, Nissan e GM, empresas que vendem alguns milhões de veículos por ano do topo do ranking de marcas. Mais que gerar grandes volumes de venda, a função da Amarok é mesmo servir de iniciação para a marca.

Inovação

Mesmo na condição de estreante, a Volkswagen decidiu

aplicar na Amarok conceitos pouco usuais para

uma picape média. A proposta de fazer um utilitário

que tenha a maneabilidade e conforto de um carro de

passeio não é nova, mas aparentemente a marca alemã

levou mais a sério. E esse conceito é ainda mais acentuado

na configuração destinada ao Brasil. Trata-se da

versão Highline, a mais luxuosa delas. Ela vem sempre

com interior em couro, rodas aro 18 e pneus 255/60, CD

changer com tela de 7 polegadas touch screen no console

central e ar-condicionado automático dual zone.

O habitáculo também segue esta lógica e traz o design

e o acabamento típico dos carros de passeios da marca,

com detalhes como apoio de braço central, porta-óculos,

gaveta sob o banco do motorista, espelho interno

iluminado e vários porta-objetos.

Até mesmo o motor TDI 2.0 biturbo a diesel é originário

de automóveis “normais”, como Passat ou Golf. Ele

tem 163 cv, 40,8 kgfm de torque e um comportamento

extremamente suave e macio. Junto com ele, a Amarok

traz boas doses de tecnologia embarcada, principalmente

no que se refere a dirigibilidade e estabilidade. Tem

ABS com distribuidor de frenagem que atua individualmente

em cada roda, controle de tração e airbag duplo.

Um dos dois únicos opcionais é o programa eletrônico

de estabilidade, ESP, que é de série na versão europeia

– o outro é rodas aro 19.

As rodas até enfeitam o carro, mas não ajudam em

meio a uma trilha. Já o ESP inclui um sistema de assistência

em rampas, que retarda a liberação do freio em

3 segundos nas subidas com inclinação superior a 3º e

limita a velocidade a 30 km/h e aciona a reduzida em

descidas com inclinação maior que 9º.

Bem equipada

Mesmo de série, a Volkswagen dotou a Amarok de

alguns recursos bastante úteis para o off-road. Caso

do ABS off-road, uma configuração que permite curtos

travamentos da roda – o que reduz a distância de

frenagem em terra. E, é claro, o sistema de tração com

acionamento do 4X4 e da reduzida e do bloqueio manual

do diferencial traseiro por meio de botões no console

central.

A Amarok tem uma configuração – diesel, com tração

4X4, cabine dupla – que responde aproximadamente por

metade do mercado, que foi de quase 110 mil picapes médias

em 2009 no Brasil. Mas a montadora alemã planeja lançar

ainda versões apenas com tração 4X2, com tração permanente

e também com cabine simples até o final de 2011.

Como o modelo só chega em abril no Brasil – na Europa desembarca

em março –, a Volkswagen preferiu não divulgar o

preço. Só admite que vai rivalizar com os modelos japoneses

como Toyota Hilux, Nissan Frontier e Mitsubishi L200 Triton,

os mais modernos e luxuosos do mercado brasileiro. O

que permite prever que o preço da Amarok vai oscilar entre

os R$ 110 mil e os R$ 120 mil das rivais.

JOGOS ESCOLARES

Inscrições para Jogos Escolares de Campo Grande são prorrogadas

Apenas modalidades individuais tiveram o prazo estendido até a próxima terça-feira (17)

14/03/2026 12h00

Divulgação

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As inscrições para a 38ª edição dos Jogos Escolares de Campo Grande, nas modalidades individuais foram prorrogadas até a próxima terça-feira (17). Com início ainda neste mês, a competição reúne estudantes de 12 a 17 anos, e funciona também como seletiva para os Jogos Escolares da Juventude de Mato Grosso do Sul.

Em busca de incentivar a prática esprotiva nas escolas e revelar talentos que possam representar a Capital em competições estaduais, os jogos são divididos entre masculino e feminino, em duas categorias, A e B.

Categoria A: para estudantes atletas de 15 a 17 anos;
Categoria B: para estudantes atletas de 12 a 14 anos;

Segundo o diretor-presidente da Fundação Municipal de Esportes (Funesp), Maicon Mommand, a competição anual é parte importante do incentivo ao esporte na Capital e por isso prorrogou o prazo de inscrições.

“Optamos por prorrogar o prazo de inscrições para garantir que mais atletas tenham a oportunidade de participar. Os Jogos Escolares de Campo Grande são uma importante iniciativa de incentivo ao esporte entre os adolescentes, promovendo integração e espírito esportivo”.

As modalidades que ainda estão disponíveis para inscrição são as individuais, inclusas: atletismo, badminton, ciclismo, ginástica artística, ginástica rítmica, judô, karatê, natação, taekwondo, tênis de mesa, vôlei de praia, xadrez, wrestling e atletismo adaptado. 

Conforme regulamento geral de ambas as modalidades (etapa 2) é possível se inscrever online e entregar a documentação presencial, das 07h30 às 13h na Gerência de Organização de Eventos da Funesp, localizada na Rua Paulo Coelho Machado, 663, no Bairro Santa Fé.

O regulamento e formulários estão disponíveis no site da Funesp.

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campo grande

Sem justificativa, gasolina subiu 16 centavos após início da guerra no Irã

Preço nas refinarias não sofreu alteração após o ataque dos EUA ao Irã. Se a comparação for com o fim de 2025, a alta no preço médio chega a 27 centavos

14/03/2026 11h45

Postos nos quais era possível abastecer por R$ 5,85 amanheceram com valores acima dos R$ 6 neste sábado

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Embora a Petrobras tenha mantido o preço da gasolina mesmo com o aumento do petróleo no mercado mundial depois dos ataques de Israel e Estados Unidos ao Irã, no dia 28 de fevereiro, nos postos de Campo Grande os preços aumentaram, em média, 16 centavos nas últimas duas semanas, o que representa aumento de 2,7%. 

Conforme pesquisa divulgada semanalmente pela Agência Nacional do Petróleo (ANP), na semana que se encerrou em 28 de fevereiro,  o preço médio da gasolina nos 23 postos pesquisados em Campo Grande estava em R$ 5,89, com  os preços variando entre R$ 5,65 e R$ 6,09. 

Na pesquisa relativa à semana que se encerrou neste sábado (14), o valor médio é de R$ 6,05. No local mais barato, conforme este levantamento, a gasolina estava a R$ 5,89 e no mais caro, R$ 6,19. 

Mas, conforme apuração do Correio do Estado, em praticamente todos os postos os preços estão acima de seis reais. Naqueles em que até quinta-feira era possível abastecer por R$ 5,89 amanheceram neste sábabo cobrando R$ 6,08. Apesar de serem de bandeiras concorrentes, os preços saltaram em torno de 40 centavos nas últimas duas semanas de maneira uniforme. 

Este mesmo levantamento também aponta que nas duas últimas semanas ocorreu aumento da ordem de 14 centavos no preço médio da gasolina nos 49 postos que incluem cidades do interior.

Em 28 de fevereiro o preço médio era de R$ 6,06. Na pesquisa encerrada neste sábado, o valor médio estava em R$ 6,18.  A variação é de R$ 5,89 a R$ 6,94. Na prática, porém, na maior parte das cidades os preços já estavam acima dos sete reais neste sábado.

SEM JUSTIFICATIVA

O reajuste sem justificativa de agora não chega a ser novidade e nem é um caso isolado. No começo do ano o governo estadual elevou em 10 centavos por litro o valor do ICMS. Dias depois, porém, em 27 de janeiro, a Petrobras reduziu em 14 centavos o valor da gasolina nas refinarias. A pevisão era de que a redução nos postos fosse da ordem de 10 centavos por litro.

Ou seja, os dez centavos de aumento no começo do mês deveriam ter sido anulados em a redução concedida nas refinarias semanas depois. 

Na prática, contudo, no final da primeira semana de fevereiro os preços médios em Campo Grande estavam 12 centavos acima daquilo que era praticado no final de dezembro, conforme as pesquisas semanais da ANP. 

Na pesquisa fechada no dia 27 de dezembro do ano passado, antes da alta do imposto, o preço médio da gasolina em Campo Grande estava em R$ 5,78. Agora, o valor médio é de R$ 6,05. 

Desde então, em tese, não há explicação objetiva para aumento de preço das bombas.  Mesmo assim, desde o fim do ano passo o preço médio aumentou R$ 27 centavos, o que equivale a uma ala de 4,67%. 

 

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