O homem acusado de matar a facadas Eivayner Paula da Silva, de 29 anos, na manhã desta quarta-feira (5), em Cassilândia, se entregou à Polícia Militar na tarde do mesmo dia. O crime ocorreu no estacionamento de um restaurante localizado na avenida Presidente Dutra, na saída para Paranaíba.
Conforme noticiado pelo portal Cassilândia Notícias, a Polícia Militar informou que o acusado apresentou-se espontaneamente e foi encaminhado à Santa Casa de Misericórdia de Cassilândia para a realização de exame de corpo de delito. Em seguida, o caso foi encaminhado à Polícia Civil.
De acordo com o relato do sargento Magalhães, da PM, o homicídio foi iniciado a partir de um conflito horas antes do crime. Autor e vítima estiveram juntos em uma casa de prostituição, onde houve um desentendimento comercial relacionado ao valor da consumação. No local, o acusado teria sido agredido pela vítima e pelo proprietário do estabelecimento.
Após o episódio, os dois chegaram ao restaurante por volta das 5h28. Imagens de câmeras de segurança mostram que, inicialmente, ambos conversavam no balcão de forma aparentemente amistosa. No entanto, ao se dirigirem ao estacionamento, uma nova discussão teve início.
Ainda conforme as imagens e o relato policial, o acusado foi até o próprio veículo, pegou um canivete e desferiu o primeiro golpe contra a vítima. Mesmo após Eivayner cair no chão, o homem continuou a atacar, totalizando cerca de seis ou sete perfurações. Em seguida, fugiu do local.
Após o crime, o suspeito procurou atendimento médico na Santa Casa, onde teria mentido sobre a origem dos ferimentos que apresentava. Logo depois, deixou a cidade. Informações da Polícia Rodoviária Federal indicam que ele passou pelo posto de Paranaíba por volta das 6h, seguindo em direção ao estado de São Paulo.
Já no período da tarde, o homem retornou a Cassilândia e se entregou à polícia. O delegado responsável pelo caso, Rodrigo de Freitas, informou que estava relatando o auto de prisão em flagrante. O acusado deverá passar por audiência de custódia, quando a Justiça decidirá sobre a manutenção ou não da prisão.
A Polícia Civil segue investigando o caso.



