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Após perseguição cinematográfica, DOF apreende R$ 1,8 milhão em drogas em MS

O condutor, que estava com o veículo carregado de drogas, chegou a transitar na contramão da MS-164 antes de ser cercado e preso; assista o vídeo

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Agentes do Departamento de Operações de Fronteira (DOF) demonstraram perícia durante uma perseguição a um veículo Hyundai IX35, carregado de entorpecentes, que envolveu a imprudência do fugitivo ao atirar o carro na contramão da MS-164, em Ponta Porã.

O acompanhamento tático começou após os militares montarem um bloqueio na rodovia, próximo ao Trevo do Copo Sujo. O condutor, de 19 anos, ignorou a ordem de parada e avançou pela MS-164, chegando a prosseguir em alguns momentos pela contramão da via.

Em determinado ponto, o motorista avançou por um campo de plantação de milho já colhido. Os agentes do DOF aguardaram o momento certo e avançaram atrás dele, diminuindo a distância em meio a uma coluna de poeira que subia durante a perseguição.

Ao se aproximar de um trecho de mata, o condutor chegou a abrir a porta e erguer os braços, como quem pretendia se entregar, mas pisou no acelerador e entrou com o carro contra as árvores.

Apesar da tentativa de fuga, terminou cercado e preso. No automóvel, a equipe encontrou tabletes de maconha que, após a pesagem, totalizaram 895 quilos, avaliados em aproximadamente R$ 1,8 milhão.

Em conversa com os policiais, ele relatou que recebeu o veículo carregado no Paraguai, tendo como destino o estado de Santa Catarina. Durante a checagem dos dados do automóvel, os agentes verificaram que ele havia sido furtado em maio deste ano, em Campo Grande.

A ação de monitoramento faz parte do Programa Protetor das Fronteiras e Divisas, parceria da Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) com o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

 

 

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Júri nos EUA considera Instagram e YouTube responsáveis em julgamento sobre vício em redes

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas

25/03/2026 23h00

Crédito: Marcelo Casal Jr / Agência Brasil

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Um júri considerou a Meta e o YouTube responsáveis nesta quarta-feira, 25, em um processo inédito que visava responsabilizar as plataformas de mídia social por danos a crianças que usam seus serviços, concedendo a autora US$ 3 milhões em danos.

Após mais de 40 horas de deliberação ao longo de nove dias, os jurados da Califórnia decidiram que a Meta e o YouTube foram negligentes no design ou operação de suas plataformas.

O júri também decidiu que a negligência de cada empresa foi um fator substancial na causa do dano à autora, uma mulher de 20 anos que afirma ter se tornado viciada em mídias sociais quando criança e que esse vício exacerbou seus problemas de saúde mental.

Este é o segundo veredicto contra a Meta esta semana, depois que um júri no Novo México determinou que a empresa prejudica a saúde mental e a segurança das crianças, violando a lei estadual

Meta e YouTube (de propriedade do Google) emitiram declarações discordando do veredicto e prometendo explorar suas opções legais, o que inclui apelações.

O porta-voz do Google, Jose Castañeda, afirmou na declaração da empresa que o caso "não entende o YouTube, que é uma plataforma de streaming construída de forma responsável, não um site de mídia social". Fonte: Associated Press.

*Conteúdo traduzido com auxílio de Inteligência Artificial, revisado e editado pela Redação do Broadcast, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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