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Por que a nossa moeda está derretendo todos os dias?

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A população brasileira vive momentos tormentosos para enfrentar as vicissitudes e outros tantos desafios diários frente ao quadro horroroso da situação econômica que preocupa a todos. Não precisa ter qualificação técnica para entender esse tormento de se equilibrar com um salário mínimo o mês inteiro.

Outros segmentos de trabalhadores também podem ser incluídos nesse tema.  A dona de casa é esse termômetro precioso a apontar esse desastre. Os preços dos produtos todos os dias remarcados bem como outros serviços necessário para uma vida digna representam essa certeza. Mas esse tormento tem outro gravame, a insegurança.

Ninguém tem certeza que, ao sair para trabalhar, vai voltar vivo para o recesso do seu lar. Um retrato social horrível muito pior do que a miséria reinante. Mas outros dados igualmente importantes servem para sustentar a compreensão do quadro que estamos apontando. Diante desses contrastes gritantes, alguém está faltando com a verdade. Não está tudo às mil maravilhas como salientam. 

Não está.  Os fatos demonstram essa convicção, senão vejamos, se a taxa de desemprego está no índice mais baixo registrado nas últimas duas décadas, se o Banco Central está adotando uma política monetária própria do guardião da nossa moeda, se a inflação está dentro da meta estabelecida pelo governo, se ainda, nesse contexto estamos entre as 10 maiores economias do mundo não pode ser crível que a classe trabalhadora esteja vivendo esse quadro de desespero pela sobrevivência. O grosso da nossa população nunca comprou alimentos com a nota de 200 reais. As de 50 e de 100 reais seguem praticamente no mesmo rastro.

 
A nossa moeda perde o seu valor diariamente frente à moeda americana pelo descontrole com a política tributária e a gastança sempre prodiga da máquina pública. Nesse contexto tudo sobe a começar pela gasolina e outros produtos importados que necessitamos. Mais alguns dias a nossa moeda estará equiparada ao do nosso vizinho, o guarani. Uma vergonha! Um país de sete milhões de habitantes com uma população imensa de miseráveis.
    

Os números não mentem. Os mercados financeiros apontam para essa realidade. Em razão disso não adianta atacar o Banco Central para transformá-lo na“ Geni “ causadora desse desastre. O Banco Central é o guardião da nossa moeda como já salientado e monitora as ações administrativas do governo da união federal. São formados por homens capacitados. Não precisam de recomendações políticas para elevar ou baixar a taxa Selic.

A greve desencadeada pelas categorias de todas as vertentes são outras preocupações constantes. As universidades federais estão fechadas há mais de dois meses. Um prejuízo imenso para os nossos estudantes. Uma dor ainda maior para as suas famílias. Isso não tem como ser mensurado. Não são só os juízes do STF que precisam ter uma visão mais respeitosa dos governantes quanto a remuneração salarial, conforto e bem estar para o exercício dos seus ofícios de distribuir a sempre salutar Justiça.

São importante o seu trabalhoS ninguém está a discutir esse propósito. Mas os professores universitários e outros tantos desse segmento da educação precisam também desse olhar respeitoso por parte do poder público. O seu sacerdócio não é diferente. Forma o profissional, o cidadão e o futuro do nosso País. Mas outras categorias têm os seus indicativos preciosos. 

Todos clamam por salários justos e uma vida digna para criar suas famílias. Quando essas reivindicações não são atendidas temos que ter cuidado com a gritaria das ruas. Costuma ser impiedosa e pode a qualquer momento oferecer a sua face desfigurada como um sinal de alerta para aqueles que possuem responsabilidade, pela condução da nação. A história da humanidade está recheada desses exemplos.

As advertências são sempre preciosas, clarividentes. São o farol a indicar a mudança de direção ao comandante do barco sempre que estiver à deriva.

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Caminhos da vida

06/07/2024 08h00

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Cada ser humano tem origem e destino próprios. Mesmo que queira imitar alguém, jamais conseguirá na perfeição. A natureza é fantástica nesse sentido. A marca sempre será pessoal.

Assim essa humanidade caminhará e far-se-á original em seus sonhos e em seus projetos. E a curiosidade baterá à porta de cada ser, querendo descobrir os segredos da individualidade de cada ser. E não será difícil. Não na totalidade, mas em partes poderá, nem que seja por aproximação biológica tão somente. O mistério, contudo, continuará a existir.

Olhando a realidade tão fecunda em genialidades e em poderes, será maravilhoso encontrar um ambiente favorável ao silêncio e ao recolhimento. Entrar nessa sacralidade e contemplar tantas belezas e grandezas, para comungar do infinito desafiante da sensibilidade e da sabedoria ungindo a tudo e a todos com algo divinal e terno. Não precisa ter medo. Precisa ousadia e humildade.

Então, uma nova realidade se apresentará, desafiando a capacidade humana. É a realidade do mundo sobrenatural. São as cores de uma consciência simples, mas repleta de sentimentos e de vontade em construir um mundo mais simples e mais comprometido com a felicidade.

Percorrendo as páginas da Bíblia Sagrada, organizei um tanto melhor os conhecimentos e dirigi a atenção para algo um tanto difícil de entender. Trata-se de entender o comportamento humano diante da manifestação divina. Os seres humanos, pensando com conhecimentos humanos e querendo que tudo se voltasse para o divino. Ao mesmo tempo, querendo ser o melhor e mais perfeito dos seres.

Sabemos que todas essas ideias poderão contribuir maravilhosamente na construção de um mundo mais humano e mais fraterno. Imediatamente somos chamados a contribuir, dispondo dos conhecimentos e dos dons de que somos premiados e conduzindo essas forças a serviço da verdade e do bem para todos.

Cada qual veja quais os pensamentos que alimenta, e verá com honestidade qual obra assumiria. Analise o julgamento que emite diante da realidade social, cultural, política e até religiosa. Analise com honestidade, e verá o tanto que poderá mudar, ou melhorar, em seu ambiente e em sua vida.

Já é hora de olhar essa humanidade que compõe o universo, mas que ainda não se convence da necessidade urgente de que alguém, ou alguma ação, se levante do túmulo do medo e da covardia e conclame todos os povos a unirem as vozes em um clamor único, o clamor pela paz.

Caso contrário, a nova sociedade que está surgindo condenará e sepultará no túmulo da vergonha e da covardia a todos quantos pouco ou nada fizeram por uma comunidade mais solidária e mais humana.
O próprio Mestre e Senhor foi posto em análise de seus conhecimentos.

O povo que o acompanhava, admirava-se de sua sabedoria. Apesar de conhecê-lo como filho de carpinteiro, um simples trabalhador, causava estranheza o tanto de conhecimentos e tanta sabedoria. No entanto, atraía multidões.

Resta saber: nosso modo de viver atrai o povo para Deus ou para o comodismo e para a maldade?

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Aposentado pode permanecer em plano de saúde empresarial, mas tem que pagar de forma integral

05/07/2024 07h45

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Decisão recente do Superior Tribunal de Justiça (STJ)  determinou que ex-funcionários aposentados devem assumir a integralidade da mensalidade do plano de saúde, em modalidade de coparticipação. Tal entendimento foi consolidado no voto da ministra Nancy Andrighi, que ressaltou a necessidade de que o custo do plano de saúde, para aqueles que optarem pela manutenção do benefício após a aposentadoria, seja integralmente custeado pelo ex-empregado, incluindo tanto a cota do empregado quanto a do empregador.

A fundamentação está interpretada no artigo 31 da Lei 9.656/1998, que visa assegurar a continuidade do plano de saúde para empregados que se aposentam ou são demitidos sem justa causa, após terem contribuído por mais de 10 anos. Contudo, a mesma disposição legal estipula que tal manutenção está condicionada ao custeio integral por parte do ex-funcionário aposentado.

O caso tem origem em um recurso interposto por uma empresa contra decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que havia autorizado o ex-funcionário a pagar apenas a mesma contribuição dos empregados ativos. No entanto, o STJ reformou essa posição e entendeu que a continuidade do plano de saúde coletivo, em condições equivalentes às dos empregados ativos, sem a total assunção dos custos pelo aposentado, viola a mencionada lei e precedentes do STJ.

A interpretação do STJ foi no sentido de que permitir que o ex-empregado pague apenas a sua cota-parte, remanescendo a contribuição do empregador, seria uma forma de imposição de subsídio às demais partes envolvidas no contrato — ex-empregador, operadora do plano de saúde e empregados ativos.

Um aspecto destacado pela ministra Andrighi é a consideração de que impor ao ex-empregador ou aos demais beneficiários do plano o ônus de subsidiar os custos de um ex-funcionário aposentado comprometeria o equilíbrio econômico-financeiro do contrato. Isso poderia gerar um encargo excessivo e potencialmente inviável para os contratos de planos de saúde coletivos mantidos pelas empresas.

Além disso, a decisão do STJ oferece uma alternativa prática ao ex-empregado aposentado que considerar inconveniente permanecer sob as novas condições: a possibilidade de exercer o direito à portabilidade de carência. Essa medida permite ao aposentado migrar para outro plano de saúde sem cumprir novos períodos de carência, desde que mantenha a continuidade da cobertura assistencial e respeite os critérios estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

Portanto, a decisão da Corte Superior visa harmonizar o interesse de continuidade da cobertura assistencial para o inativo com a sustentabilidade dos contratos de planos de saúde coletivos, respeitando o equilíbrio econômico-financeiro e os preceitos estabelecidos pela legislação brasileira vigente.

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