Cidades

MATO GROSSO DO SUL

Assembleia de MS fixa efetivo de PMs e bombeiros

Parâmetros anteriores à esses PLs têm progressão de carreira que leva uma década para agentes "subirem" no quadro interno

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Durante a Ordem do Dia, deputados da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul aprovaram, nessa terça-feira (05), dois projetos de leis que fixam efetivos de duas importantes forças de segurança do Estado, o Corpo de Bombeiros e Polícia Militar de MS. 

Pelos parâmetros anteriores à esses PLs, a tabela de remuneração dessas categorias era dividida em quatro níveis, ao invés de sete, o que gerava um período de cerca de uma década para progressão de carreira.

Ainda em meados de agosto, o Correio do Estado abordou a recente intenção do Governo de Mato Grosso do Sul na reestruturação da carreira militar, com a intenção de fazer esse período de 10 anos cair pela metade. 

"A gente vem discutindo uma reivindicação que é o retorno do sétimo nível para as carreiras da Polícia Militar e do Corpo de Bombeiros. Aos poucos vamos restabelecer para chegar nos 35%, é um compromisso que venho fazendo com a categoria”, disse Eduardo Riedel à época. 

Estruturas

Com os dois projetos de lei (números 10 e 11 de 2024) sendo aprovados de forma unânime na Assembleia Legislativa, agora, ambos os PLs seguem para sanção pelas mãos do governador Eduardo Riedel. 

Conforme os textos aprovados hoje, os efetivos do Corpo de Bombeiros e Polícia Militares de Mato Grosso do Sul (fixados em 3.978 e 10.695 respectivamente) mantém o total de integrantes pelas propostas. 

Projeto de Lei busca justificar ausência de alunas 

O efetivo da PM, fixado em mais de 10,6 mil integrantes, fica distribuído da seguinte forma: 

  • 9.768 nos postos e graduações dos Quadros de Oficiais Policiais Militares e de Praças PMs. 
  • 927 postos e graduações dos Quadros Suplementares de Oficiais Policiais Militares e de Praças PMs,

Por sua vez, os 3.978 integrantes do Corpo de Bombeiros ficam distribuídos da seguinte forma: 

  • 3.732 nos postos e nas graduações dos Quadros de Oficiais Bombeiros Militares e de Praças  BMs;
  • 246 nos postos e graduações dos Quadros Suplementares de Oficiais Bombeiros Militares e de Praças BMs.

 

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Justiça

AGU reitera ação para obrigar Discord a proteger usuários

Medidas propostas pela plataforma foram consideradas genéricas

21/09/2026 21h00

Discord é uma plataforma social de mensagens instantâneas e VoIP que permite a comunicação por meio de chamadas de voz, videochamadas, mensagens de texto e mídias

Discord é uma plataforma social de mensagens instantâneas e VoIP que permite a comunicação por meio de chamadas de voz, videochamadas, mensagens de texto e mídias Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

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A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou nesta segunda-feira (21) novo pedido à Justiça Federal, em Brasília, para que a plataforma Discord seja obrigada a efetivar medidas para proteger mulheres, crianças e adolescentes na internet.

Na petição, a AGU diz que a empresa apresentou uma proposta de conciliação genérica e insuficiente para resolver as falhas apontadas pelo governo federal.

"Dotada de caráter genérico, com exceções e condicionantes dos mais diversos, [a proposta] não é apta a debelar a gravidade dos problemas associados, com a urgência e extensão que a demanda exige", afirmou a AGU no novo pedido.

No início deste mês, o juízo da 14ª Vara Federal Cível da Justiça Federal do Distrito Federal deu prazo de dez dias para o Discord apresentar a proposta.

A decisão foi proferida após o governo federal entrar com a ação judicial para obrigar a adoção das medidas. Na ação civil pública, a AGU também pede a condenação da empresa por dano moral coletivo no valor de R$ 500 milhões. 

O Discord passou a ser cobrado pelo governo após a repercussão do caso de uma adolescente que foi induzida a tirar a própria vida durante uma live transmitida pela plataforma. O episódio ocorreu em julho.

A plataforma foi consultada. O espaço está aberto para manifestação.

Tragédia no Trânsito

Ônibus atropela e mata criança de 11 anos em Campo Grande

Menino estava de bicicleta quando ocorreu o acidente no bairro Zé Pereira; vítima de 11 anos chegou a ser atendida pelo Samu, mas não resistiu aos ferimentos.

21/09/2026 19h29

Ônibus envolvido no atropelamento de criança de 11 anos ficou no local enquanto equipes de segurança atendiam a ocorrência no bairro Zé Pereira, em Campo Grande.

Ônibus envolvido no atropelamento de criança de 11 anos ficou no local enquanto equipes de segurança atendiam a ocorrência no bairro Zé Pereira, em Campo Grande. Foto: Reprodução.

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Uma criança de 11 anos morreu após ser atropelada por um ônibus na tarde desta segunda-feira (21), no bairro Zé Pereira, em Campo Grande. O acidente ocorreu na Rua Sagarana e mobilizou equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e forças de segurança.

A morte da criança foi confirmada pela mãe do menino à Polícia Militar. A equipe do Samu permaneceu no local durante o atendimento à vítima, que sofreu ferimentos graves após ser atingida pelo veículo.

Inicialmente, as informações apontavam que o menino havia sido socorrido em estado grave e inconsciente e seria encaminhado para a Santa Casa de Campo Grande. No entanto, posteriormente, foi confirmada a morte da criança.

Como aconteceu

Conforme as informações preliminares, o menino estava de bicicleta e havia saído da escola quando ocorreu o acidente. Durante o trajeto pela Rua Sagarana, no bairro Zé Pereira, a criança teria se envolvido em uma colisão com o ônibus e acabou sendo atropelada.

Com o impacto, o veículo teria passado sobre uma das pernas do menino. Durante o atendimento, também foram constatados ferimentos graves, entre eles um corte profundo na perna esquerda e uma perfuração no pulmão.

A criança chegou a precisar de procedimentos de emergência realizados pela equipe médica.

O Samu permaneceu por cerca de 40 minutos no local durante as tentativas de atendimento. Apesar dos esforços das equipes de socorro, a criança não resistiu aos ferimentos.

Equipes da Polícia Militar foram acionadas e acompanharam a ocorrência. A perícia e a Polícia Civil também foram chamadas para os procedimentos necessários e para apurar as circunstâncias do atropelamento.

O motorista do ônibus foi submetido ao teste do bafômetro. A dinâmica exata do acidente, incluindo como ocorreu o contato entre a bicicleta e o coletivo, deverá ser esclarecida pela investigação.

A ocorrência aconteceu na Rua Sagarana, região do bairro Zé Pereira. O local foi preservado para o trabalho das equipes responsáveis pela apuração do acidente.

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