Cidades

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Assembleia vira palanque eleitoral na primeira sessão

Assembleia vira palanque eleitoral na primeira sessão

LIDIANE KOBER

03/02/2010 - 07h40
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A primeira sessão do ano na Assembleia Legislativa foi transformada em palanque eleitoral. O governador André Puccinelli (PMDB) concentrou- se em comparar a sua administração com a do ex-governador José Orcírio dos Santos (PT) e ignorou o apoio do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A bancada do PT reagiu dizendo que a maioria das obras executadas no Estado é do governo Lula. Os tucanos contra-atacaram, afirmando que a gestão do PT alcançou a estabilidade econômica graças ao Plano Real criado quando o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) estava no comando do Ministério da Fazenda. Puccinel l i fez questão de apresentar números para comparar sua gestão com a de José Orcírio. Ele citou investimentos, principalmente, nas áreas de saúde, social, educação, habitação e segurança pública. Segundo o governador, no setor de assistência social, uma das bandeiras do governo petista, são feitos 76 mil atendimentos mensais, contra 58 mil da administração anterior. Porém, Puccinelli esqueceu de lembrar que, no primeiro ano de atuação, não promoveu ações na área, pois suspendeu todos os programas sociais do seu antecessor. O líder da bancada do PT, deputado Amarildo Cruz, apressou-se em destacar que os avanços apresentados pelo governador só foram possíveis graças aos recursos repassados pelo governo federal. Ele foi taxativo ao declarar que a verba da maioria das obras em execução no Estado parte dos cofres do Planalto. Ainda em tom eleitoral, o petista afirmou que o governo do presidente Lula é melhor do que o de Fernando Henrique, porque “compatibiliza o crescimento da economia com a forte redução da pobreza e das desigualdades”. Neste sentido, defendeu a continuidade do trabalho por meio da eleição da ministra Dilma Rousseff (PT) como presidente da República e ainda fez gestão a favor da précandidatura de José Orcírio ao Governo do Estado. “Dessa forma, mais uma vez, o povo sul-mato-grossense terá um governo democrático, humano e fraterno”, concluiu. Reações A declaração gerou reação imediata. O líder do PMDB, deputado Akira Otsubo, prontificou- se em enfatizar que o partido também está na corrida pela sucessão eleitoral, com a pré-candidatura à reeleição de André Puccinelli. Ele ainda elogiou o gestão do peemedebista, afirmando que “graças à competência do governador o Estado enfrentou bem a crise e garantiu desenvolvimento”. Da mesma forma, agiram os líderes do PR e do PSDB. O deputado Antônio Carlos Arroyo (PR) só elogiou a atuação de Puccinelli. Já o representante dos tucanos, deputado Professor Rinaldo, defendeu a gestão do ex-presidente Fernando Henrique. “O Brasil só alcançou a estabilidade econômica por conta da implantação do Plano Real”, opinou. O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Jerson Domingos (PMDB), avaliou como natural o tom político adotado já nos discursos da primeira sessão do ano. “Isso é do Parlamento, da democracia”, comentou. “E seria hipócrita ao dizer que não vou trabalhar pela reeleição, mas o mais importante é priorizar o compromisso com a população”, completou.

DEMOCRACIA

Apenas 5 urnas apresentam defeito no início da votação em MS

Em todo o Estado são pouco mais de 7,1 mil urnas eletrônicas e somente uma teve de ser substituída no início da votação do segundo turno

25/10/2026 08h48

Votação está acontecendo em ritmo acelerado neste domingo em praticamente todas as seções eleitorais de MS

Votação está acontecendo em ritmo acelerado neste domingo em praticamente todas as seções eleitorais de MS Marcelo Victor

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Apenas cinco das 7,1 mil urnas eletrônicas instaladas para o início da votação em Mato Grosso do Sul apresentaram problemas logo no começo da votação, segundo boletim divulgado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) relativo à contabilização feita até  08:00 horas.Porém, somente uma foi substituída. Nas demais foram feitos ajustes e a votação teve início com alguns minutos de atraso.

No primeiro turno, marcado pelas fortes chuvas, dez urnas eletrônicas apresentaram algum tipo de defeito logo no começo da votação.

Em todo o Estado são 6.990 seções, segundo o Tribunal Regional Eleitoral, e a única urna que teve de ser trocada foi em Ivinhema. O teclado apresentou defeito e o equipamento foi substituído. No município de Camapuã, dois equipamentos não funcionaram. Em um deles foi feito ajuste na mídia e no outro, e reinicialização acabou resolvendo o problema.

Situação parecida aconteceu com uma urna em Nioaque e outra em Aparecida do Taboado. Em todo o Estado são em torno de 1,8 mil servidores do TRE que estão organizado a eleição. Além destes, porém, existem 27.960 mesários que desde a madrugada estão a postos para receber os eleitores. 

Apesar de haver previsão de chuva, nas primeiras horas da manhã ela não chegou a Campo Grande, onde foram criados 237 locais de votação  e instaladas 2.242 urnas. Na Capital estão cadastrados 640.453 eleitores, segundo o TRE.

Em todo o Estado, 2.024.884 eleitores estão aptos a votar neste domingo (4), segundo o TRE. Em Campo Grande, onde está concentrado o maior eleitorado do, são 640.427 pessoas cadastradas.

No estado são em torno 860 urnas prontas para eventuais problemas. Todas elas passaram pelos procedimentos de preparação, carga e lacração e foram distribuídas aos locais de votação conforme o cronograma da Justiça Eleitoral.

Em todo Mato Grosso do Sul, são 7.272 seções. Os locais foram organizados com identificação das salas, sinalização e estrutura para receber os eleitores.
 

Eleições 2026

Sejusp espera um segundo turno tranquilo e seguro, diz secretário

No Estado, 3.348 agentes estão empenhados para garantir a segurança nos locais de votação e nas ruas; votação começou às 7h e vai até às 16h em MS

25/10/2026 08h33

Wagner Ferreira da Silva, Secretário-Executivo de Segurança Pública da Sejusp

Wagner Ferreira da Silva, Secretário-Executivo de Segurança Pública da Sejusp Foto: Sejusp

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Secretaria de Estado de Justiça e Segurança Pública (Sejusp) espera que o segundo turno das eleições 2026 seja tranquilo e seguro em Mato Grosso do Sul.

A segurança está reforçada neste domingo (25) nas ruas e em locais de votação espalhados pelos 79 municípios do Estado.

O esquema de segurança tem empenho de 3.348 agentes, 584 viaturas e 2 helicópteros. O objetivo é proporcionar segurança nos 1.036 locais de votação, alocados em 7.272 seções eleitorais, de 54 Zonas Eleitorais.

“O planejamento basicamente de primeiro turno foi replicado em segundo turno. A expectativa é justamente de um dia muito seguro e muito tranquilo. Em todos os municípios do estado nós tivemos de alguma forma algum reforço, é claro que as cidades mais populosas receberam o maior efetivo e nós estamos preparados com toda a estrutura de comunicação e inteligência para atender esse dia.”, disse o secretário.

De acordo com o secretário-executivo da Sejusp, Wagner Ferreira da Silva, a votação deve ser mais rápida e a aglomeração nas seções eleitorais deve ser menor neste segundo turno, pois só há um candidato para votar: presidente da República: Flávio Bolsonaro (PL) ou Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

No primeiro turno, eram seis candidatos: deputado estadual, deputado federal, dois senadores, governador e presidente da República.

“A gente também entendeu que as eleições de segundo turno aqui no Mato Grosso do Sul haveriam menos aglomerações, porque é apenas um candidato a ser escolhido pela população e isso deve ser mais rápido o movimento das pessoas nas sessões eleitorais. Então, as aglomerações tendem a ser menores do que o primeiro turno”, detalhou o secretário.

Segundo o secretário, as forças de segurança estão integradas e envolvidas, a nível municipal, estadual e federal.

“Nós tivemos, além da instalação do Centro Integrado de Comando e Controle, onde diversas instituições, são mais de 20 instituições juntas nesse dia de eleição, mas o planejamento é integrado. São mais de 3.300 agentes destacados pela SEJUSP”, disse.

Ainda conforme o secretário, há uma equipe de MS em Brasília para encontrar soluções caso haja problemas nacionais que possam impactar o Estado.

“Inclusive, temos equipes lá em Brasília, diretamente do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, que também faz a interface Mato Grosso do Sul-Brasília. Havendo situações nacionais que possam impactar em Mato Grosso do Sul ou de Mato Grosso do Sul que possam impacta as eleições nacionais, esses dois centros fazem uma interligação e nós possamos juntos resolver esse problema”, explicou.

Neste ano, não haverá Lei Seca. Caso a população queira denunciar algum crime, deve ligar no 190 (Polícia Militar).

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