Cidades

SEGURANÇA PÚBLICA

Azambuja entregou 237 viaturas e 115 fuzis destinados à Polícia de MS

A cerimônia aconteceu na manhã de quinta (03) e as viaturas vão ajudar em ações da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Militar Ambiental

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Na manhã desta quinta (03), o governador Reinaldo Azambuja entregou 237 novas viaturas e 115 fuzis T4, calibre 5.56. A cerimônia aconteceu às 9h, no Parque das Nações Indígenas, em Campo Grande.

As viaturas e os fuzis serão destinados à ampliação de recursos para ações da Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Militar Ambiental (PMA), em todo o Estado. 

Com isso, as forças policiais de Mato Grosso do Sul recebem mais reforços para o trabalho nos 79 municípios, visando proporcionar mais segurança à população.

Com as 237 viaturas entregues hoje, o governo completa um montante de 2.100 viaturas destinadas à segurança pública desde o início do mandato.  

Segundo Azambuja, a estimativa, até o fim do ano, é de entrega de mais 500 viaturas, totalizando 2.600.  

“Eu fico muito feliz quando há reconhecimento do trabalho conjunto de todos nós. Essa é a construção de uma política de segurança pública”, relata o governador.  

Ainda conforme fala de Azambuja, nesta sexta (03) será publicada a antecipação de promoções de carreiras de cabos da polícia. “A população se sente mais segura ao ver o policial, seja ele de qual esfera for”, acrescenta.  

Além disso, ele reforça que tem fortalecido a parceria de gestão com o presidente Jair Bolsonaro.  

Investimento

Os veículos entregues tiveram um custo de investimento estimado em R$ 44,5 milhões.

“Nesses sete anos, só em equipamentos, viaturas, coletes e armamentos, foram R$ 750 milhões investidos”, destacou Reinaldo Azambuja.

 Já o investimento para os fuzis, foi um valor total de R$ 1.163.624,05, custando R$ 10.118,47 cada fuzil.  

As novas viaturas

As 237 viaturas entregues foram adquiridas com recursos do Governo do Estado, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e de emendas da Bancada Federal de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional.  

A relação completa é a seguinte:

  • 107 camionetes com cela do modelo Chevrolet S10 LT DD4A.
  • 58 veículos sedan descaracterizados para a Polícia Civil.
  • 55 camionetes Chevrolet S10 LT DD4A. As viaturas serão utilizadas pela Operação Hórus, do Governo Federal.
  • 10 camionetes sem cela do modelo Chevrolet S10 LT DD4 para a Polícia Militar Ambiental (PMA).
  • 4 camionetes com cela do modelo Chevrolet S10 LT DD4A, sendo 2 para a Coordenadoria Geral de Perícias e 2 para o Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops).
  • 3 camionetes sem cela do modelo Chevrolet S10 LT DD4A para a Polícia Militar Ambiental (PMA).

Entregas previstas

Segundo a fala do governador, estima-se que nos próximos dias, sejam entregues dois novos helicópteros que estarão à disposição da secretaria de justiça e segurança pública.  

Além disso, será trocada 100% da frota do Departamento de Operações de Fronteira (DOF), pois essa corporação trabalha nas horas incertas, terrenos sinuosos.  

“Quando tratamos o todo, colhemos os frutos e os resultados são os números da segurança pública de MS, mesmo sendo um estado fronteiriço. As pessoas querem a presença do governo do estado nos municípios”, explica Azambuja.  

Cuidados

Prefeitura oficializa parceria para conservação de áreas públicas em Campo Grande

Empresas e entidade assumem cuidados com rotatórias, canteiros e praça durante dois anos

14/10/2026 12h15

Acordos garantem manutenção de rotatórias, canteiros e praça, além de publicidade padronizada

Acordos garantem manutenção de rotatórias, canteiros e praça, além de publicidade padronizada Foto: Arquivo Correio do Estado

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A Prefeitura de Campo Grande formalizou a adoção de sete áreas públicas por meio de Termos de Cooperação Mútua publicados no Diário Oficial do Município, o Diogrande, na edição desta quarta-feira (14). As parcerias fazem parte do Programa de Parceria Municipal, a Propam.

O Termo de Cooperação Mútua é uma colaboração entre a prefeitura e a empresa em questão.  Os acordos envolvem duas rotatórias, quatro canteiros e uma praça.

Apesar da assinatura dos termos, a Prefeitura continua sendo a responsável pelo bem público, mas empresas ou entidades parceiras assumem obrigações de manutenção, conservação, limpeza e paisagismo durante dois anos.

Em contrapartida, a legislação permite a instalação de publicidade institucional em placas padronizadas, conforme as regras do Município.

A Bressani Restaurante e Pizzaria e a Madeira Arquitetura e Engenharia adotaram uma rotatória na região do Bairro Maria Aparecida Pedrossian e um canteiro no Bairro Santa Fé.

A Richards Consulting Corretora de Seguros ficou responsável por dois canteiros, um entre os bairros Bandeirantes e Guanandi e outro na Avenida Dr. Gunter Hans.

Também foram formalizadas a adoção de uma rotatória no Bairro Rita Vieira pela JJ Comércio de Combustíveis, de um canteiro no Bairro Tiradentes pela Agrotaju Produtos Agropecuários e de uma praça no Bairro Rita Vieira pela Associação Cultural de Empreendedores Arte em Ação.

OPERAÇÃO ANTIDOTUM

Justiça concede prisão domiciliar a ex-diretor da Santa Casa

Rinaldo Romano é réu em investigação sobre desvio milionário de recursos do hospital e deverá usar tornozeleira eletrônica por 180 dias

14/10/2026 11h36

Rinaldo é um dos sete réus na investigação da Operação Antidotum sobre supostos desvios milionários de recursos da Santa Casa de Campo Grande

Rinaldo é um dos sete réus na investigação da Operação Antidotum sobre supostos desvios milionários de recursos da Santa Casa de Campo Grande Reprodção/Alems

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A Justiça de Mato Grosso do Sul autorizou que o ex-diretor administrativo e financeiro da Santa Casa de Campo Grande, Rinaldo Hakme Romano, cumpra prisão domiciliar em caráter humanitário. Ele é um dos sete réus na investigação da Operação Antidotum sobre supostos desvios milionários de recursos da instituição. 

Conforme decisão encaminhada ao Diário da Justiça, o pedido de revogação da prisão preventiva apresentado pela defesa foi negado. No entanto, a Justiça aceitou o pedido subsidiário para substituir a prisão em estabelecimento prisional pelo recolhimento domiciliar, levando em consideração as condições de saúde do acusado.

Na decisão, foram considerados os elementos reunidos no processo, a complexidade da ação penal e as informações prestadas pela administração penitenciária. 

A medida estabelece que Rinaldo permaneça integralmente em sua residência, inclusive aos finais de semana e feriados, podendo sair apenas mediante autorização judicial ou em situações de urgência média, que deverão ser justificadas e comunicadas à Justiça. 

O ex-diretor também deverá utilizar tornozeleira eletrônica pelo prazo inicial de 180 dias, período que poderá ser reavaliado judicialmente. 

Entre as restrições impostas está a proibição de manter contato com os demais acusados, testemunhas relacionadas à denúncia e pessoas diretamente envolvidas na execução dos contratos investigados. A determinação abrange contatos presenciais, telefônicos, aplicativos de mensagens, redes sociais e comunicação por terceiros.

Rinaldo também está proibido de frequentar as dependências da Associação Beneficiente Santa Casa de Campo Grande e da operadora Santa Casa Saúde, incluindo setores administrativos, financeiros e unidades relacionadas às atividades investigadas.

A decisão permite exceção em caso de necessidade de atendimento médio de urgência, desde que devidamente justificada. 

Outra condição impede o ex-diretor de deixar a comarca de Campo Grande sem autorização judicial, ressalvadas as situações de deslocamento para tratamento médico, mediante comprovação documental. 

Além disso, Rinaldo também terá que manter endereço e telefone atualizados e comparecer aos atos processuais para os quais for intimado.

A Justiça advertiu que em caso de descumprimento injustificado, de qualquer uma das condições, poderá resultar na reavaliação da prisão domiciliar, inclusive com o retorno ao estabelecimento prisional. 

Operação Antidotum

Conforme já publicado pelo Correio do Estado, Rinaldo Hakme Romano está entre os acusados que se tornaram réus após a Justiça aceitar denúncia apresentada pelo MPMS, relacionada a supostas irregularidades em contratos da Santa Casa de Campo Grande.

A Operação Antidotum foi deflagrada em 11 de setembro pelo Grupo Especial de Combate à Corrupção (Gecoc) e pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), com o cumprimento de seis mandados de prisão preventiva e 36 de busca e apreensão em Campo Grande, Dourados e Goiânia (GO).

As investigações apontaram supostos desvios de aproximadamente R$ 4,9 milhões em dois contratos de prestação de serviços de digitalização de prontuários médicos da instituição.  

Além de Rinaldo, também são réus a ex-presidente da Santa Casa, Alir Terra Lima Nery, Alessandro Dias Junqueira, Jary de Carvalho e Castro, Paulo Guilherme Guttierrez Mariosa, Monique Gregório de Oliveira e Maurício Aparecido Benites.

 

    

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