Cidades

TURISMO

Bonito bate recorde de visitação e atinge o maior número de turistas em 8 anos

Município recebeu 226.161 turistas de janeiro a outubro de 2022

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Ainda faltam cerca de dois meses para acabar o ano, mas o número de turistas em Bonito bateu recorde e é o maior em oito anos. 

Dados do Observatório do Turismo e Eventos de Bonito (OTEB) apontam que 226.161 turistas visitaram o município, de janeiro a outubro de 2022.

Em dez meses, a cidade recebeu 226.161 turistas, ultrapassando o movimento de 2016 (212.817), considerado até então, o melhor ano. A expectativa é que o número de visitantes chegue a 270 mil até o fim do ano.

Confira o número de turistas em outros anos:

Ano Nº de visitantes
2015 204.298
2016 212.817
2017 201.219
2018 201.215
2019 209.568
2020 145.219
2021 205.460
2022 (janeiro a outubro)* 226.161*

Conforme o levantamento, o município turístico recebeu 26.864 turistas, de 1º a 31 de outubro de 2022.

Bonito recebeu 73.806 visitas em pontos turísticos da cidade, no mês de outubro. De janeiro a outubro, a quantidade salta para 682.504 visitações.

As categorias que receberam visitantes são aventura (3.782), balneário (24.458), boia cross (2.565), bote (2.906), cachoeira (8.437), cavalgada (572), contemplação (3.299), flutuação (16.607), gruta (9.402), mergulho (517) e urbano (1.261).

O mês de outubro apresentou queda de 16,13% no número de visitações em atrativos turísticos, se comparado ao mesmo período do ano anterior.

Ao todo, 2.290 pessoas desembarcaram no Aeroporto de Bonito em outubro de 2022. Do total de turistas que visitaram a cidade, 8,52% chegaram de avião. A hotelaria da região registrou ocupação de 65% no mês passado.

Bonito, cidade localizada a 297km de Campo Grande, é o principal destino turístico de Mato Grosso do Sul. A cidade é conhecida como Capital do Ecoturismo. 

A cidade possui rios de águas cristalinas, cavernas e grutas secas e alagadas, cachoeiras, trilhas, balneários, observatórios naturais, flutuação e mergulho em rios, praias de água doce, boia cross, balneários e aquários, sendo que os passeios variam de R$50,00 a R$1.200,00.

Alguns dos passeios são:

  • Gruta do Lago Azul
  • Grutas de São Miguel
  • Grita São Mateus 
  • Gruta do Mimoso (nova atração)
  • Abismo Anhumas
  • Balneário Municipal
  • Nascente Azul
  • Lagoa Misteriosa
  • Rio Sucuri
  • Cacheira Boca da Onça
  • Cachoeiras da Serra da Bodoquena
  • Balneário do Sol
  • Buraco das Araras
  • Praia da Figueira
  • Projeto Jiboia 

MATO GROSSO DO SUL

Secretário nega atraso no cronograma da fábrica da Bracell

Apesar de previsões anteriores apontarem emissão da licença até maio, Semadesc afirma que empresa realiza apenas ajustes técnicos no projeto.

10/06/2026 13h00

Projeto da Bracell em Bataguassu prevê investimento de R$ 16 bilhões e geração de até 12 mil empregos durante a construção

Projeto da Bracell em Bataguassu prevê investimento de R$ 16 bilhões e geração de até 12 mil empregos durante a construção Divulgação

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Apesar de ainda não ter obtido a Licença de Instalação (LI) necessária para iniciar as obras da futura fábrica de celulose em Bataguassu, a Bracell mantém o cronograma previsto para implantação do empreendimento, segundo o secretário-adjunto da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), Artur Falcette.

"A declaração foi dada durante coletiva de imprensa realizada na manhã desta quarta-feira (10), durante o ato de entrega da Licença de Instalação para o projeto de etanol de milho da Unidade Santa Luzia, da Atvos, e ocorre em meio ao histórico de mudanças nas previsões relacionadas ao licenciamento da fábrica.

Conforme noticiado pelo Correio do Estado, em agosto do ano passado, após reunião com dirigentes da empresa, Riedel afirmou que as obras teriam início em fevereiro de 2026. Já em janeiro deste ano, o então secretário da Semadesc, Jaime Verruck, declarou que a Licença de Instalação deveria ser concedida em março. Posteriormente, a previsão foi revista para o fim de abril ou início de maio.

Nenhum dos prazos, porém, se confirmou.

Questionado sobre a situação atual do processo, Falcette afirmou que a documentação segue em análise no Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) e que a empresa realiza apenas adequações técnicas no projeto.

“O processo está com o Imasul. A Bracell está fazendo um pequeno ajuste no processo para que o instituto possa seguir com a análise e, posteriormente, liberar a Licença de Instalação”, explicou.

O secretário-adjunto também rebateu informações de que o cronograma estaria sendo postergado.

“Aproveitando a oportunidade, diferente do que saiu esta semana, não existe nenhum tipo de dilação no cronograma, nenhuma mudança da data de instalação. O que está acontecendo é apenas um ajuste de projeto”, declarou.

Em março deste ano, a Semadesc já havia informado ao Correio do Estado que a Licença de Instalação ainda não havia sido solicitada pela Bracell porque a empresa promovia adequações no projeto. À época, o governo afirmava que o pedido deveria ser protocolado até o fim daquele mês.

Inicialmente a futura fábrica seria instalada às margens da BR-267, a cerca de nove quilômetros da área urbana de Bataguassu. O local já havia sido definido pela empresa e permanece o mesmo, segundo o governo estadual.

“É o mesmo local. Está sendo feita uma pequena movimentação da planta, uma readequação do layout. Não muda o município, não muda a região onde o empreendimento será instalado”, afirmou.

Investimento bilionário

Orçada em aproximadamente R$ 16 bilhões, a unidade de Bataguassu será a primeira da Bracell em Mato Grosso do Sul e deverá se tornar a quinta fábrica de celulose do Estado.

O projeto prevê capacidade anual de produção de 2,9 milhões de toneladas de celulose, incluindo a possibilidade de fabricação de celulose solúvel, matéria-prima utilizada na produção de fibras têxteis, produtos de higiene, alimentos e medicamentos.

Durante a construção, a expectativa é de geração de até 12 mil empregos no pico das obras. Após a entrada em operação, a unidade deverá manter cerca de dois mil postos de trabalho diretos e indiretos.

A fábrica será abastecida por aproximadamente 300 mil hectares de florestas plantadas de eucalipto e utilizará água captada no reservatório da Usina Hidrelétrica de Porto Primavera, seguindo os parâmetros definidos nos estudos ambientais apresentados pela empresa.

As obras estão previstas para durar cerca de 38 meses entre terraplanagem e construção da planta industrial. Quando entrar em funcionamento, a unidade também deverá produzir energia suficiente para abastecer a operação e disponibilizar excedentes para a rede elétrica regional.

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Saúde

Custando R$ 425 milhões, Estados se unem na compra de medicamentos oncológicos

O Conselho formado por 6 estados mais o Distrito Federal, fecharam os acordos no final do mês de maio

10/06/2026 12h50

O Consórcio é composto por federações, do Centro-Oeste, Nordeste e Norte

O Consórcio é composto por federações, do Centro-Oeste, Nordeste e Norte Reprodução

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Foi anunciado através do Diário Oficial do Governo do Estado, publicado na manhã desta quarta-feira (10), que o Consórcio Interestadual de Desenvolvimento do Brasil Central (BrC), firmou 25 contratos para aquisição de medicamentos oncológicos. Os valores giram em torno de R$ 425 milhões. 

O BrC é uma associação pública, que foi criada em 2015 e conta com a partição de 6 Estados, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins, Rondônia, Maranhão e Mato Grosso, além também do Distrito Federal.

A ideia do Consórcio é impulsionar o desenvolvimento econômico e social da região através de planejamento estratégico. Atualmente o grupo é presidido pelo Governador do Estado, Eduardo Riedel. 

O texto apresenta que os medicamentos voltados para pessoas que estão em tratamentos oncológicos e atenderá demandas de ações judiciais, que são remédio que o governo é obrigado a comprar porque um paciente entrou na justiça para garantir o tratamento.

Em sua maioria, esses remédios possuem preços elevados ou não estão na lista padrão do Sistema Único de Saúde, o SUS. 

Os medicamentos comprados também irá abranger centros especializados em tratamentos oncológicos, conhecidos como Centros de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (CACON), que são hospitais voltados para tratamentos de pessoas com câncer e Unidades de Assistência de Alta Complexidade em Oncologia (UNACON), que são unidades que fazem tratamentos específicos.
 

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