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Brincadeiras infantis e contação de histórias em evento

Brincadeiras infantis e contação de histórias em evento

FCMS

25/05/2011 - 17h30
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No próximo sábado (28), acontece a terceira edição do projeto “Conta uma História”, das 16h às 18h, no Centro Cultural José Octávio Guizzo, com os alunos da Terceira Oficina Teatral de Criação e Montagem sob a supervisão do diretor teatral Leandro Faria.

O projeto “Conta Uma História” acontece em um sábado do mês e consiste na leitura de textos da literatura infantil brasileira, de autores como Monteiro Lobato, Maria Clara Machado e Lia Luft, direcionada para crianças de 4 a 12 anos. O intuito do projeto é despertar o gosto pela leitura e pelo universo lúdico das histórias infantis, incentivando a descoberta do prazer de ler, tanto das crianças, quanto dos pais.

“Nesta edição teremos histórias curtas como “Quem Não Tem Medo?” e “O Porquinho Deitado”, ambas de Marlene Cerviglieri. Além de explorar as brincadeiras e atividades lúdicas, para acalmar e concentrar a garotada”, explica Leandro Faria.

A arte de contar histórias é uma prática milenar que começou desde os primórdios da humanidade por meio da tradição oral, sendo intensificadas na Grécia Antiga e no Império Árabe, por meio das famosas histórias presentes na obra “As mil e uma noites”, contadas por Sherazade. Essa arte amplia o universo literário, desperta o interesse pela leitura e estimula a imaginação através da construção de imagens.

A Contação de Histórias age na formação da criança em várias áreas. Contribuindo no desenvolvimento intelectual, pois desperta o interesse pela leitura e estimula a imaginação por meio da construção de imagens interiores e dos universos da realidade e da ficção, dos cenários, personagens e ações que são narradas em cada história.

A entrada é franca, mas serão recolhidos alimentos, brinquedos e roupas, que serão doados ao Lar das Crianças com HIV de Campo Grande, que cuida de crianças da capital e do interior do Estado. São crianças e adolescentes soropositivos, de famílias de baixa renda, e que dependem do auxílio prestado pela instituição, que fica situada na rua do Seminário, 2170 no bairro Seminário.

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 3317-1795 ou no Centro Cultural José Octávio Guizzo que fica localizado na rua 26 de Agosto, 453, entre a Calógeras e a 14 de Julho.

Campo Grande

Prefeitura "esquece" decoração natalina na Praça Ary Coelho

Conforme edital, desligamento e retirada da decoração deveria ser feito até o fim de janeiro

19/02/2026 15h30

Árvore de Natal continua na Praça da Ary Coelho

Árvore de Natal continua na Praça da Ary Coelho Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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Passadas as festividades natalinas e carnavalescas, a decoração de Natal da Praça Ary Coelho permanece instalada. Quem passa pela região se incomoda com os adornos, que neste momento, apenas ocupam parte do espaço público e conforme edital, deveriam ser desligados e retirados até o fim de janeiro. 

De fato, conforme o contrato, a Construtora JCL Ltda deveria ter removido a estrutura até dia 30 do último mês. A empresa vencedora da licitação foi responsável pela decoração natalina de Campo Grande em 2025 pelo valor de R$ 1.756.999,98. O montante ficou 9,55% mais barato do que o previsto em edital, que era de R$ 1.942.572,45. 

Conforme o edital, estavam previstas a instalação de mangueiras luminosas de led branco quente (âmbar), verde e azuis pelas avenidas Afonso Pena, Duque de Caxias e Mato Grosso.

Na 14 de Julho, a decoração recebeu flâmulas natalinas, bolas metálicas iluminadas, árvores naturais de porte médio, árvores em formato de cone, anjo iluminado e pórticos metálicos.

A Praça Ary Coelho foi decorada com portais de entrada até o coreto, além de iluminação nas árvores naturais.

Complementaram a decoração em outras vias estrelas dos mais variados tamanhos, árvores de arabesco, cometas, botas, bicicletas, pirâmides e pórticos, entre outros.

Também foram decoradas as rotatórias da Ceará com Joaquim Murtinho; Duque de Caxias com a Entrada da Nova Campo Grande; da João Arinos com Pedrossian; Três Barras com Marques de Lavradio; Consul Assaf Trad com Zulmira Borba; Gury Marques na rotatória da Coca-Cola; Filinto Muller no Lago do Amor; dentre outras. A iluminação também foi aplicada ao Paço Municipal.

Consultada pelo Correio do Estado, a prefeitura municipal não retornou até o fechamento desta matéria. O espaço segue aberto. 

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Crise dos ônibus

Prazo para prefeitura apresentar interventor no Consórcio Guaicurus termina hoje

A decisão expedida pelo Judiciário em dezembro do ano passado, dava 30 dias para que o Município instaurasse processo administrativo de intervenção no contrato, além de nomear um interventor e apresentasse plano de ação para regularização da situação

19/02/2026 14h30

Crise no transporte público da Capital já virou

Crise no transporte público da Capital já virou "novela" FOTO: Gerson Oliveira/Correio do Estado

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Termina nesta quinta-feira (19) às 17 horas o prazo para que a Prefeitura de Campo Grande indique o nome para ser interventor do contrato do transporte público na cidade, atualmente operado pelo Consórcio Guaicurus. 

A decisão foi tomada pelo Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul no dia 17 de dezembro e o órgão foi informado formalmente no dia 19 de dezembro de 2025. 

A decisão determinava que, em até 30 dias, o Município instaurasse um processo administrativo de intervenção no contrato com o Consórcio, além de nomear um interventor e apresentar um plano de ação com cronograma para a regularização da situação do Transporte Urbano, sob pena de multa diária de R$ 300 mil. 

A contagem efetiva passou a ocorrer a partir do dia 21 de janeiro deste ano. Contando os pontos facultativos e o feriado de Carnaval, o encerramento do prazo estipulado se encerra hoje. 

Durante coletiva no mês de janeiro de 2026, após a cerimônia de posse dos novos secretários municipais de Governo, Fazenda e Saúde, a prefeita de Campo Grande, Adriane Lopes (PP) afirmou que ainda não sabia como proceder com a intimação judicial de intervenção no Consórcio Guaicurus.

De acordo com a decisão expedida no mês passado, o Poder Judiciário de Mato Grosso do Sul reconheceu a existência dos indícios de má gestão e execução do transporte coletivo de Campo Grande e decidiu dar andamento à Ação Popular que pede a intervenção da Prefeitura Municipal no serviço operado pelo Consórcio Guaicurus. 

Para o advogado Lucas Gabriel de Souza Queiroz, autor da ação, o Consórcio deveria ser penalizado por frota velha e precária, falta de manutenção e inexistência de seguros obrigatórios, além de irregularidades financeiras, como a transferência de R$ 32 milhões para a empresa Viação Cidade dos Ipês sem justificativa e a omissão contábil de receitas e fluxos de caixa desde 2012, como constatado pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Transporte Coletivo. 

Por outro lado, o Município de Campo Grande deveria ser responsabilizado por omissão de fiscalização, ausência de auditoria operacional, técnica e financeiras desde 2018, e continuidade de repasse dos subsídios milionários ao Consórcio “sem contrapartida efetiva de melhoria do serviço”. 

Autor da petição que conteve mais de 10,4 mil assinaturas e pedia a intervenção nos serviços do Consórcio Guaicurus, o vereador Maicon Nogueira afirmou que, caso o Executivo não cumpra a determinação dentro do prazo, serão adotadas novas medidas pela Câmara Municipal. 

“Já ficou claro que existe uma máfia instalada no transporte coletivo da cidade. A frota vem sendo sucateada de forma proposital para justificar reajustes tarifários, enquanto a população sofre diariamente com ônibus lotados, atrasos e falta de dignidade”, alegou e completou:

“Se a Prefeitura não apresentar o interventor hoje, a partir da próxima sessão vamos adotar as medidas cabíveis. Vamos questionar a possível prevaricação do Executivo Municipal diante de uma decisão judicial que precisa ser cumprida”. 

De acordo com a assessoria do Vereador, a Prefeitura de Campo Grande solicitou à Justiça a exclusão de Maicon Nogueira dos autos, alegando ausência de interesse jurídico direto e risco de “tumulto processual”. 

“A medida ocorre após Maicon Nogueira ter mobilizado milhares de usuários do transporte coletivo em toda a cidade, coletando mais de 10 mil  assinaturas que fundamentaram a decisão do magistrado, além de atuar diretamente na CPI do Transporte Coletivo, instalada na Câmara Municipal de Campo Grande. Como resultado da CPI, o parlamentar produziu um relatório robusto, encaminhado aos órgãos competentes, no qual denunciou diretores e ex-diretores do consórcio responsável pelo transporte por crimes como peculato e prevaricação” 
 

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