Cidades

AGRONEGÓCIO

Câmara e Acrissul discutirão agronegócio no estande da Prefeitura na Expogrande

O estande é aberto ao público e funciona em parceria com a prefeitura

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Nesta quarta-feira (9), às 8 horas, os vereadores de Campo Grande participarão de uma reunião com a diretoria da Acrissul (Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul) para debater “Os caminhos do agro em Campo Grande”.

O encontro acontecerá no estande da Prefeitura Municipal de Campo Grande, em parceria com Câmara de Vereadores, localizado no Parque de Exposições Laucídio Coelho, onde acontece a 85ª Expogrande. No estande, são realizadas, tividades voltadas ao fomento de negócios e incentivo ao agronegócio na Capital

A reunião foi organizada pelo vereador Epaminondas Neto, o Papy, presidente da Casa de Leis, e pela Comissão Permanente de Agropecuária e Agronegócio da Câmara, composta pelos vereadores Landmark, Maicon Nogueira, Beto Avelar, Veterinário Francisco e Professor Juari.

Ainda para essa semana, está prevista uma reunião dos vereadores com o deputado federal Rodolfo Nogueira, presidente da Comissão de Agricultura, Pecuária e Abastecimento da Câmara dos Deputados, com objetivo de alinhar as políticas do setor agropecuário nacional com as demandas para Campo Grande.

SOLENIDADE

Além disso, na quinta-feira 910), às 16 horas está prevista Sessão Solene de outorga da Medalha Legislativa Tereza Cristina de Liderança no Agronegócio. No evento, os vereadores vão homenagear líderes empresariais, pesquisadores ou profissionais que se destacaram por sua liderança e visão estratégica no âmbito do agronegócio.

ESTANDE DA PREFEITURA

O estande da Câmara Municipal de Campo Grande na Expogrande é aberto ao público e funciona em parceria com a Prefeitura. O espaço funcionará até o dia 13 de abril, oferecendo serviços, atendimentos e debates estratégicos e fomento de negócios.

Pelo terceiro ano consecutivo, a administração municipal marca presença no evento com um gabinete itinerante, onde o executivo e o legislativo realizarão encontros, despachos e compromissos oficiais. O objetivo é aproximar a gestão pública dos setores produtivos e estimular novas oportunidades de negócios.

Ao longo dos 11 dias de feira, o estande contará com palestras, workshops e oficinas sobre inovação, tecnologia e mercado, além de espaço para o artesanato e apresentações culturais, valorizando a identidade local.

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IMPROBIDADE ADMINISTRATIVA

Justiça condena João Amorim a devolver R$ 3 milhões por fraude em obra na MS-228

Decisão atende ação do MPMS e aponta que parte da rodovia no Pantanal ficou sem execução após abandono de obras e medições falsas em contrato com a Agesul

23/06/2026 12h00

Trecho da rodovia MS-228, na região do Pantanal, onde obra de recuperação não teria sido concluída conforme contrato firmado com o Estado

Trecho da rodovia MS-228, na região do Pantanal, onde obra de recuperação não teria sido concluída conforme contrato firmado com o Estado Divulgação

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A Justiça de Mato Grosso do Sul condenou uma empresa de engenharia a ressarcir mais de R$ 3 milhões aos cofres públicos por irregularidades na execução de obras na rodovia MS-228, no Pantanal. A decisão atende a ação civil pública proposta pelo Ministério Público de Mato Grosso do Sul e é um desdobramento da operação Lama Asfáltica.

Segundo a investigação, a contratação foi firmada entre a empresa, identificada como a Proteco Construções Ltda, ligada ao empresário João Amorim e a Agesul para a recuperação de um trecho de aproximadamente 42 quilômetros da MS-228, em Corumbá, com serviços de cascalhamento e drenagem.

No entanto, laudos técnicos e depoimentos reunidos no processo apontaram que parte significativa dos serviços não foi executada. De acordo com o Ministério Público, a obra teria sido interrompida antes da conclusão prevista, deixando cerca de 16 quilômetros sem revestimento adequado e com estruturas de drenagem expostas, o que teria comprometido o tráfego e agravado impactos ambientais e logísticos na região pantaneira.

Ainda conforme a ação, mesmo com a execução parcial, medições e documentos técnicos teriam sido falsificados por responsáveis pela fiscalização e pela própria empresa, permitindo o pagamento integral do contrato como se a obra tivesse sido concluída.

Na decisão, o juiz fixou o ressarcimento solidário ao erário em R$ 3.059.043,51, valor que deverá ser corrigido desde 2015. Além disso, a empresa foi condenada ao pagamento de multa civil de R$ 1,52 milhão, equivalente a 50% do prejuízo apurado.

A sentença também determina a proibição de contratar com o poder público por 10 anos em Mato Grosso do Sul e o pagamento de R$ 250 mil por dano moral coletivo, valor destinado ao Fundo de Defesa de Interesses Difusos Lesados (Funles).

O caso se refere a contratos investigados dentro do conjunto de apurações da operação Lama Asfáltica, que revelou um esquema de fraudes em licitações, medições irregulares e desvios em obras rodoviárias no Estado.

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ALIANÇA II

Operação em MS investiga envolvimento de policiais em contrabando

Nesta 2ª fase, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e 14 de prisão preventiva em municípios do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo

23/06/2026 11h15

Cinco policiais militares foram presos por envolvimento no esquema de contrabando, na região Noroeste do Paraná

Cinco policiais militares foram presos por envolvimento no esquema de contrabando, na região Noroeste do Paraná Divulgação: Polícia Federal

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 A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta terça-feira (23), a segunda fase da Operação Aliança, com o objetivo de desarticular uma organização criminosa investigada pela prática dos crimes de contrabando, de descaminho e lavagem de capitais.

A primeira fase da operação, deflagrada no início de 2026, prendeu cinco policiais militares por envolvimento no esquema de contrabando na região Noroeste do Paraná.

As investigações apontam que o grupo atuava na incorporação irregular de mercadorias pela fronteira brasileira, contando com a ajuda de agentes públicos, além de uma rede de freteiros e de motoristas responsáveis pelo transporte das cargas contrabandeadas.

Nesta segunda fase, foram cumpridos 20 mandados de busca e apreensão e 14 de prisão preventiva em municípios do Paraná, Mato Grosso do Sul e São Paulo. Também foram determinadas medidas de sequestro e bloqueio de bens dos investigados, expedidas pela Justiça Federal em Guaíra.

Até o momento, foram realizados dois flagrantes de contrabando e descaminho e de posse ilegal de arma de fogo, nas cidades de Umuarama (PR) e de São Paulo (SP).

A operação contou com o apoio da Receita Federal do Brasil e da Corregedoria da Polícia Militar do Paraná.

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