Cidades

NESTE SÁBADO

Com plantio de mudas, Campanha da Fraternidade será lançada no Parque das Nações

Tema deste ano é "Ecologia Integral", com objetivo de proteger o meio ambiente e incentivar práticas sustentáveis

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Campanha da Fraternidade 2025 (CF 2025) será lançada neste sábado (8), no Parque das Nações Indígenas, localizado nos altos da Afonso Pena, em Campo Grande.

Embora seja lançada hoje, teve início na Quarta-feira de Cinzas (5). O tema deste ano é “Ecologia Integral – Deus viu que tudo era muito bom!”, lema extraído de Gênesis 1, 31.

O tema ressalta a importância de cuidar e proteger o meio ambiente em meio a tempos em que queimadas, incêndios e desmatamento afetam a fauna e flora mundial.

Neste sábado, haverá plantio de árvores (mudas de ipê), Santa Missa e apresentação das bandas católicas Ministério de Música da Paróquia Cristo Luz dos Povos, Ministério de Música da Pastoral Juvenil, Fraternidade São João Paulo II e Orquestra Indígena.

Confira a programação:

  • 15h: Início da concentração/chegada de autoridades e fiéis
  • 16h: Cerimônia de abertura e plantio de árvores (mudas de pê)
  • 18h: Santa Missa presidida por Dom Dimas Lara Barbosa, Arcebispo Metropolitano

CAMPANHA DA FRATERNIDADE 2025

A Campanha da Fraternidade 2025 inciou em 5 de março de 2025. O tema deste ano é “Ecologia Integral – Deus viu que tudo era muito bom!”.

A temática propõe analisar e ressignificar as opções e buscar novas atitudes para colocar em sintonia com sinais de ressurreição de Jesus Cristo: os dons da natureza, a beleza das culturas, a conquista da justiça social, o esforço pelo bem comum na sociedade e a paz tão desejada que começa dentro de cada um. O cristão é chamado para cuidar, integrar e acompanhar cada vida como um sinal do amor de Deus.

Não se pode ignorar os caminhos que nos levaram à crise socioambiental que se enfrenta atualmente. O ser humano é guardião do planeta, com a missão sagrada confiada por Deus a cada um para ser exercida com responsabilidade e cuidado.

A conversão integral exige uma revisão do estilo de vida, lembrando de que a crise ecológica está diretamente ligada à moralidade humana.

O objetivo geral da Campanha é promover, em espírito quaresmal e em tempos de urgente crise socioambiental, um processo de conversão integral, ouvindo o grito dos pobres e da Terra.

O Papa Francisco, em sua Carta Encíclica "Laudato Si'", publicada há 10 anos, em março de 2015, instiga a refletir sobre a relação entre homens e natureza, destacando a interdependência entre o grito dos pobres e o grito da terra.

Confira sete conceitos que perpassam o texto-base da Campanha da Fraternidade:

  • Casa Comum
  • Ecologia Integral
  • Tudo está interligado
  • O ser humano como Guardião da Criação
  • A Crise Ecológica e sua Raiz Humana
  • Conversão Ecológica
  • Do Consumismo a um novo estilo de vida

Celebrada nacionalmente desde 1964, a Campanha da Fraternidade é um modo de a Igreja Católica no Brasil celebrar o Tempo da Quaresma – os 40 dias em preparação para a Páscoa com atitudes de oração, jejum e caridade.

O ponto alto da Campanha é a Coleta da Solidariedade, realizada em todas as comunidades do Brasil no Domingo de Ramos, que, neste ano, ocorre nos dias 12 e 13 de abril. Os recursos são destinados a projetos sociais em todo o país.

CAMPANHA DA FRATERNIDADE x MS

A Campanha da Fraternidade 2025 terá um tema em que Mato Grosso do Sul é protagonista das discussões no Brasil e mundo: o meio ambiente. 

Os incêndios dos últimos anos no Pantanal e as mudanças climáticas são fatores que motivaram a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) a eleger o tema da campanha deste ano. Em Mato Grosso do Sul, o clero já está pronto para levar a campanha aos fiéis. 

O objetivo da campanha neste ano é convidar a sociedade a refletir sobre o cuidado com a “casa comum”, como a Igreja denomina o planeta, e a responsabilidade cristã na preservação do meio ambiente.

O aquecimento no Pantanal é um dos temas centrais, além dos dados sobre poluição em todo o Brasil.

Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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Cidades

TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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