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ATUALIZAÇÃO CORONAVÍRUS

Mesmo sem toque de recolher, Campo Grande mantém estável novos registros da Covid-19

Capital notificou 60 novos casos nas últimas 24 horas e Mato Grosso do Sul, 112
18/10/2020 12:36 - Gabrielle Tavares


Encerrado desde quinta-feira (15), o toque de recolher não se fez presente, pela primeira vez em sete meses, neste final de semana em Campo Grande. A Capital continua como epicentro da pandemia, com novas 60 notificações e 33.869 moradores que já tiveram contato com doença na cidade.

De acordo com o prefeito Marcos Trad (PSD), na última prorrogação do decreto, a vigência da restrição de circulação ficou estabelecida para das 1h às 5h e prorrogar novamente o prazo ou alterar o horário não surtiria efeito.

"Não há mais necessidade, porque diante da queda brusca de casos e das ocupações dos leitos de UTI [Unidade de Terapia Intensiva], colocar das 3h às 5h,nesse momento de tempo fica sem efeito qualquer", afirmou ao Correio do Estado na última semana.

Mato Grosso do Sul registrou 112 novos casos da Covid-19 nas últimas 24 horas e chegou a 77.123 infectados.

Do número total de contaminados com o coronavírus, 71.636 são de recuperados, 3.654 estão em isolamento domiciliar e 340 internados, sendo 2 de outros estados e não contabilizados como casos confirmados de Mato Grosso do Sul.

As cinco cidades com dados mais alarmantes do Estado são Campo Grande, Dourados, com 7.977 casos, Corumbá, com 4.536, Três Lagoas, com 2.526, e Sidrolândia, com 2.077.

Óbitos

Foram 7 mortes no Estado nas últimas 24 horas, totalizando 1.493 vítimas desde o início da pandemia.  

Em Campo Grande, foram dois homens de 84 e 87 anos. Em Aquidauana, duas mulheres, de 63 e 74 anos.  

Itaquiraí, Porto Murtinho e Miranda tiveram uma morte cada, pessoas com idades de 76, 59 e 83 anos respectivamente.

 
 

Felpuda


Comentários maldosos nos meios políticos dão conta que duas figurinhas que se rebelaram contra os próprios colegas poderão ficar no sereno político e, de forma indireta, serem personagens das próprias manifestações.

Um deles defendeu a redução do número de vereadores, e o outro disse ter vergonha de exercer o cargo. Agora enfrentam altos e baixos na campanha eleitoral.