Cidades

Oportunidade

CCR MSVia abre vagas de emprego em 10 cidades de MS

Oportunidades são para Operador de Tráfego I e Operador de Pedágio

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A CCR MSVia está oferecendo novas oportunidades de trabalho ao longo da BR-163/MS. As vagas disponíveis incluem posições para Operador(a) de Tráfego I e Operador(a) de Pedágio em 10 cidades do estado.

As cidades com vagas disponíveis são: Campo Grande, Jaraguari, Rio Brilhante, Rio Verde de MT, São Gabriel do Oeste, Naviraí, Caarapó, Nova Alvorada do Sul, Pedro Gomes e Mundo Novo.

A CCR MSVia é responsável pela administração e manutenção da BR-163/MS, garantindo a segurança e a mobilidade dos usuários que trafegam pela rodovia. A empresa faz parte do Grupo CCR, uma das maiores companhias de infraestrutura e mobilidade do país.

Os interessados podem concorrer às vagas se increvendo neste link.

Vagas

Operador(a) de Tráfego I

  • Responsabilidades: inspeção de tráfego, atendimento ao usuário, socorro mecânico e inspeção da faixa de domínio da empresa.
  • Requisitos: Ensino Fundamental completo e CNH categoria D ou E.
  • Diferencial: experiência prévia com condução de guincho.

Operador(a) de Pedágio

  • Responsabilidades: cobrança e registro de tarifas, liberação de faixas automáticas e atendimento ao público.
  • Requisitos: Ensino Fundamental completo e disponibilidade para trabalhar em escala.
  • Diferencial: experiência com atendimento ao cliente.

Benefícios

A CCR MSVia oferece um pacote de benefícios que inclui:

  • Assistência médica e odontológica
  • Seguro de vida
  • Vale-refeição ou alimentação
  • Vale-transporte
  • Licença-maternidade estendida (6 meses) e paternidade (20 dias)
  • Auxílio-creche
  • Participação nos lucros e resultados (PLR)
  • Day off no aniversário
  • Wellhub (Gympass)

Além dos benefícios oferecidos, o Grupo CCR está comprometido em construir uma cultura diversa e inclusiva, valorizando a diversidade e promovendo a inclusão de mulheres, negros, profissionais PCD, pessoas LGBTQIAP+ e profissionais de todas as idades.

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Cidades

Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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Cidades

TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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