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Próximos dias

Com fim da greve, serviços voltam ao normal lentamente em Mato Grosso do Sul

Motoristas ainda não falam em desmobilização, mas revelam esgotamento

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Apesar da adesão dos caminhoneiros às propostas apresentadas pelos governos estadual e federal, os efeitos dos mais de dez dias de greve dos caminhoneiros ainda são sentidos Mato Grosso do Sul. Em Campo Grande, o ritmo para reestabeleciamento da normalidade ainda é lento. Alguns postos de combustíveis estavam desabastecidos até a tarde de ontem e a coleta de lixo tem combustível garantido até amanhã. Áreas como educação e saúde só devem retomar a rotina na semana que vem.

Estimativa do Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo e Lubrificantes (Sinepetro-MS) apontava que ontem, 100% dos cerca de 140 postos de combustíveis da Capital estavam com o fonecimento normalizado. Entretanto, a reportagem do Correio do Estado verificou que alguns locais ainda careciam de abastecimento na região central.

No posto localizado na esquina da Avenida Fernando Correia da Costa com a Rua 14 de Julho, as placas onde deveria constar os preços da gasolina e do alcool estavam em branco. Não havia filas de carros, mas também nenhum veículo fazendo uso das bombas. Conforme a administração, o local contava com menos de um litro de diesel.

* Leia a reportagem, de Tainá Jara, na edição de hoje do jornal Correio do Estado.

 

Conclusão

Polícia descarta crime e esclarece morte de arquiteta na BR-163

Investigação da DEAM conclui que Ely da Silva Quevedo saiu voluntariamente de veículo em movimento; perícia não encontrou indícios de violência ou ação do ex-marido

01/06/2026 17h27

Foto: Divulgação

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A Polícia Civil de Mato Grosso do Sul concluiu as investigações sobre a morte da arquiteta Ely da Silva Quevedo, de 53 anos, ocorrida em 13 de abril deste ano, na BR-163, em Campo Grande.

Após mais de um mês de apurações, a 1ª Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (1ª DEAM) descartou a hipótese de feminicídio e concluiu que a vítima saiu voluntariamente do veículo em movimento antes de ser atropelada pelo próprio automóvel.

De acordo com a polícia, a conclusão foi baseada em um conjunto de provas técnicas produzidas durante a investigação. O trabalho incluiu análise de imagens de câmeras de monitoramento, exames periciais no veículo, laudos sobre o corpo da vítima e estudos da dinâmica do ocorrido.

Segundo a delegada responsável pelo caso, não foram encontrados vestígios de luta dentro da caminhonete, sinais de intervenção física do motorista ou lesões compatíveis com tentativa de defesa por parte da vítima.

Os elementos analisados apontaram que a morte ocorreu em decorrência de uma ação exclusiva da própria arquiteta.

A investigação também concluiu que não há evidências que permitam atribuir responsabilidade criminal ao motorista, que era ex-marido da vítima e conduzia o veículo no momento do ocorrido.

Conforme a Polícia Civil, a perícia técnica confirmou que Ely deixou o automóvel enquanto ele ainda estava em movimento, caiu sobre a pista e acabou sendo atingida pelo próprio veículo.

Em nota, a 1ª DEAM informou que os detalhes da investigação permanecerão sob sigilo em respeito à memória da vítima e aos familiares. A delegacia destacou ainda que a apuração foi conduzida com rigor técnico, transparência e observância dos protocolos adotados em casos de mortes violentas de mulheres.

Relembre o caso

A morte de Ely da Silva Quevedo ocorreu na manhã de 13 de abril, no km 482 da BR-163, no anel rodoviário de Campo Grande. A arquiteta caiu de uma caminhonete em movimento e sofreu ferimentos graves.

O caso gerou grande repercussão e levantou dúvidas sobre as circunstâncias da ocorrência. Inicialmente, a Polícia Civil passou a investigar diferentes hipóteses, incluindo a possibilidade de feminicídio.

Na ocasião, o ex-marido da arquiteta, que dirigia o veículo, afirmou aos policiais que Ely havia se lançado da caminhonete. Ele foi conduzido à delegacia para prestar esclarecimentos e liberado após o depoimento.

Durante o andamento das investigações, imagens obtidas pelos investigadores ajudaram a esclarecer a dinâmica dos fatos. Os vídeos mostraram a vítima deixando o veículo em movimento, versão posteriormente confirmada pelos exames periciais.

Ely chegou a receber atendimento das equipes de resgate da concessionária responsável pela rodovia, mas não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local do acidente. Com a conclusão do inquérito, a Polícia Civil encerrou o caso sem indiciamentos.

friozinho

'Mini' frente fria traz mínima de 10ºC para MS nesta semana

Não são esperadas chuvas nesta semana no Estado e os ventos devem fazer a temperatura cair no início da manhã, especialmente na região mais ao sul

01/06/2026 17h00

Mínimas devem chegar a 10ºC nesta semana no início da manhã

Mínimas devem chegar a 10ºC nesta semana no início da manhã FOTO: Marcelo Victor/Correio do Estado

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Um sistema de alta pressão atmosférica deve trazer uma massa de ar mais seca para Mato Grosso do Sul e influenciar nas temperaturas do Estado nessa semana. 

A previsão do Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima (Cemtec) indica que são esperadas mínimas entre 10ºC e 15ºC no período matutino, especialmente na região sul do Estado. 

Já durante a tarde, as temperaturas vão aumentando gradualmente, atingindo máximas de até 33ºC. 

Como já noticiado pelo Correio do Estado, o mês de junho deve ser um mês com chuvas irregulares e baixa umidade do ar, típico de inverno na região, que chega no dia 21 de junho. 

Assim, especialmente nas regiões oeste, norte, nordeste e pantaneira, os valores de umidade do ar podem chegar a 15% nos horários mais quentes do dia. 

Nas regiões Sul, Cone-Sul e Grande Dourados, as mínimas esperadas ficam entre 10ºC e 15ºC nesta semana e as máximas não passam de 27ºC. 

Nas regiões Pantaneira e Sudoeste, as mínimas chegam a 16ºC e as máximas podem ultrapassar os 30ºC.

No Bolsão e nas regiões Norte e Leste do Estado, as mínimas chegam a 12ºC e as máximas chegam a 33ºC. 

Em Campo Grande, são esperadas mínimas de 15ºC, especialmente entre quarta-feira (3) e quinta-feira (4), com céu aberto em praticamente todos os dias. 

Segundo a previsão, a semana indica predomínio de sol e pouca nebulosidade. As temperaturas mais baixas, especialmente no início da manhã, são resultado dos ventos que vêm do leste. 

Não deve chover durante essa semana, com previsão apenas para a próxima segunda (8) na Capital, que deve anteceder dias chuvosos de acordo com o Climatempo. 

Inverno quente e seco

Segundo o Inmet, a tendência para o começo do mês de junho é de um padrão de temperaturas quentes e secas em grande parte da região Centro-Oeste do Brasil. Especialmente na primeira quinzena do mês, são esperadas temperaturas elevadas, tardes mais quentes e uma redução gradual de chuvas, características de estação seca. 

As características são esperadas para as últimas semanas do outono. Faltando pouco mais de vinte dias para o Solstício de Inverno, a nova estação deve ter grande influência do fenômeno El Niño, que deixa o ar mais quente em todo o País. 

Em 2026, o solstício de inverno no Hemisfério Sul, que marca o início do inverno, ocorre no dia 21 de junho, às 4h24, horário de Mato Grosso do Sul, fazendo com que a noite do dia 20 para 21 de junho seja a mais longa do ano.

Em Campo Grande, o inverno tem aproximadamente 2h30 a menos de sol, resultando em 10h53min de luz no dia. Em comparação, no início do verão, os dias duram 13h22min na Capital de MS. 


 

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