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Com práticas simples, é possível ter uma rotina sustentável no trabalho

Com práticas simples, é possível ter uma rotina sustentável no trabalho

INFOMONEY

05/06/2011 - 21h00
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No Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado hoje (5), muitos se perguntam o que dá para fazer para contribuir com o planeta. Sabe-se que em casa é possível adotar alguns cuidados que fazem a diferença. O que nem todo mundo sabe é que esses pequenos gestos caseiros podem ser estendidos para o trabalho.

Tornar a empresa onde se trabalha mais sustentável não é tarefa apenas dos executivos da companhia, mas também dos profissionais de todos os níveis. “De nada adianta a empresa criar uma estrutura sustentável, se os profissionais que trabalham nela não formarem uma consciência sobre o tema”, ressalta a coordenadora do curso de MBA em Comunicação Corporativa, com ênfase em responsabilidade social da Veris Faculdades, Maria José da Costa Oliveira.

No sentido contrário, também de nada adianta a consciência dos profissionais, se a empresa não der qualquer suporte. “Para a empresa ser sustentável, ela precisa incluir esses valores de responsabilidade social e ambiental nos valores da empresa”, afirma o coordenador de comunicação do Instituto Akatu, Estanislau Maria de Freitas. “E os funcionários têm de cobrar isso”, reforça.

Para ele, a cada atitude que o profissional tiver no trabalho, é preciso que ela seja clara no sentido de melhorar o grau de sustentabilidade da empresa, independentemente da área na qual ele atua. “Ele pode ajudar a inovar os processos do seu trabalho para que eles sejam mais ecoeficientes”, diz. E isso inclui pequenos gestos que fazem a diferença.

Uma rotina sustentável
No começo, pode parecer tudo mecânico. Mas, com o tempo, a adoção de pequenas práticas sustentáveis ficam inseridas na rotina de trabalho. “Tudo o que estamos criando tem um impacto. Temos de buscar alternativas de maneira compartilhada”, afirma Maria José.

Algumas ações parecem básicas e mesmo óbvias, mas são difíceis de serem adotadas, diante da correira do dia a dia. Dessa forma, anote as dicas dos especialistas e tente criar no seu trabalho uma rotina mais consciente.

  • Evite imprimir documentos e recorra à impressão somente quando estritamente necessário
  • Use os dois lados da folha
  • Cuidado com a torneira da copa e dos banheiros. Verifique se elas não estão pingando
  • Na hora de sair para o almoço, desligue o computador. Uma hora do PC desligado gera muita economia
  • Evite os copinhos descartáveis. Use uma caneca ou uma garrafinha de alumínio

Dê essas dicas ao seu líder:

  • Prefira lâmpadas mais econômicas
  • Prefira válvulas duplas nas descargas dos banheiros
  • Na hora de fazer compras de escritório, prefira materiais reutilizáveis
  • Estimule a reciclagem

Para os especialistas, tornar a empresa mais sustentável é mais do que adotar esses gestos. “São práticas que devem ser adotadas não apenas pelos profissionais dentro das empresas, mas pelos cidadãos. E quando a gente fala de meio ambiente, incluímos aí o cuidado com o indivíduo, o respeito ao espaço do outro”, afirma Maria José.

OBRAS

Licitação de R$ 96 mi será lançada para asfaltar rodovia que liga MS a MT

A Agesul comunicou que o processo licitatório será aberto no dia 15 de setembro e prevê a pavimentação de 30 km da MS-215

21/08/2026 10h45

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A Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos (Agesul) realizará a licitação para obra de implantação e pavimentação da rodovia MS-215. O trecho liga o final do município de Pedro Gomes ao início da região da Serra do Amasílio.

O aviso de lançamento de licitação foi comunicado no Diário Oficial do Estado, na edição desta sexta-feira (21). O valor total da licitação está estimado em R$ R$ 96.495.685,96 para pavimentar 30,15 km da rodovia.

Rodovia MS-215 liga o Estado a Mato Grosso

A MS-215 é a rodovia que liga o município de Pedro Gomes ao estado de Mato Grosso. A cidade mato-grossense que faz divisa com Pedro Gomes é Alto do Araguai, tendo o Rio do Peixe como limite natural entre os dois estados.

A rodovia possui cerca de 120 quilômetros de extensão e tem uma importância grande na região, já que os proprietários rurais a usam para escoar suas produções e também receber insumos.

O critério para escolha da empresa será o menor preço. A abertura do processo para escolher a empresa que será responsável pelas obras do trecho está marcado para o dia 15 de setembro, às 10h30 (local).

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TRAGÉDIA

Arquiteta de MS morre após carro capotar e cair em canal no Paraná

Veículo saiu da pista durante a madrugada, mas acidente só foi descoberto quase cinco horas depois

21/08/2026 10h30

Larissa do Nascimento Viana, de 24 anos, era natural de Angélica (MS), formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFMS e cursava mestrado na UEM, no Paraná

Larissa do Nascimento Viana, de 24 anos, era natural de Angélica (MS), formada em Arquitetura e Urbanismo pela UFMS e cursava mestrado na UEM, no Paraná Divulgação

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Uma arquiteta sul-mato-grossense e duas jovens paranaenses morreram após o carro em que viajavam sair da pista, atingir um guard-rail, capotar e cair em uma valeta alagada às margens da BR-376, em Mandaguaçu, no Paraná. O acidente ocorreu na madrugada de quinta-feira (20), mas o veículo só foi localizado horas depois.

Entre as vítimas está Larissa do Nascimento Viana, de 24 anos, natural de Angélica, em Mato Grosso do Sul. As outras duas ocupantes foram identificadas como Maria Clara de Almeida, de 26 anos, natural de Colorado (PR), e Maria Eduarda da Silva Vanderlei, de 21 anos, de Quinta do Sol (PR).

Conforme as informações do portal Dourados Agora, o acidente teria ocorrido por volta das 3h40. No entanto, o veículo permaneceu fora da pista e parcialmente encoberto pela área alagada até aproximadamente 8h30, quando foi avistado por um pedestre que caminhava às margens da rodovia.

O homem percebeu as rodas do automóvel para fora da água e acionou o socorro. Equipes do Corpo de Bombeiros, do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da concessionária EPR Paraná foram mobilizadas para atender a ocorrência. 

Quando as equipes chegaram ao local, as três ocupantes já estavam sem vida. Devido à posição em que o automóvel ficou após o acidente, foi necessário içá-lo para a retirada das vítimas.

Larissa era natural de Angélica, município localizado a cerca de 260 quilômetros de Campo Grande, e filha de um policial militar da cidade. Ela deixa um filho.

A jovem era formada em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), no câmpus de Naviraí. Atualmente, morava no Paraná, onde cursava mestrado na área de Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Maria Eduarda da Silva Vanderlei também tinha vínculo com a UEM, onde era acadêmica do curso de Biotecnologia. Maria Clara de Almeida era natural do município paranaense de Colorado.

Após o trabalho das equipes de resgate, os corpos foram retirados do local e encaminhados ao Instituto Médico-Legal (IML) de Maringá.

A Perícia Técnica e a Polícia Civil do Paraná devem apurar as circunstâncias do acidente, incluindo o que teria provocado a saída do veículo da pista.

 

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