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Concursos públicos devem oferecer 75 mil vagas em 2013

Concursos públicos devem oferecer 75 mil vagas em 2013

G1

27/12/2012 - 07h14
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O número de vagas previstas para 2013 em órgãos de nível federal e estadual, além de capitais, chega a 75.103, segundo levantamento feito pelo G1, sem contar as instituições que lançarão concursos para cadastro de reserva, isto é, quando os aprovados são chamados conforme a necessidade do órgão.

Entre as vagas levantadas estão cargos que foram criados e oportunidades que já foram autorizadas ou aguardam autorização dos respectivos órgãos competentes.

Entre os concursos mais esperados do ano estão os do Banco Central, Correios e Ministério da Saúde. Os dois últimos já foram autorizados pelo Ministério do Planejamento a realizar seleção. Já o Banco Central aguarda aval para lançar concurso para pelo menos 1.090 vagas em 2013 - o pedido é para 1.850 vagas a serem preenchidas até 2014.

Sete ministérios tiveram concursos autorizados pelo governo federal: Ministério das Cidades, Ministério da Cultura, Ministério da Fazenda, Ministério da Integração Nacional, Ministério da Justiça, Ministério do Planejamento e Ministério da Saúde - para 2,5 mil e 265 vagas.

Já a Defensoria Pública da União, o Ministério da Agricultura, o Ministério do Trabalho e Emprego, o Ministério das Relações Exteriores, a Polícia Federal e a Polícia Rodoviária Federal, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) e o Instituto Nacional da Propriedade Industrial (Inpi) aguardam autorização do Ministério do Planejamento para abrir as seleções.

A diretora-geral da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Maria Alice Nascimento Souza, apresentou à Casa Civil da Presidência projeto para ter mais 4,5 mil policiais até 2014 - 1,5 mil a cada ano. Segundo o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, os servidores da PRF serão lotados nas fronteiras. Os estados participantes do Plano Estratégico de Fronteiras do governo federal são Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Já a Polícia Federal, apesar de estar com um concurso suspenso pelo Supremo Tribunal Federal (STF), que considera que os concursos do órgão devem reservar vagas para deficientes, também tem um pedido de 1,2 mil vagas no Planejamento para delegado, escrivão e agente.

No caso das agências reguladoras do governo federal, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) teve autorização para 82 vagas, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para 165 vagas e a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para 135 vagas. Já a Agência Nacional do Cinema (Ancine) aguarda aval do Planejamento.

A Petrobras também deve lançar concurso para cargos de nível médio/técnico e superior. Até o final de 2015, a Petrobras pretende atingir um efetivo de 76 mil empregados - um aumento de aproximadamente 30% em relação ao efetivo atual, que é de cerca de 58.500 empregados. Deverão ser admitidos nos próximos quatro anos mais de 22 mil pessoas para dar suporte aos projetos previstos no Plano de Negócios da companhia.

Em alguns concursos, a organizadora já está definida, como é o caso do Ministério da Fazenda, Ministério da Integração Nacional e Ministério da Saúde.

Dia 27

Após 8 mortes, prefeitura de Dourados espera vacinar 43 mil contra chikungunya

Imunização tem início já na próxima segunda-feira

20/04/2026 17h15

Imunização deve ser iniciada já na próxima segunda-feira (27)

Imunização deve ser iniciada já na próxima segunda-feira (27) Foto: Divulgação / Prefeitura de Dourados

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Com vacinação prevista já a partir da próxima segunda-feira (27), a Prefeitura de Dourados espera imunizar cerca de 43 mil moradores em campanha de vacinação contra a chikungunya. Com oito mortes, o município é considerado epicentro da arbovirose em Mato Grosso do Sul. 

A imunização seguirá critérios definidos pelo Ministério da Saúde e será destinada a pessoas entre 18 e 59 anos. A meta é imunizar ao menos 27% do público-alvo. 

O esquema vacinal foi anunciado nesta segunda-feira (20) pelo secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, e faz parte das ações emergenciais diante da epidemia que levou à decretação de situação de calamidade em saúde pública no município.

Antes do início da vacinação, os profissionais da linha de frente passarão por capacitação técnica nos dias 22 e 23 de abril. Segundo o secretário, a preparação é necessária devido às diversas contraindicações do imunizante, o que exigirá avaliação individual dos pacientes antes da aplicação. “Esse esquema vacinal será mais lento, já que o público-alvo precisa passar por triagem”, destacou.

As doses começaram a chegar ao município na última sexta-feira (17), e a distribuição para as unidades de saúde, incluindo a rede indígena, está prevista para ocorrer na sexta-feira (24). Já no feriado de 1º de maio, a prefeitura realizará uma ação especial em formato drive-thru, das 8h às 12h, no pátio da sede administrativa.

Regras

O imunizante foi desenvolvido pela farmacêutica Valneva em parceria com o Instituto Butantan e aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em abril de 2025.

Um dos pontos que mais preocupa as autoridades de saúde é o número de óbitos registrados. Sete das vítimas eram moradores das Reserva Indígena Jaguapiru e Bororó. Os dados reforçam a gravidade da epidemia no município e evidenciam o impacto desproporcional sobre populações mais vulneráveis, além de pressionar ainda mais a rede de atendimento local.

A estratégia de vacinação em Dourados integra um plano nacional que contempla cerca de 20 municípios em seis estados, selecionados com base em critérios epidemiológicos e operacionais, como circulação do vírus e capacidade de implementação da campanha.

De acordo com o boletim mais recente do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública (COE), o município contabiliza 4.972 casos prováveis de chikungunya, sendo 2.074 confirmados, 1.212 descartados e 2.900 ainda em investigação.

Restrições 

Gestantes, lactantes, pessoas imunossuprimidas, pacientes em tratamento contra o câncer, transplantados recentes, portadores de HIV/Aids e indivíduos com doenças autoimunes não podem se vacinar. Também estão fora do público pessoas que tiveram chikungunya nos últimos 30 dias, que estejam com febre grave ou que tenham recebido recentemente outras vacinas.

O avanço da doença, aliado à pressão provocada por outros agravos como a Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), levou o município a decretar estado de calamidade em saúde pública por 90 dias. A medida considera o risco de colapso da rede assistencial diante da alta demanda por atendimentos e internações.

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Descarte

Simone Tebet rechaça ser vice de Haddad em São Paulo

Segundo ela, nunca houve conversas sobre o tema, nem com Haddad nem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva

20/04/2026 16h15

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A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet (PSB), afirmou nesta segunda-feira (20) que não há qualquer possibilidade de integrar como vice a chapa do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), na disputa pelo governo de São Paulo em 2026. Segundo ela, nunca houve conversas sobre o tema, nem com Haddad nem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

“Eles sabem que sou candidata ao Senado ou a nada”, declarou Tebet ao portal Metrópoles, ao comentar informações de bastidores que apontavam seu nome como opção para vice-governadora.

A reação ocorre após a divulgação de um levantamento interno encomendado pela campanha de Haddad indicar Tebet como o nome com maior potencial eleitoral para compor a chapa.

De acordo com a apuração do jornalista Igor Gadelha, a ministra teria apresentado desempenho superior a outros nomes testados, como a pecuarista Teka Vendramini (PDT), o ex-ministro Márcio França (PSB), a ministra Marina Silva (Rede), a deputada Tabata Amaral (PSB-SP) e o ex-deputado Marcelo Barbieri (PDT).

Apesar do desempenho, Tebet minimizou a possibilidade e avaliou que seu nome pode ter sido incluído no levantamento por interesse do PT em compor uma chapa com uma mulher.

Mesmo fora da disputa pelo Executivo estadual, Tebet aparece bem posicionada na corrida ao Senado por São Paulo.

Pesquisa do instituto Real Time Big Data, divulgada em março, aponta a ministra como favorita em cenários sem a presença de Haddad.

Nos cenários testados, Tebet lidera com intenções de voto que variam entre 16% e 22%, seguida por Marina Silva, com 15% a 19%, e pelo secretário de Segurança Pública paulista, Guilherme Derrite (PP), com 15% a 18%.

Quando Haddad é incluído nas simulações, ele assume a liderança, com índices entre 22% e 24%. Nesse cenário, Tebet aparece com cerca de 16%, enquanto Marina e Derrite ficam na faixa dos 15%.

Outros nomes testados incluem Ricardo Salles (Novo), com 12% a 14%; Rodrigo Garcia, com 11% a 13%; e o coronel Mello Araújo (PL), com cerca de 11%.

O levantamento também indica maior indefinição do eleitorado na escolha do segundo voto para o Senado. Enquanto apenas 1% dos entrevistados dizem não saber em quem votar para a primeira vaga, esse número sobe para 22% no segundo voto. Já os votos brancos e nulos passam de 2% para 11% entre a primeira e a segunda escolha.

Os dados sugerem que mais de 30% do eleitorado ainda não definiu o segundo voto, mantendo a disputa aberta.

A pesquisa ouviu 2 mil eleitores entre os dias 6 e 7 de março de 2026, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%. O perfil dos entrevistados mostra maioria feminina (53%), com predominância de eleitores entre 35 e 59 anos (47%) e renda de dois a cinco salários-mínimos (39%).

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