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CURIOSIDADE

Conheça os 10 maiores
desertos do mundo

As maiores regiões desérticas estão sobre os oceanos

CLIMATEMPO

20/04/2019 - 22h00
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Do ponto de vista meteorológico, uma região de deserto é definida como uma área onde se evapora mais água do que é reposto pela chuva. Dessa forma, as maiores regiões desérticas estão sobre os oceanos, onde a quantidade de água evaporada é muito maior do que o volume de chuva.

Os desertos da forma como a grande maioria da população conhece, ou seja, com muito sol e terreno arenoso também são consequência de pouca chuva. Mas você sabe por que o índice de chuva é baixo nestas áreas?

Circulação global
 

A circulação global atmosférica ajuda a entender. As áreas equatoriais possuem um grande aquecimento solar, com isso o ar mais úmido e com temperaturas elevadas sobe e favorece a formação de muita nebulosidade e chuva, dando origem a sistemas como, por exemplo, a Zona de Convergência Intertropical.

Mas este ar que sobe acaba descendo em algumas áreas do globo e neste processo ele seca. E desta forma são incentivadas a formação de algumas áreas desérticas. Este processo é conhecido como desertificação em latitudes médias e geram desertos como o Tengger na China, mas há outros processos para a formação de desertos.

Os desertos conhecidos como contra-alísios são observados em áreas nas quais as correntes de vento sopram do equador para os trópicos em altitudes elevadas. Esses ventos são secos e são os responsáveis por desertos como o Saara.

As barreiras naturais também provocam a formação de desertos por impedirem a passagem de umidade, que acaba condensando e provocando chuva antes de avançar pelas grandes cordilheiras. O deserto da Judéia é um exemplo deste tipo de formação.

Os desertos costeiros são encontrados mais facilmente próximos aos Trópicos de Câncer e de Capricórnio. Nestas áreas os sistemas meteorológicos locais dominam os globais e, por isso, são gerados desertos como o Atacama que é considerado o mais seco da Terra.

Os 10 maiores desertos do mundo
 

1 – Antártica (13.829.430 km2)

Muitos irão estranhar a presença da Antártica nesta lista, mas apesar de tanto gelo, esta é uma grande área na qual a evaporação supera a chuva. Essas áreas também são conhecidas como desertos polares.

2 – Ártico (13.726.937 km2)

Se o primeiro lugar em extensão territorial está no Polo Sul, o segundo está no Polo Norte. O deserto do Ártico é outra área fria que, apesar do gelo, tem também uma taxa de evaporação muito superior do que a sua taxa de chuva anual.

3 – Saara - Continente Africano (9.100.100 km2)

Em terceiro lugar temos o grande deserto do Saara, que é também conhecido por ser o maior deserto arenoso em extensão territorial.

4 – Deserto da Arábia  - Oriente Médio (2.300.000 km2)

É um deserto localizado nas proximidades da Arábia Saudita. As temperaturas variam entre os 40°C e até 50°C no período mais quente e de 5°C a 15°C no período mais frio.

5 – Deserto de Gobi - China (1.300.000 km2)

É um extenso deserto entre a região norte da República Popular da China e região sul da Mongólia. A palavra Gobi significa deserto em mongol. A temperatura média anual é de -2,5°C a 2,8°C.

6 – Deserto de Kalahari - sul da África (900.000 km2)

Abrange áreas do sul da África e é gerado devido as condições atmosféricas locais, como uma corrente marítima fria de Benguela que atua na costa sudoeste da África.

7 – Patagônia - Argentina (670.000 km2)

 O deserto da Patagônia é um exemplo de deserto gerado por sistemas locais atmosféricos.

8 – Grande Deserto de Vitória - Austrália (647.000 km2)

Este é um exemplo de deserto gerado pelo ar vindo do equador que desce em áreas subtropicais.

9 – Deserto Sírio - Continente Asiático (520.000 km2)

Cobre as porções da Síria, Iraque e Jordânia e tem uma combinação de área de vegetação gramínea com deserto de areia.

10 – Deserto da Grande Bacia - EUA (492.000 km2)

igreja católica

Encenação da Via Sacra chega à 38ª edição nas Moreninhas marcada por emoção de atores e fiéis

Centenas de pessoas acompanharam a tradicional encenação da Paixão de Cristo, em Campo Grande

03/04/2026 18h00

Encenação da Via Sacra reuniu centenas de fiéis nas Moreninhas

Encenação da Via Sacra reuniu centenas de fiéis nas Moreninhas Foto: Gerson Oliveira / Correio do Estado

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A tradicional encenação da Via Sacra chegou a 38ª edição neste ano na Paróquia Nossa Senhora Aparecida das Moreninhas e reuniu centenas de pessoas na tarde desta sexta-feira (3), em Campo Grande. Atores e a comunidade católica definiram o momento como de fé e emoção.

Os ensaios começaram no mês de janeiro, com cerca de 30 voluntários, segundo a organização. A solenidade começou com a celebração da Paixão de Cristo, às 15h, sendo seguida pela Via Sacra, encenada no pátio da paróquia.

Gustavo de Oliveira, 22 anos, participa da encenação há 9 anos e este foi o primeiro em que interpretou Jesus.

"É muita emoção, é muito gratificante fazer a encenação. Hoje é um dos dias mais especiais para mim, que é interpretar um papel tão importante para mostrar para o povo um pouco da história de Jesus", disse.

"Eu moro na Moreninha, faço parte da paróquia e comecei fazendo papel de discípulo, depois comecei a me interessar mais, quis aprofundar e ter papel com falas, já fui Caifás, já fui Pilatos, já fui soldado, e sendo Jesus é um papel muito importante que é emocionante também", acrescentou.

Solange Araújo é evangélica e pela primeira vez participou de uma celebração católica para apoiar a filha, que participou da encenação da Paixão.

"Minha filha está começando a frequentar a igreja católica, vai fazer o papel no teatro e eu vim prestigiar, só sei que é a mulher que chora, aí a gente veio prestigiar, e bom incentivar os jovens hoje em dia a realmente seguir a vida cristã, muito bom esse legado", afirmou.

Solange acrescentou que a para os evangélicos a data também é importante, representando o renascimento. "A importância é o amor entre família, a convivência, o respeito entre todos", concluiu.

O padre Irineu Vieira Lima explicou a importância da Semana Santa para a Igreja Católica.

"É um tríduo, hoje se celebra o memorial da Paixão, da morte de Jesus Cristo. Nós vivemos com muita fé e fazemos memória, não é um teatro, a gente faz memória de Cristo, da morte dele, para culminar na sua ressurreição. Então hoje é um momento de muita fé, de saber que aquele que nos amou em primeiro morreu pelos nossos pecados, principalmente num mundo tão dilacerado pela discórdia, violência, ganância, Jesus nos mostra que para vencer esse mundo você tem que ser humilde, bom, simples. Então a importância de hoje é saber que o amor não foi acolhido, mas que precisa ser trazido todos os dias de volta, o amor é Deus, Deus é Jesus", disse o padre.

O líder religioso destaca ainda que a Sexta-Feira Santa faz memória de toda a trajetória de Jesus até a cruz, mas ressalta a importância da ressurreição, celebrada no Domingo de Páscoa.

"Ele morreu, mas não ficou na cruz, Ele morreu e ressuscitou, nossa fé é embasada na ressurreição. A cruz é o extremo da dor, da humilhação, porque Jesus foi humilhado em todos os aspectos, é na cruz que ele nos ora e nos perdoa, mas é na gruta, quando ele ressuscita, que ele nos mostra que a vida não é aqui, aqui é bom viver, mas o melhor ainda está por vir", acrescente padre Irineu.

Semana Santa

A Semana Santa celebra a Paixão, a Morte e a Ressurreição de Jesus Cristo e se inicia no Domingo de Ramos e termina com a ressurreição de Jesus, no Domingo de Páscoa.  

Na Igreja Católica, o Tríduo Pascal teve início na Quinta-feira Santa (2), lembrando a última ceia de Jesus com seus discípulos, quando Ele anuncia que será morto.  

Na Sexta-feira Santa (3) Jesus é crucificado. Motivo de luto, esse é o único dia do ano que não se celebra missa, apenas se faz a celebração da morte com a Celebração da Paixão do Senhor, às 15h.

No Sábado (4), é celebrada a Missa Solene Vigília da Páscoa na Ressurreição.

A Semana Santa encerra com o Domingo de Páscoa (5), dia em que Jesus ressuscitou, segundo a crença cristã. Páscoa significa “passagem” da morte para a vida.

nova frequência

Campo Grande passa a ter voo direto para Belo Horizonte

Voos são operados diariamente pela Azul desde o dia 1º de abril, em aeronaves com capacidade para até 136 e 174 passageiros

03/04/2026 15h34

Voo é operacionalizado pela companhia aerea Azul

Voo é operacionalizado pela companhia aerea Azul Divulgação/ Azul Linhas Aéras

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Desde a última quarta-feira, dia 1° de abril, Campo Grande passou a ter voos diretos para Belo Horizonte, capital de Minas Gerais, pela companhia aerea Azul.

Conforme reportagem do Correio do Estado, o anúncio já havia sido feito pela companhia aerea no fim de janeiro e os voos passaram a ser operacionalizados no início deste mês.

A nova frequência amplia, via Aeroporto de Confins, a malha aérea sul-mato-grossense, que já possui voos diretos para São Paulo (Capital, Guarulhos e Campinas) e Brasília, no Distrito Federal. 

Segundo a Azul, os voos serão operados diariamente, em ambos os sentidos, com aeronaves Embraer 195-E2, com capacidade para até 136 passageiros, e Airbus A320, que comportam até 174 passageiros.

O horário previsto de partida do voo em Confins será 8h15, com chegada à capital sul-mato-grossense às 9h25, horário local, diatiamente.

No sentido inverso, o voo parte de Campo Grande às 10h05, com pouso em solo mineiro previsto para 13h15, horário de Brasília. Em média, cada voo terá duração de 2h10.  

"Estamos muito felizes com esse voo conectando a capital mineira ao nosso Estado. Foi um trabalho de anos da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, por meio do Programa Decola MS, em parceria com a Azul, para recuperar essa operação que existia durante a pandemia e havia sido suspensa", destacou o diretor-presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul, Bruno Wendling, na ocasião do anúncio.

Conforme o Governo do Estado, a criação da rota é parte da expansão do Aeroporto Internacional de Campo Grande, que opera sob concessão para a empresa Aena. 

"A nova operação facilita o acesso de Mato Grosso do Sul a um de nossos principais hubs, o aeroporto de Confins, ampliando as possibilidades de conexão para diversos destinos no Brasil e no exterior", afirma a gerente sênior de Planejamento de Malha da Azul, Beatriz Barbi.

Crescimento

Desde 2023, o Plano Aeroviário Estadual orienta as ações do Governo do Estado, com investimento estimado de R$ 250 milhões até 2026 em obras de construção, restauração e ampliação de aeroportos e aeródromos estratégicos.

Mais de R$ 100 milhões já foram aplicados em obras concluídas, fortalecendo a conectividade entre municípios e ampliando o acesso aos mercados nacionais e internacionais.

Entre os principais projetos em execução está a ampliação da pista do Aeroporto Internacional de Campo Grande, com acréscimo de 500 metros, além da implantação de novos sistemas de segurança e navegação aérea, como PAPI (sistema de luzes que orientam o pouso dos aviões), além de estação meteorológica. 

Já no Pantanal, será implantada uma pista no Porto São Pedro, inicialmente voltada ao combate a incêndios florestais, com potencial de uso futuro para turismo e logística regional. No interior, o plano contempla a construção de nova pista asfaltada em Nova Alvorada do Sul, a pavimentação de uma pista de 1,5mil metros em Aquidauana, a implantação do Aeroporto de Inocência, a restauração de aeródromos em Paranaíba, Camapuã e Cassilândia, além da ampliação do aeródromo de Naviraí.

Outro investimento estratégico é o Aeroporto Regional de Dourados – Francisco de Matos Pereira, que receberá um novo terminal de passageiros e cargas, com investimento estimado em R$ 39 milhões, já aprovado pela Secretaria de Aviação Civil e com licitação prevista para o primeiro semestre de 2025.

O planejamento prevê ainda novas licitações para os aeródromos de Água Clara e Maracaju, estudos para implantação em Mundo Novo e Amambai, além da ampliação do aeródromo de Nova Andradina e do aeroporto de Três Lagoas.

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