Cidades

LINHA DE FRENTE

Coordenador da Vigilância Epidemiológica morre de Covid-19 em Douradina

Profissional atuava na linha de frente, atuando no Comitê Permanente de Enfrentamento à Covid-19

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Mais um profissional de saúde da linha de frente do combate ao coronavírus morreu em Mato Grosso do Sul, vítima da doença. Aparecido dos Santos Alexandre, conhecido como Cicinho, coordenador municipal de Vigilância Epidemiológica de Douradina, veio a óbito na manhã desta quinta-feira (2). Ele é o segundo profissional de saúde a morrer de Covid-19 no Estado.

A morte foi confirmada pelo secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, em live no Facebook, e também pela prefeitura de Douradina, mas ainda não consta no boletim epidemiológico por ter ocorrido hoje.  

Ele passou vários dias internado no Hospital Evangélico de Dourados, onde morreu.  

“Gostaria de manisfestar a família do Cicinho, da Vigilância epidemiológica, que esteve a frente do combate ao coronavírus no município e nos ajudou e muito quando da expansão da doença e, que com o trabalho dele e de toda a equipe, conseguimos até o presente momento conter essa expansão, também aqui nossos pêsames e nossos sentimentos. Seguramente o Cicinho faz parte do combate a doença aqui no Mato Grosso do Sul”, disse o secretário.

Por conta do falecimento do profissional, a Prefeitura de Douradina decretou luto oficial de três dias no município.  

Em nota, prefeitura afirma que Cicinho também era presidente do Conselho Municipal de Saúde e integrava o Comitê Permanente de Enfrentamento à Covid-19.

“No Comitê Permanente de Enfrentamento à COVID-19 e em constante contato com Vigilâncias Epidemiológicas de outros municípios, buscava orientar as tomadas de decisão sobre quando e quais medidas adotar para combater a pandemia em Douradina”, diz trecho da nota.  

Profissional da linha de frente, ele foi contaminado pelo coronavírus e passou vários dias internado.  

Conforme boletim da Secretaria de Saúde de Douradina, a cidade tem 111 casos confirmados da Covid-19, sendo 90 considerados curados, e duas mortes. 

MORTE NA LINHA DE FRENTE

Ontem, o médico Miguel Yoneda, 74 anos, plantonista no Hospital da Vida, morreu vítima da Covid-19, em Dourados. Apesar da idade, Yoneda abriu mão do isolamento para estar na linha de frente à pandemia.

O médico, que residia em Ponta Porã, estava internado no Hospital Universitário de Dourados com quadro grave da infecção provocada pelo novo coronavírus e foi o primeiro médico morto pela doença em Mato Grosso do Sul.  

MATO GROSSO DO SUL

PF desarticula tráfico internacional de drogas

Município de Naviraí era parte da rota estratégica que traficantes utilizavam para realizar o transporte internacional das drogas

10/04/2026 10h16

Reprodução/PF-MS

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Nesta quinta-feira (09), a Polícia Federal deflagrou a Operação Horizonte Seguro, em busca de desarticular o tráfico internacional de drogas, que utilizava o Mato Grosso do Sul como rota. A ação cumpriu três mandados expedidos pela Justiça Federal de Dourados.

As investigações da Operação apontaram que o Estado era utilizado como parte estratégica da rota que os traficantes utilizavam para transportar as cargas, que chegavam de outros países, e com destino a várias regiões do país. De acordo com as informações, foram expedidos dois mandados de busca e apreensão em Naviraí.

Os agentes ainda estavam em mãos com o mandado de prisão temporária de um dos envolvidos no esquema, e realizou durante a Operação, outra prisão em flagrante.

Os presos não foram identificados e as equipes policiais seguem investigando para possíveis desdobramentos.

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TRAGÉDIA

Ambulante morre após mal súbito durante show internacional em Campo Grande

Homem passou mal enquanto trabalhava nas imediações do Autódromo

10/04/2026 09h15

 Apesar dos esforços, o ambulante não resistiu e teve o óbito constatado ainda na área externa do Autódromo.

Apesar dos esforços, o ambulante não resistiu e teve o óbito constatado ainda na área externa do Autódromo. Divulgação

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Um ambulante identificado como Leandro Pereira Alfonso morreu na noite desta quinta-feira (9), após sofrer um mal súbito nas proximidades do Autódromo Internacional de Campo Grande, onde ocorria o show da banda Guns N’ Roses.

De acordo com informações do portal Dourados Agora, Leandro comercializava água no entorno do local quando passou mal. Policiais do 6º Batalhão da Polícia Militar foram acionados e prestaram os primeiros atendimentos, com apoio de equipes do Corpo de Bombeiros que já estavam de prontidão para o evento.

Os socorristas iniciaram manobras de reanimação ainda no local, utilizando uma unidade de resgate avançado. Apesar dos esforços, o ambulante não resistiu e teve o óbito constatado ainda na área externa do Autódromo.

A perícia chegou a ser acionada, mas foi dispensada após a confirmação da morte pelas equipes de socorro.

A noite também foi marcada por dificuldades de acesso ao evento. Um congestionamento que se estendeu por mais de 10 quilômetros foi registrado nas vias que dão acesso ao Autódromo, causando atraso para parte do público que tentava chegar ao show, previsto para começar às 20h30.

Caos no trânsito gera atrasos de até cinco horas

O show do Guns N’ Roses provocou um verdadeiro caos no trânsito desde o fim da tarde desta quinta-feira (9) na BR-262, em Campo Grande. Principal, e praticamente único acesso ao Autódromo Internacional Orlando Moura, a rodovia concentrou o fluxo de cerca de 35 mil pessoas que se dirigiam ao evento.

A movimentação já era intensa ao longo do dia, mas se agravou no início da noite, quando trechos chegaram a ficar completamente parados. Em alguns momentos, os veículos avançavam a menos de 5 km/h, formando um congestionamento que ultrapassou 10 quilômetros.

Além do público do show, o fluxo também foi impactado por moradores da região do bairro Maria Aparecida Pedrossian e adjacências, que utilizam a BR-262 no retorno para casa após o trabalho, ampliando ainda mais o volume de veículos.

Registros compartilhados nas redes sociais mostram longas filas e motoristas revoltados com a lentidão, mesmo com a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tentativa de organizar o tráfego.

Em condições normais, o trajeto entre o centro da cidade e o autódromo leva cerca de 30 minutos. No entanto, durante o evento, o deslocamento chegou a ultrapassar cinco horas. A fila começou a se formar por volta das 15h e persistiu até aproximadamente 22h, fazendo com que parte do público chegasse atrasada, ou sequer conseguisse assistir à apresentação.

Diante do congestionamento, alguns motoristas optaram por estacionar os veículos às margens da rodovia e seguir a pé até o local do show.

Após o encerramento, por volta de 0h30, os problemas continuaram. O escoamento do público foi dificultado pela existência de apenas uma saída no estacionamento, o que gerou filas de até três horas para deixar o local, seguidas por mais congestionamento na BR-262. Muitos fãs só conseguiram chegar em casa já ao amanhecer.

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