Cidades

EPICENTRO

Médico da linha de frente morre de Covid-19 em Dourados

Ele é o primeiro médico morto pela doença em Mato Grosso do Sul

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O médico Miguel Yoneda, 74 anos, plantonista no Hospital da Vida, morreu nesta madrugada em Dourados vítima da Covid-19. Apesar da idade, Yoneda abriu mão do isolamento para estar na linha de frente à pandemia. Amigos relataram nas redes sociais o amor do profissional pela atuação clínica.

O médico, que residia em Ponta Porã, estava internado no Hospital Universitário de Dourados com quadro grave da infecção provocada pelo novo coronavírus. Ele é o primeiro médico morto pela doença em Mato Grosso do Sul.  

Integrante do grupo de risco, o profissional era conhecido pela alegria como encarava os plantões na unidade mais tumultuada da região da Grande Dourados. No Hospital da Vida, ele atendia pacientes do pronto-socorro. Mesmo podendo ficar em casa, preferiu encarar a pandemia. Ele integrava o grupo de seis médicos infectados na cidade. O óbito foi registrado às 3h. 

Nas redes sociais, pessoas que o conheciam lamentaram a perda e destacaram o amor do profissional pela atuação médica. “Acordei com a notícia que eu temia receber. Perdemos Dr. Miguel Yoneda. Quem o conheceu sabe exatamente o que sinto nesse momento. Médico que amava o que fazia. Era o médico que amava o pronto socorro”, disse uma internauta.

OUTRA VÍTIMA

Além de Yoneda, Lourdes Fernandes Soares, de 70 anos, também morreu pela Covid-19 em Dourados. O óbito ocorreu na noite de ontem (30/6). Ela estava internada na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital da Vida desde o último dia 22.

Dourados é o epicentro da Covid-19 em Mato Grosso do Sul. As duas mortes devem ser acrescidas ao boletim epidemiológico desta quarta-feira (1°), levando a cidade a marca das 25 mortes pela Covid-19.  

Até ontem eram 1.536 casos confirmados na maior cidade do interior do Estado. 

MATO GROSSO DO SUL

PF desarticula tráfico internacional de drogas

Município de Naviraí era parte da rota estratégica que traficantes utilizavam para realizar o transporte internacional das drogas

10/04/2026 10h16

Reprodução/PF-MS

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Nesta quinta-feira (09), a Polícia Federal deflagrou a Operação Horizonte Seguro, em busca de desarticular o tráfico internacional de drogas, que utilizava o Mato Grosso do Sul como rota. A ação cumpriu três mandados expedidos pela Justiça Federal de Dourados.

As investigações da Operação apontaram que o Estado era utilizado como parte estratégica da rota que os traficantes utilizavam para transportar as cargas, que chegavam de outros países, e com destino a várias regiões do país. De acordo com as informações, foram expedidos dois mandados de busca e apreensão em Naviraí.

Os agentes ainda estavam em mãos com o mandado de prisão temporária de um dos envolvidos no esquema, e realizou durante a Operação, outra prisão em flagrante.

Os presos não foram identificados e as equipes policiais seguem investigando para possíveis desdobramentos.

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TRAGÉDIA

Ambulante morre após mal súbito durante show internacional em Campo Grande

Homem passou mal enquanto trabalhava nas imediações do Autódromo

10/04/2026 09h15

 Apesar dos esforços, o ambulante não resistiu e teve o óbito constatado ainda na área externa do Autódromo.

Apesar dos esforços, o ambulante não resistiu e teve o óbito constatado ainda na área externa do Autódromo. Divulgação

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Um ambulante identificado como Leandro Pereira Alfonso morreu na noite desta quinta-feira (9), após sofrer um mal súbito nas proximidades do Autódromo Internacional de Campo Grande, onde ocorria o show da banda Guns N’ Roses.

De acordo com informações do portal Dourados Agora, Leandro comercializava água no entorno do local quando passou mal. Policiais do 6º Batalhão da Polícia Militar foram acionados e prestaram os primeiros atendimentos, com apoio de equipes do Corpo de Bombeiros que já estavam de prontidão para o evento.

Os socorristas iniciaram manobras de reanimação ainda no local, utilizando uma unidade de resgate avançado. Apesar dos esforços, o ambulante não resistiu e teve o óbito constatado ainda na área externa do Autódromo.

A perícia chegou a ser acionada, mas foi dispensada após a confirmação da morte pelas equipes de socorro.

A noite também foi marcada por dificuldades de acesso ao evento. Um congestionamento que se estendeu por mais de 10 quilômetros foi registrado nas vias que dão acesso ao Autódromo, causando atraso para parte do público que tentava chegar ao show, previsto para começar às 20h30.

Caos no trânsito gera atrasos de até cinco horas

O show do Guns N’ Roses provocou um verdadeiro caos no trânsito desde o fim da tarde desta quinta-feira (9) na BR-262, em Campo Grande. Principal, e praticamente único acesso ao Autódromo Internacional Orlando Moura, a rodovia concentrou o fluxo de cerca de 35 mil pessoas que se dirigiam ao evento.

A movimentação já era intensa ao longo do dia, mas se agravou no início da noite, quando trechos chegaram a ficar completamente parados. Em alguns momentos, os veículos avançavam a menos de 5 km/h, formando um congestionamento que ultrapassou 10 quilômetros.

Além do público do show, o fluxo também foi impactado por moradores da região do bairro Maria Aparecida Pedrossian e adjacências, que utilizam a BR-262 no retorno para casa após o trabalho, ampliando ainda mais o volume de veículos.

Registros compartilhados nas redes sociais mostram longas filas e motoristas revoltados com a lentidão, mesmo com a atuação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na tentativa de organizar o tráfego.

Em condições normais, o trajeto entre o centro da cidade e o autódromo leva cerca de 30 minutos. No entanto, durante o evento, o deslocamento chegou a ultrapassar cinco horas. A fila começou a se formar por volta das 15h e persistiu até aproximadamente 22h, fazendo com que parte do público chegasse atrasada, ou sequer conseguisse assistir à apresentação.

Diante do congestionamento, alguns motoristas optaram por estacionar os veículos às margens da rodovia e seguir a pé até o local do show.

Após o encerramento, por volta de 0h30, os problemas continuaram. O escoamento do público foi dificultado pela existência de apenas uma saída no estacionamento, o que gerou filas de até três horas para deixar o local, seguidas por mais congestionamento na BR-262. Muitos fãs só conseguiram chegar em casa já ao amanhecer.

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