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Descontrolado, homem é preso ao causar quebra-quebra e ferir mulher em UPA

Vídeo mostra o rapaz derrubando macas e arremessando objetos, inclusive, uma cadeira de rodas que ele arremessou contra uma mulher que passava pela avenida Coronel Ponciano

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Nas primeiras horas da manhã desta terça-feira (16), um homem identificado como David Almeida de Moraes, de 38 anos, foi preso ao causar um tumulto e quebra-quebra em uma Unidade de Pronto Atendimento - (UPA), de Dourados, distante aproximadamente 250 quilômetros de Campo Grande.

De acordo com as informações do site Dourados News, David chegou ao local por volta das 5h desta terça-feira (16), pelo Samu (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) em estado agitado, agressivo e confuso.

Após receber atendimento médico, ele passou a questionar sobre uma mochila. Entretanto, registros mostraram que ele chegou à unidade sem portar nenhum objeto. Ao não localizar a suposta mochila, ele entrou em crise e iniciou a sequência de destruição. 

Imagens gravadas por outras pessoas que estavam na unidade de saúde mostram o homem gritando, derrubando macas e arremessando objetos que encontrava pela frente. Outras imagens mostram o estado em que ficou a unidade de saúde após o surto. Veja:

Na sequência, ele pegou uma cadeira de rodas e jogou contra uma mulher que passava pela Avenida Coronel Ponciano em uma bicicleta elétrica. 

A vítima caiu e apresentou várias escoriações pelo corpo, recebendo atendimento na própria unidade. 

Depois de deixar a unidade, David foi detido pela Guarda Municipal e encaminhado à Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário - (Depac).

Ainda conforme o portal de notícias local, o autor da agressão é morador no Jardim Água Boa, e tem diversos procedimentos de encaminhamento à delegacia. Ele foi autuado em flagrante pelo dano ao patrimônio público e também responderá por lesão corporal diante da agressão à mulher.

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Senado aprova criação de 794 cargos e funções no TSE e TREs com impacto anual de R$ 109 milhões

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas

25/03/2026 22h00

Crédito: Wilson Dias / Agência Brasil

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O Senado aprovou nesta quarta-feira, 25, o Projeto de Lei 4/2024, que cria 794 cargos e funções comissionadas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e em Tribunais Regionais Eleitorais (TREs). De autoria do próprio TSE, o texto segue para sanção e tem impacto estimado de R$ 109,3 milhões por ano.

Estão previstos 85 postos no TSE, além de cargos e funções para 27 unidades federativas. O TRE do Distrito Federal receberá o maior número de postos (117), seguido de Bahia (30).

Ao todo, considerando TSE e TREs, os postos serão distribuídos da seguinte forma:

  • 232 cargos de analista judiciário;
  • 242 cargos de técnico judiciário;
  • 75 cargos em comissão;
  • 245 funções comissionadas.

O projeto determina que os custos serão pagos pelo orçamento já destinado ao TSE e aos TREs e que o valor só pode entrar em vigor se houver autorização na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e na Lei Orçamentária Anual (LOA).

O TSE alegou que a ampliação do quadro de pessoal é necessária pelo crescimento contínuo do eleitorado, do número de candidaturas e de processos judiciais e extrajudiciais em cada eleição. O Tribunal também argumentou haver "crescentes demandas relacionadas à segurança das urnas, ao combate à desinformação, ao cumprimento de normas do Conselho Nacional de Justiça e à manutenção da qualidade dos serviços prestados à sociedade".

Durante a votação, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), defendeu a proposta: "[Reconhecer] O momento mais importante da democracia, que são as eleições [...] Estamos fazendo com coerência o que deveríamos ter feito", declarou o parlamentar.
 

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TCU aponta problemas na prestação de contas da Cultura e da Ancine, com passivo de R$ 22 bi

São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas

25/03/2026 21h00

Crédito: Valter Campanato / Agência Brasil

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O Tribunal de Contas da União (TCU) identificou falhas que classificou como graves na gestão de recursos transferidos a projetos culturais do Ministério da Cultura e da Agência Nacional do Cinema (Ancine) de 2019 a 2024. O montante alcança cerca de R$ 22,1 bilhões, segundo relatório da Corte. São 26.583 projetos que dependem de uma análise final no trâmite formal de prestação de costas. Além dos atrasos nas análises, há "elevado" risco de prescrição de processos.

O montante resulta da soma de R$ 17,73 bilhões em 19.191 projetos incentivados (renúncia fiscal) e R$ 4,36 bilhões em 7 392 projetos não incentivados (recurso direto do governo). De acordo com a fiscalização, o passivo de projetos nessa situação é crescente, o que fragiliza o controle sobre o uso de recursos públicos.

No caso do Ministério, o TCU apontou um cenário com acúmulo de processos pendentes e ausência de mecanismos eficazes de controle de prazos. A demora na análise, que pode ultrapassar anos, eleva o risco de perda do direito de cobrança de valores eventualmente devidos ao erário, segundo a Corte.

A Ancine também apresentou atrasos relevantes, embora o Tribunal tenha destacado iniciativas tecnológicas em curso para aprimorar a análise de prestações de contas, incluindo o uso de ferramentas automatizadas.

"O acompanhamento permite detectar omissões, atrasos e inconsistências na análise das prestações de contas", afirmou o relator do processo, ministro Augusto Nardes.

Diante dos achados, o tribunal determinou a adoção de medidas para priorizar processos com risco iminente de prescrição, implementar sistemas de monitoramento de prazos e revisar procedimentos internos, com o objetivo de reduzir o passivo e fortalecer a fiscalização.
 

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