Cidades

MATO GROSSO DO SUL

Detran-MS abre primeiro leilão de 2026 com lotes de R$409 até R$14 mil

Processo acontecerá no próximo dia 05 de fevereiro, às 09h, com visitações entre os dias 02 e 04 do próximo mês

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No próximo dia 05 de fevereiro, às 09h pelo horário de Mato Grosso do Sul, o Departamento de Trânsito do Mato Grosso do Sul (Detran-MS) realiza seu primeiro leilão neste ano de 2026, com lotes que variam de aproximadamente R$410 até a casa dos R$14 mil, indo desde veículos para circulação até as famosas sucatas aproveitáveis e inservíveis. 

Segundo o Departamento, há um total de 147 lotes ofertados de motocicletas e automóveis, somados a um último de material ferroso, em lances que podem ser feitos através do site Carlo Ferrari Leilões (CLICANDO AQUI).

Na página do leilão, basta filtrar os leilões pela Unidades da Federação (UF) e selecionar Mato Grosso do Sul, onde aparecem os 148 lotes em quatro páginas distintas. Importante esclarecer que, a popular visitação para verificação de cada item desejado deve acontecer somente em fevereiro, nos dias 02, 03 e 04 do próximo mês. 

Para a visitação, basta dirigir-se até o pátio da autorizada Autotran, que fica localizado na Avenida Gerval Bernardino de Souza, nº 644, no bairro Rita Vieira, nos horários entre 8h e 11h e das 13h30 até 16h30, nos três dias específicos de fevereiro. 

Lotes disponíveis

Nas chamadas "sucatas inservíveis", podem participar apenas as pessoas jurídicas devidamente credenciadas junto ao Detran-MS que atuem junto aos ramos de: siderurgia, fundição ou reciclagem. Para essa categoria estão disponíveis 17 motocicletas e outros sete automóveis que somam, aproximadamente, 16.830 kg de material ferroso. 

Da categoria "sucatas aproveitáveis" também podem participar apenas as pessoas jurídicas, sendo  39 lotes, que somam 59 motocicletas e 27 automóveis.

Já nos veículos para circulação, que podem participar pessoas físicas e jurídicas, há um total de 108 lotes, distribuídos entre 78 motocicletas e outros 30 automóveis, que vão desde uma Honda CG 2021/2022, com lance inicial de R$ 3.702,00, até um VW/Up 2014/2015, na cor vermelha, com lance inicial de R$ 8.653,00. 

No lote mais caro aparece um Fiat/Punto Attractive 12/13, que está aberto para propostas e está com a faixa de um lance mínimo de R$14.250,00. 

 

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Cidades

Mulheres que doparam e furtaram idoso são presas em MS

A polícia localizou um vídeo feito no celular de uma das suspeitas, em que elas aparecem debochando do idoso, que está nitidamente atordoado

22/01/2026 13h14

Imgem Divulgação

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Duas mulheres, identificadas como A.C.C.P. e E.C.C., que não tiveram as idades divulgadas, foram presas por suspeita de dopar um idoso e realizar transferências bancárias na conta dele, em Santa Rita do Pardo.

O caso veio à tona após o idoso procurar a polícia e relatar que, na madrugada de terça-feira (20), havia sido dopado e que, posteriormente, as suspeitas realizaram transferências bancárias via Pix nos valores de R$ 3.500 e R$ 350.

Durante diligências, a polícia localizou as suspeitas na manhã desta quarta-feira (21). Com elas, foram encontrados pertences da vítima e um vídeo gravado no celular de uma delas, no qual aparecem debochando do estado do idoso.

A equipe apurou ainda que as mulheres já eram investigadas por uma ação criminosa semelhante no mesmo município, quando, no dia 8 de janeiro, teriam praticado o mesmo crime contra outro idoso.

Na casa em que elas estavam, a polícia apreendeu cartões de crédito de terceiros, um caderno com dados bancários de várias vítimas, cocaína, seis máquinas de cartão, diversas notas de dinheiro em espécie e um aparelho de televisão sem procedência comprovada.

Além disso, foi apreendido um medicamento controlado (clonazepam), que, conforme informou a polícia, possui efeito sedativo.

Uma terceira mulher envolvida na prática criminosa, identificada como R.A.P., está foragida. Outros dois investigados, L.M.M. e A.D.O., são apontados como integrantes do grupo.

O material foi apreendido e encaminhado à delegacia. A investigação prossegue para localizar e prender todos os envolvidos, e a polícia não descarta a possibilidade de o grupo ter feito mais vítimas.

 

 

 

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jogo do bicho

Justiça mantém bloqueio de R$ 18,5 milhões de Jamilson Name e Jamilzinho

Ministério Público pleiteava o aumento do bloqueio para R$ 89,8 milhões por serem oriundos do jogo do bicho, mas Justiça negou a majoração

22/01/2026 13h00

Bloqueio será nas contas pessoais de Jamilson Name e Jamilzinho

Bloqueio será nas contas pessoais de Jamilson Name e Jamilzinho Foto: Arquivo

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O juiz Roberto Ferreira Filho, da 1ª Vara Criminal de Campo Grande, manteve o bloqueio de R$ 18,2 milhões do deputado estadual Jamilson Name (PSDB) e de Jamil Name Filho, o Jamilzinho, condenados por exploração do jogo do bicho. O Ministério Público pleiteava o aumento do bloqueio para R$ 89 milhões, o que foi negado.

A decisão foi publicada no Diário da Justiça desta quinta-feira (22).

Conforme o processo, em 25 de novembro de 2020, o Juízo da 3ª Vara Criminal de Campo Grande, determinou o bloqueio dos R$ 18,2 milhões da Pantanal Cap, gerida pelos Name.

Em 10 de fevereiro de 2021, o Ministério Público Estadual, através do Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco), requereu que o sequestro de bens fosse estendido para o montante de R$ 89,8 milhões, sob alegação de que referidos recursos seriam decorrentes de atividade contravencional e, portanto, objeto de lavagem de dinheiro.

Para dar efetividade à medida, foi requerido que o bloqueio se desse na conta pessoal dos apontados como líderes da organização criminosa, sendo Jamilson Name, Jamilzinho e Jamil Name. Jamil Name, no entanto, morreu em 27 de junho de 2021, por complicações da Covid-19. 

Em decisão, foi deferido parcialmente o pedido, determinando que o bloqueio judicial ocorresse no patrimônio pessoal dos acusados, mas foi indeferida a majoração do valor.

O Ministério Público interpôs novos recursos, incluindo ao Superior Tribunal de Justiça (STJ), que também foi indeferido.

Por fim, o órgão ingressou com Agravo em Recurso Especial no Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJMS), apontando que o bloqueio de R$ 89,8 milhões seria necessário para combate a prática do jogo do bicho, o qual estaria ligado a outros delitos de natureza extremamente grave.

O juiz da 1ª Vara Criminal de Campo Grande indeferiu o recurso, mantendo a decisão que bloqueou os R$ 18,2 milhões das contas pessoais de Jamilzinho e Jamilson Name.    

Condenados por jogo do bicho

Jamilson e Jamilzinho foram alvos de uma da sexta fase da Operação Omertà, denominada de “Arca de Noé”, em dezembro de 2020. Na ocasião, 13 pessoas foram presas. Todas elas eram gerentes do jogo do bicho em Campo Grande.

Em fevereiro do ano passado, Jamilson Name (PSDB) foi sentenciado a 8 anos de prisão.

Jamilson Name foi apontado como líder da organização, cuidando especialmente da parte financeira. Ele seria o idealizador das atividades da empresa, e começou a ter ainda mais destaque e autonomia após a prisão do pai, Jamil Name e do irmão, Jamil Name Filho*.

Além do parlamentar, uma mulher, apontada como gerente do jogo do bicho, também foi condenada, e deverá cumprir 8 anos de prisão; o terceiro condenado teve pena estabelecida em 7 anos e 6 meses.

Jamil Name Filho, o Jamilzinho, também era alvo da Arca de Noé, mas foi inocentado pela 1ª Vara Criminal de Campo Grande. Ele, porém,  já soma cinco condenações provenientes de inquéritos da Operação Omertà, que somadas chegam a penas de 69 anos de prisão

     

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