Cidades

Apresentador

Em agradecimento,
Luciano Huck doa R$ 2 milhões para a Santa Casa

Apresentador da Rede Globo fez de tudo para que o depósito fosse feito de maneira discreta

VÂNYA SANTOS

27/06/2015 - 10h30
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O apresentador Luciano Huck teria doado R$ 2 milhões à Santa Casa, em Campo Grande, onde ele e sua família foram atendidos depois do acidente aéreo, que aconteceu no dia 24 de maio, na Fazenda Palmeira, a 30 km da Capital sul-mato-grossense.

De acordo com o site MSN, o apresentador da Rede Globo fez de tudo para que o depósito fosse feito de maneira discreta, mas a informação vazou e foi publicada pelo jornal "Agora São Paulo".

O presidente da Associação Beneficente de Campo Grande, Wilson Teslenco, foi procurado para falar sobre o assunto, mas não atendeu e nem retornou ao telefonema feito pela reportagem do Portal Correio do Estado.

ACIDENTE
Luciano Huck, Angélica, três filhos do casal - Joaquim, Benício e Eva -, além de suas babás, voavam para Campo Grande, quando o avião sofreu uma pane e o piloto precisou fazer um pouso forçado.

O avião modelo Embraer 820C apresentou uma pane no motor. A aeronave havia decolado de uma estância turística do Pantanal, em Miranda, com previsão de pousar no aeroporto de Campo Grande.

Com a manobra do piloto para tentar preservar a vida de todos a bordo, os apresentadores sofreram escoriações. Depois dos primeiros atendimentos, foram transferidos para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo.

Huck e os filhos viajaram para o Pantanal para acompanhar uma série de gravações de Angélica para o programa semanal "Estrelas", da Rede Globo.

Em Campo Grande

Acusado de matar homem com carro após briga recebe pena de 11 anos

Sentença também determinou a perda e a destruição do veículo, além do pagamento de R$ 10 mil à família da vítima

26/09/2026 11h30

Foto: Divulgação / MPMS

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Um motorista foi condenado a 11 anos de reclusão, pelo homicídio de um homem, o caso ocorreu em agosto de 2019, na cidade de Campo Grande. O julgamento foi realizado pelo Tribunal do Júri da Capital, após a atuação do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MPMS), sustentando a tese de que o acusado agiu com intenção de matar. 

De acordo com as provas apresentadas no processo, o acusado e a vítima consumiram bebidas alcoólicas e se envolveram em uma briga. Após o confronto, o motorista entrou no carro e utilizou o veículo para atropelar o outro rapaz, que já estava caído no chão. 

Segundo os depoimentos e os laudos periciais apresentados, o acusado atropelou a vítima e, em seguida, realizou uma manobra de marcha ré, passando diversas vezes sobre o corpo. 

Depois do ocorrido, o réu fugiu do local sem prestar socorro. A vítima sofreu politraumatismo, traumatismo cranioencefálico e lesões torácico-abdominais, ferimentos estes que provocaram a morte do rapaz. 

Reclassificação 

Inicialmente, o episódio havia sido registrado pelas autoridades como homicídio culposo na direção, alegando que o motorista não tinha intenção de matar. Porém, no decorrer das investigações e do processo, o MPMS demonstrou que o motorista teria atuado com dolo, ou seja, com intenção de matar. 

A materialidade do crime foi comprovada por meio dos boletins de ocorrência, prontuários médicos, laudos necroscópicos e exame pericial realizado no veículo. A perícia identificou amassados e manchas de sangue no para-choque, no espelho retrovisor e na lateral da carroceria. 

No julgamento, a defesa pediu a absolvição do réu com o argumento de legítima defesa. Também tentou desclassificar o crime para lesão corporal seguida de morte ou homicídio culposo de trânsito. 

De forma alternativa, também foi solicitado a redução da pena por homicídio privilegiado, alegando que o acusado teria agido sob forte emoção ou para proteger familiares de supostas ameaças. 

No entanto, o promotor de Justiça Francisco de Salles Bezerra Farias Neto rebateu os argumentos, conforme a acusação, a sequência dos atos demonstrou premeditação e revelou que o ataque foi desproporcional, especialmente porque a vítima já estava caída no chão. 

Na sentença, o juiz fixou a pena-base em 12 anos de prisão, considerando a gravidade do dolo e o abalo provocado aos familiares da vítima. Mas por cauda da confissão, houve redução de um ano, resultando na pena definitiva de 11 anos de reclusão.

A decisão determinou a execução imediata da pena e estabeleceu o regime fechado para o cumprimento da condenação. O réu também foi inabilitado para dirigir, perdeu o veículo utilizado no crime e deverá pagar R$ 10 mil de indenização por danos morais à família da vítima.

CAMPO GRANDE

Obra para fechar cratera em ciclovia começará em outubro, diz secretário

André Brandão explicou que a obra é rápida e ficará pronta em semanas

26/09/2026 11h15

Cada cratera tem três metros de profundidade e quatro metros de largura

Cada cratera tem três metros de profundidade e quatro metros de largura Paulo Ribas / Arquivo

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Será fechada em breve a cratera que se abriu, mais uma vez, na ciclovia da avenida Wilson Paes de Barros, bairro Santa Emília, em Campo Grande.

Ao Correio do Estado, o secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, André Brandão, revelou que os serviços de reparo começarão em outubro.

“A nossa previsão é de que no mês de outubro, agora, nós consigamos entrar com a intervenção efetiva para poder fazer a recuperação do local”, afirmou.

Cada cratera tem três metros de profundidade e quatro metros de larguraAndré Brandão, secretário municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos. Foto: Marcelo Victor

Ele ainda explicou que a obra é rápida e o que demora é para começar, por conta do monitoramento do lençol freático.

“Não vai demorar. Ali é um reparo, ali é rápido. A maior demora mesmo é para iniciar, porque eu preciso que o lençol freático recue para que a gente possa acessar a rede de drenagem com segurança, aí a partir daí a gente faça a recuperação. A partir do momento que a gente conseguir acessar ali, é questão de semanas que a gente consegue fazer e recuperar a via”, explicou.

Além do mais, detalhou o porquê as crateras se abriram duas vezes. “Nós temos ali duas situações de afundamento. Ali houve uma movimentação da rede de drenagem daquele local e aí ocasionou um afundamento da ciclovia. Nós estamos com monitoramento ali já há alguns meses, mas o lençol freático ali naquela região é muito raso e ele está acima da rede de drenagem”, detalhou.

Conforme noticiado pelo Correio do Estado, máquinas da empresa Equipe Engenharia já estão no local para começar os reparos.

Com isso, a expectativa é que ciclistas trafeguem normalmente na ciclovia, sem precisar desviar e acessar a avenida, a partir de novembro de 2026.

Cada cratera tem três metros de profundidade e quatro metros de larguraCiclistas precisam desviar de cratera. Foto: Paulo Ribas/arquivo

DE NOVO

Esta é a segunda vez que a cratera reabre no local. Em abril de 2025, o asfalto cedeu, abriu-se um buraco gigantesco e a ciclovia teve que ser interditada.

Meses depois, foi fechada e reparada pelas equipes da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos (Sisep).

Porém, em junho de 2026, a cratera reabriu de novo, dessa vez, com aproximadamente três metros de profundidade e quatro metros de largura. Além disso, são duas crateras que se abriram, uma próximo a outra.

Agora, o local está interditado novamente e ciclistas precisam desviar da ciclovia para não cair no buraco.

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